Tarado, eu ?? Só se for por câmeras e fotografia....:mrgreen::mrgreen:
Versão Imprimível
Garimpando pela internet encontrei essa matéria num forum de discussão e esclarecimentos ,achei interessante e decidi trazer ao conhecimento de vcs, se não acharem apropriado, é só pedirem aos Senhores Moderadores que deletem essa mensagem.:concordo:
Eu eliminei as fotos exemplificadas para não pesar muito no forum>
Foco
Foco é uma coisa que independentemente do resto, fará toda a diferença entre uma foto boa e uma foto ruim, para que uma imagem fique nítida a um observador, ele deve saber a distância até o objeto (coisa que nossos olhos fazem sem sequer percebermos).
Atualmente, as câmeras geralmente fazem auto-foco, mas alguns fatores impedem o auto-foco de agir, principalmente a luminosidade da cena em questão. Geralmente no escuro as câmeras não conseguem obter o foco, uma solução de inúmeras empresas é uma pequena luz vermelha, ou laranja instalada na câmera, que ilumina a cena em questão para que o foco seja feito, e apaga antes da foto ser batida para não comprometer a imagem.
Macro
Um recurso muito comum nas câmeras digitais é o recurso chamado macro, que permite que as fotos sejam batidas a distancias muito curtas, trazendo importantes detalhes à tona, e também abrindo um novo leque de variedades de fotos. Na maioria das câmeras populares, o macro varia de 4 a 7 centímetros, mas existem modelos mais avançados (e também mais caros) que pode trazer uma distancia de até 2 centímetros, ou até 0 centímetro, o que é impressionante, além de ser dotes para poucas câmeras no mercado. Não existe muito segredo para fazer uma macro-foto, geralmente já existe um dispositivo na câmera que prepara as lentes, e depois é só utilizar como se fosse uma foto comum, lembrando de manter o assunto bem iluminado.
ResoluçãoA principal diferença entre uma câmera digital e outra, é a resolução, a quantidade de informação da imagem que a máquina consegue gravar. A resolução do CCD é medida em Pixels, e da imagem é medida pela quantidade de Pixels na largura e na altura. Uma resolução baixa, como 640x480 indica que a imagem contém 640 Pixels de largura por 480 Pixels de altura, fazendo que a impressão seja de no máximo no formato 8 por 13 centímetros, sem perda de qualidade (Pixelização, quando você começa a ver os "quadradinhos" da imagem).
Em suma, quanto maior a quantidade de Pixels que a câmera conseguir gravar, maior será a qualidade da foto e o tamanho do arquivo, e consequentemente o resultado impresso. Vale lembrar que o preço da câmera costuma subir junto com a resolução...
Zoom
Fujam das câmeras que oferecem zoom digital imenso, pois ele não passa de um software que aproxima parte da imagem com o mesmo número de Pixels que ela tem, detonando a qualidade. Numa câmera digital de alta resolução, o zoom digital pode ajudar, mas não são lá essas coisas. Zoom de verdade é o óptico, que aproxima a imagem pelo jogo de lentes.
Na média, o zoom óptico das digitais está na casa de 3x, o suficiente para ajudar a enquadrar melhor assunto dos quais não se pode chegar perto. Existem câmeras com zoom óptico de até 12x, quase uma teleobjetiva, ótimas para eventos com luz natural, mas não tão bom para ambientes com pouca luz.
Algumas câmeras, como as da Sony usam o chamado Zoom Digital Inteligente, que só pode ser usado nas resoluções mais baixas, ele pega a imagem e da um Crop (Corte) nela mantendo a qualidade original só que a foto acaba saindo em uma resolução de normalmente 640 x 480.
MenuO software das câmeras digitais é rico em recursos geralmente pouco explorados. Na maioria dos modelos, o monitor LCD exibe ícones correspondentes ao recurso em uso, como o status da bateria e do flash redutor de olhos vermelhos, memória disponível, números de fotos tiradas e controle remoto. Fuçando pelos recursos, você define a qualidade da gravação, a resolução, o ajuste do branco em ambientes com luz artificial, a compensação de exposição para definir fotos ligeiramente mais claras ou mais escuras, o modo filme para gravar mini-clipes, colocar data e hora e selecionar o idioma do menu.
