Vamos às investigações.
1 - Caso pinhão.
O mesmo sai da CT, pois a chaveta que o prende era de material incompatível, o que deveria ser um material de 2mm, estava com material com aproximadamente 1mm, e quando sofreu um esforço, que pode ter sido uma distância que manobrei de ré, a mesma pulou (pode ser).
2 - Caso Arroela.
A arroela que segue, n~/ao pode em hipótese alguma deformar, pois é ali que ajusta o conjunto, acho que primário do cambio.
Se há qualquer folga, pode acontecer de as engrenagens trabalharem desalinhadas do primário e secundário.
Ela é feita de aço temperado, porem lisa, sem o ressalto; Fiz o mesmo para ver se aumenta a resistência.
3 - Caso engrenagem.
Esse foi fácil de resolver.
Devido à queda do pinhão do velocímetro, voltei para casa usando no máximo a terceira marcha, muito vagarosamente, pois imaginava que havia saído uma quantia razoável de óleo.
Mais as conseqüências ficaram, e eu teimei; completei o óleo no sábado, fui trabalhar, e na segunda, ainda vim com uma carreta, arrastando uns 700kg, na quinta, voltei para o sítio com ela.
O que aconteceu, foi que os roletes do pino esquentaram, perderam a cimentação, e começou então a arrastar material do eixo, que por sua vez, desalinhou a engrenagem dupla, ocasionando a quebra dos dentes.
Bom, é isso.
Esperando ansiosamente a engrenagem chegar para a montagem.
A engrenagem foi me vendida pela CASA DA TRANSMISSÃO - Danilo, que prontamente me atendeu.
Abraços.
Kim.