Memória
Os cartões de memória flash têm a vantagem de ser removidos e transferir o conteúdo para o micro ou para impressora por meio de um leitor especial. Não existem padrões para esses cartões, que variam de tamanho e capacidade de acordo com o fabricante da câmera. As Nikons e as Canons, por exemplo, utilizam os cartões Compact Flash (CF) e Secure Digital (SD). As da Sony utilizam o Memory Stick, a Olympus, Fuji e a Hitachi ficam com o xD Picture Card, e as Kodak, também com os SD.
De um modo geral, por questões de custo, as câmeras saem das caixas com cartões magros, de 16 a 32 MB, pouca coisa para umas fotos em alta resolução, logo, prefira cartões espaçosos e sempre tenha um a mais.
Extensão JPEG
Praticamente todas as imagens das câmeras digitais são gravadas em formato JPEG, que comprime o arquivo com pouca perda de qualidade e é largamente utilizado na internet. É comum as máquinas gravarem com taxas de compressão em JPEG máxima, média e mínima, essa ultima pouco mais difícil de ser achada (Normal, Fine, Superfine), a compressão máxima é dada em 2 bits/Pixel, a média em 3 bits/Pixel e a mínima em 5 bits/Pixel.
Câmeras Semi-Profissionais e Profissionais também gravam em TIF (ou TIFF), formato que preserva a qualidade da imagem sem comprimir, mas lota um cartão de memória rapidamente. Se sua câmera trabalha com os dois formatos, prefira o TIF (TIFF) e armazene as fotos no computador com esse formato. Quando quiser exibir o arquivo na internet, salve uma cópia em JPEG, sempre preservando o original para uma impressão decente.
Modos de disparos
Os modelos mais automáticos oferecem uma série de programas que calibram a máquina para fotografar objetos próximos, paisagens, à noite, esportes e até em museus, onde há luz artificial e não se pode usar o flash para não prejudicar as obras de arte. Esses programas ajustam a abertura do diafragma e a exposição de acordo com as circunstancias. Basta girar o botão ou escolher o modo no menu e disparar.
Modelos de Câmeras
Câmera para Web
Câmeras automáticas com resolução de até 1 Mega Pixel são uma ótima pedida para fotos instantâneas, layout e paginas na web. Os modelos mais simples possuem lentes de foco fixo, apenas memória interna para gravar as fotos e pouca capacidade de armazenamento, o que faz com que você tenha que baixar as fotos para o computador com mais freqüência. Na maioria desses modelos as lentes não têm zoom óptico.
Entretanto são câmeras que costumam combinar funções de webcam. São leves e compactas e já custam menos de R$500. São ótimas para fotos que deseje exibir na internet, ou para fazer aquele flagrante sem intenções de imprimir. Se a grana for curta para pegar uma câmera melhor, tente conseguir um cartão de memória de maior capacidade.
Câmera Intermediária
Se a sua intenção for imprimir suas fotos, isso só será possível com uma câmera de resolução igual ou superior a 2 Mega Pixels. Nessa escala, é possível ampliar fotos em 20x25 centímetros e colocar na parede da sua casa, ou em porta retratos, que a qualidade não vai te decepcionar. Os modelos dessa faixa armazenam as imagens em mídias removíveis, como cartões de memórias flash e mini-CDS, evitando o desgastante ato de descarregar as fotos no computador frequentemente.
A maioria possui zoom óptico em torno de 3x e baterias com mais autonomia. Por volta de R$700, é possível adquirir uma boa câmera de 3MP.
Câmera Semi-Profissional
Essas câmeras estão na faixa de 5MP, para pessoas mais exigentes em qualidade de imagens e recursos. Dá conta de fotos até maiores que 30x45 centímetros. Essas são as câmeras que costumam apresentar ajustes manuais, baterias capazes de suportar algo em torno de 300 fotos, LCDs maiores, lentes mais claras e intercambiáveis, botões para ajustes rápidos e saída para flash externo. Mas tudo isso tem um preço: Algo em torno de R$1.500, ou mais.
- Visores
Óptico
Semelhante aos das câmeras convencionais, o visor óptico exibe o que a lente está vendo e demarca a área da foto. Mas, como é pequeno, pode dificultar a composição da cena. Em algumas câmeras o visor óptico agrega uma micro lâmpada que, logo após que o obturador é pressionado, fica verde quando a câmera se encontra em boas condições de luminosidade para a foto. E mais: Se você tem deficiência visual, procure os visores que tem ajustes para diotropia, que dispensam óculos.
Monitor LCD
Marca registrada das câmeras digitais, o visor de cristal liquido garante um tamanho maior que os visores ópticos, oscilam atualmente entre 2,8 e 5 centímetros na diagonal, o LCD facilita na composição da imagem, a decisão de corte, a revisão das fotos tiradas e a escolha nas opções do menu. Como um monitor LCD normal, pode ser calibrado, o que tanto propicia um ajuste mais fino na exibição da imagem quanto causa distorções que só serão percebidas na tela do micro ou na impressão.
Sendo assim, se não tiver certeza, não mexa na configuração. O ponto negativo do LCD fica para o alto consumo de energia. Quando a bateria estiver pela metade, poupe energia desligando o LCD.
- Lentes
Normais
As câmeras mais comuns, são equipamentos com lentes normais, que captam a imagem de forma mais próxima à do olho humano e possuem distancia focal entre 35 e 60 milímetros. Não são das mais luminosas, apresentando uma abertura máxima para a luz em relação a distancia focal em torno de F/3.5. Lembre-se de que quanto menor for a abertura, mais clara será a foto e menor será a dependência do flash em ambientes com pouca luz. Prefira câmeras com lentes de grande variação de distância focal, para bater fotos em diferentes condições.
Com ZoomTeleobjetivas
Lentes com zoom óptico aproximam-se do assunto, mas não são tão poderosas quanto as teleobjetivas, e tendem a ser escuras. Na equivalência com as câmeras convencionais, a distancia focal das lentes com zoom das digitais varia hoje de 36 a 144 milímetros, com abertura em torno de F/2.8-5.6, o que já é bem razoável.
Se você pretende tirar uma foto daquele raro pássaro que se assusta com o menor movimento, o negócio é ficar bem longe e usar uma teleobjetiva. Elas possuem distancia focal ente 60 e 500 milímetros. São com teles de 300 milímetros que os fotógrafos profissionais conseguem registrar sensacionais gols num estádio de futebol. E por serem uma aparelhagem mais séria, somente algumas câmeras semi-profissionais e as profissionais estão aptas a usá-las.
Grande-Angular
Na equivalência com as câmeras convencionais, as lentes das digitais nem chegam perto de uma grande-angular. Essa lente de distancia focal abaixo de 35 milímetros abrange um campo de visão bem amplo e produz ótimas fotos paisagens. A grande-angular integra o assunto com o fundo, deixando vários planos bem nítidos.
Pena que a maioria das câmeras intermediaria não aceite lentes intercambiáveis. Ao escolher uma câmera com zoom, prefira a que oferece variação da distancia focal mais ampla (algo como 36 a 144 milímetros) e abertura máxima de menor valor (F/1,8 seria muito bom).
-Regulagens Manuais
Exposição
O tempo de exposição (shutter speed) também é um fator que faz muita diferença em uma foto. O tempo de exposição é basicamente o tempo que o diafragma da câmera permanece aberto recebendo luz. (sobre um sensor no caso das digitais ou sobre o filme no caso das câmeras convencionais) Utilizando se um tempo de exposição alto, captura-se mais luz, mas é imprescindível ter um tripé, ou mãos completamente firmes para não comprometer a imagem.
A exposição rápida (algo acima de 1/50 avos de segundo) geralmente tem bons resultados, o problema é que com pouca luminosidade, tal exposição não irá capturar luz o bastante, e a imagem irá se mostrar escura (mas o oposto também ocorre, fotos com longa exposição em locais claros geralmente queimam).
Valor da ExposiçãoAbertura do diafragma
Em condições de luminosidade inadequadas, é possível mudar as medidas feitas pelo fotômetro das câmeras, se a câmera permitir, utilizando os menus ou os devidos botões. O ajuste é feito mudando o EV, Exposure Value, valor que combina a sensibilidade do sensor com a abertura do diafragma e a velocidade do obturador. O ajuste permite que o fotografo faça ajustes, em geral, de até –2.0 EV para escurecer e +2.0 EV para clarear. A quantidade por ajuste varia de acordo com as câmeras, mas o comum é 0.5 por ajuste.
A abertura (aperture) é mais complicada de explicar, a abertura do diafragma é a variável que define o diâmetro da abertura do mesmo O valor da abertura é definido através de "F/x". Aqui vem um ponto simples, mas que confundem muitos: Quanto maior o valor "F/x", menor a abertura do diafragma.
Qual diafragma tem maior abertura, um que está a F/2.8 ou um que está a F/8?
Resposta: o que está a f/2.8, uma vez que 2.8 é menor que 8, e quanto menor o valor F/x, maior a abertura.
E como eu uso isto? Uma abertura grande (F/x baixo) é geralmente recomendada em situações de pouca luz, assim como um tempo de exposição alto. Apesar disto, nem sempre apenas uma alta abertura é o suficiente para fotos com pouca luz, geralmente precisando ainda assim de um alto tempo de exposição. Porém, a abertura é muito priorizada para se trabalhar com efeitos de profundidade de campo, à distância à frente e atrás do assunto principal em que os elementos ficam em foco. Uma abertura grande prioriza o primeiro plano da imagem, desfocando o segundo.
Uma abertura pequena aumenta a profundidade de campo, sem priorizar uma área especificamente. Uma abertura grande é interessante para uma foto de uma pessoa que está em primeiro plano, desfocando o fundo da foto; e uma abertura pequena é interessante para uma paisagem, onde a intenção é que toda a imagem fique em foco. Imagine que a água que passa por um cano. Um cano fino é uma abertura pequena, e um grosso seria uma abertura grande. A lente tem como controlar essa abertura e quanto maior a abertura mais luz a lente deixa passar.
O cálculo da abertura do diafragma não é linear, por exemplo, partindo de F/22 para F/2, você não aumenta em 11x a luminosidade, em F/2 entra cerca de 120x mais luz que em F/22, ou seja, 1/120 da luz disponível em F/2 entra em F/22. O motivo disso é que o F é o diâmetro da lente e F/1 é um diâmetro de 1, F/2 um diâmetro de 1/2 e F/22 um diâmetro de 1/22. Mas o que importa não é o diâmetro em si, mas sim a área por onde entra a luz. E o cálculo da área é π * (D/x)^2, onde x é o numero do F/x. Então a área de F/2 (julgando F como 1 só para comparar valores) seria aproximadamente 0,196 e a área de F/22 seria 0,00162, ou seja, se tem 121x mais área em F/2 do que em F/22, daí o motivo de não ser linear a queda da luz de acordo com a variação do valor da abertura, que é dada pelo diâmetro da abertura e não pela área.
SensibilidadeVale lembrar que o disparador, regulador da exposição do CCD à luz, é inteligente. Pressionado pela metade, esse dispositivo faz o pré-foco do assunto, um recurso bom para garantir a nitidez de fotos em movimento, você ajusta o foco e bate antes de o assunto entrar na tela.
Sabe dizer-me quanta luz o CCD precisa para registrar a imagem? Isso depende da sensibilidade, medida em ISO. Quanto maior o valor, de menos luz o sensor precisará. As câmeras atuais trabalham com sensibilidade entre 50 e 400 (normalmente) embora muitas das câmeras o façam automaticamente sem nossa consciência, ISO 100 (bom para luz natural abundante), ISO 200 (para dias nublados) e 400 (para ambientes com pouca luminosidade). Se você pretende obter fotos noturnas, escolha câmeras com maior sensibilidade.
Porém ao uso de um ISO alto (acima de 200) é grande a quantidade de ruídos que normalmente aparecem nas fotos, isso é causado por causa dos sensores muito pequenos usados nas câmeras digitais compactas, um ISO elevado com boa qualidade só é possível atualmente em câmeras semi-profissionais e profissionais.
Ajuste do branco
Uma questão essencial antes de sair por ai batendo fotos é ajustar o branco, white balance, de acordo com a fonte de luz do ambiente, garantindo fidelidade às cores do assunto que se fotografa. A maioria das câmeras digitais traz um recurso de ajuste automático dos brancos. Mas é de grande importância que o fotografo saiba como regular o branco manualmente, pois nem sempre os ajustes automáticos funcionam como deveriam. Para impedir que a foto saia com tons de verde, azul ou amarelo ou perca tons, é preciso indicar para a câmera qual a luz utilizada no momento da foto. Por exemplo, se ela for feita sob uma lâmpada florescente (famosa “luz fria”) e a câmera estiver regulada para tungstênio (a lâmpada comum), a foto sairá esverdeada. As câmeras mais novas já trazem diversas opções, como luz do dia, nublado, florescente e outros efeitos de cores. Basta ajustar para a opção correta e fica tudo certo.
Sensor
O CCD
É o dispositivo que registra a imagem na câmera digital (chip). CCD significa Charge Coupled Device, ou dispositivo de carregamento acoplado. Consiste em um sensor que contem milhões de células sensíveis à luz que captam os Pixels formadores da imagem. Ele é o responsável por transformar a informação visual em impulsos elétricos. Esses impulsos são convertidos em sinais digitais pelo circuito interno da câmera, que por sua vez, são gravados na memória.
Um detalhe importante: O sensor CCD é padrão nas câmeras, mas existem algumas câmeras mais antigas e de baixo custo que usam um dispositivo chamado CMOS. Este dispositivo (chip) tem qualidade inferior ao CCD, o CCD consegue captar as cores com maior precisão ficando mais próximo do real. O CMOS também é muito usado em Webcams, a mesma dica vale para elas, procure sempre com CCD. Porém hoje em dia já estão sendo feitas pesquisas para melhorar a qualidade dos sensores CMOS, pois estes consomem muito menos energia comparados com os CCDs, já é possível encontrar sensores CMOS de qualidade igual, se não, maior que os CCDs, porém não nas câmeras mais baratas, normalmente nas profissionais).
Quanto maior for o sensor melhor será a qualidade da foto e melhores serão as possibilidades de ajustes sem perda de qualidade, um Sensor CCD de 1/2,7” em uma câmera de 3.2MP consegue tirar fotos excelentes com ISO 100, boas com ISO 200, porém a qualidade já fica depreciada em ISO 400 ou maiores começando a aparecer muitos ruídos na imagem.
Outro detalhe fica em relação a quantidade de megapixels da câmera, pois um Sensor de 1/2,7” é o suficiente para câmeras de até 3.2MP mas para câmeras com 4MP ele já começa a dever em qualidade e a quantidade de ruídos gerados também é maior. O ideal para um câmera de 4MP seria um sensor de 1/2,5” acima disso é recomendado o uso de sensores de 1/1,8” ou maiores. A grande fama das câmeras Canon A510 e Canon A95 (substituída agora pela A610) deve-se em parte pela utilização de sensores maiores que o mínimo recomendado, a Canon A510 usa um sensor de 1/2,5” para seus 3,2MP e consegue com isso tirar fotos excelentes com até ISO 200 e a Canon A95/A610 usam sensores de 1/1,8” e conseguem capturar imagens muito boas inclusive com ISO 400.
Preste muita atenção na hora de comprar uma câmera, a escolha de uma câmera boa deve partir diretamente pelo sensor, por que se ele for muito pequeno para a quantidade de MP ou for de baixa qualidade, não tem milagre que resolva, as fotos vão sair com uma qualidade inferior. Então quando for comprar a sua câmera sempre que possível pesquise ou se não de uma olhada no manual dela para saber o tamanho do sensor da mesma, se não vai acabar com fotos muito ruidosas.
- Flash
Externo
As câmeras mais sofisticadas possuem um conector para encaixar o flash externo, que tem alcance bem maior do que o embutido, algo em torno de 10 metros de distancia. Inteligente, o conector dispara o flash na hora certa.
Embutido
Praticamente todas as câmeras digitais possuem flash embutido, com alcance médio de 3 metros de distancia do assunto. Em distancias maiores, pode esquecer. É comum o flash embutido vir embutido do recurso redutor de olhos vermelhos. Deixe o redutor e o flash automático ligado em ambientes mal iluminados, a câmera é suficientemente inteligente para medir a luz e disparar o flash conforme for necessário. Mas sempre procure dar preferência a luz natural.
Conclusão
Bater fotos decentes (no mínimo) é muito mais do que muitos imaginam: “apertar o botão”, é toda uma estratégia contra a natureza, na qual você precisa escolher o melhor custo/beneficio para sua fotografia. Talvez, às vezes valha mais a pena sacrificar alguma qualidade a acabar com um monte de fotos tremidas, e é um jogo constante, que você precisa jogar para acabar com boas fotos.
Espero ter contribuido com todos vcs.
abraços do towin
Towin,
Boas informações, principalmente pra quem quer entender um pouco mais sobre a tecnologia digital.
Abs.
Pessoal... eu tive grandes problemas com fungos nas lentes, chegando mesmo a perder algumas.
Resolvi isso mandando construir uma caixa de vidro e alumínio numa oficina de esquadrias metálicas (vejam as fotos). Dentro da caixa coloquei uma lâmpada fluorescente que mantenho sempre acesa. A lâmpada não chega a aquecer o ambiente, apenas o mantém seco e iluminado (lâmpadas azuladas para aquário são melhores).
Tenho também alguns saquinhos de sílica. As câmeras são guardadas com as objetivas destampadas (algumas com as objetivas fora do corpo).
Uso isso há cerca de 17 anos e nunca mais tive fungos nas lentes.
Nas fotos:
1 e 2 - a caixa aberta
3 - a caixa fechada. A caixa que se vê acima é uma esterilizadora obsoleta com lâmpada de UV, que servia a um dentista. Pode ser encontrada em brexós. Já a usei para tirar fungos das lentes de alguns amigos (quando não estão muito comprometidas). Simplesmente deixo a objetiva voltada a luz (UV) por uns dias até desaparecerem os fungos.
Tho, muito legal essa dica !!! E muito importante tbém, pois fungos são os maiores vilões das lentes fotográficas. Não das lentes em si que são basicamente de vidro (cristal), mas do revestimento das lentes (coating) que é tem em sua composição material orgânico que acaba servido de alimento para os fungos. Uma vez que os fungos se instalam, a partir de um certo nível de proliferação, adeus objetivas.
Lembro de ter lido a muito tempo atrás na coluna técnica da revista americana Popular Photography, um leitor perguntou ao colunista qual seria a melhor maneira de se evitar o surgimento de fungos em suas lentes. Esperava ali ler a resposta milagrosa para o vilão dos problemas com fungos e ele respondeu basimente: "A melhor forma se evitar o surgimento dos fungos é utilizando o seu equipamento constantemente.", ou seja, tratem de tirar muitas fotografias, postem o resultados por aqui e nunca terão problemas com os fungos.
Abs.
É isso mesmo, Leo... utilização. Mas o cuidado em guardar as máquinas fora dos estojos e com as lentes expostas à luz também ajuda (só não pode deixar sob o sol quente). Ao primeiro sinal de fungo é melhor expor as objetivas aos raios ultra-violeta.
A poeira é outro inimigo das lentes (e câmeras) e o cuidado com a limpeza das mesmas é primordial. Na minha caixa (que parece uma vitrine de salgadinhos) o material fica protegido do pó...
Para câmeras que usam pilhas ou baterias, as mesmas devem ser retiradas (e substituidas) se forem guardadas por períodos prolongados. Guardar o equipamento dentro do estojo também prejudica porque favorece a proliferação dos fungos. Mas isto não é novidade para você... só queria lembrar aos que acessam este tópico sobre esses detalhes. Ninguém precisa de ter uma caixa como a minha, basta colocar a câmera (sem estojo e com objetiva exposta á luz) dentro de uma cristaleira, por exemplo.