Por pura coincidência não levei o machado desta vez...Usamos Enchadão nas erosões grandes para tirar um pouco da parede lateral no alto...
Como fiz o Camel a algum tempo atrás e agora dia 24 novamente posso afimar que foram feitos muitos novos abortos sim. O Dário Não teve muita noção do tempo dos abortos porque aborto de uma semana lá já fica uma caca, mas lembro bem que o primeiro aborto que encontramos não usamos e passamos na trilha principal sem nem precisar usar o guincho, ou seja, o aborto foi feito por quem tinha Ecasport ou não tem nada na cabeça.
Vou receber uns vídeos e fotos do dia 24 e postaarei no meu site em breve.
Segue o relato que coloquei no Troller Clube quando voltei e aproveito para destacar que também comentei logo na volta que tinham feito novos abortos.
"Foi!
Fizemos no sentido tradicional, ou seja, contrário ao sentido do Grupinho. Agora que já fiz (como Zeca) em ambos os sentidos descobri que nenhum é muito pior que o outro. Alguns atoleiro são mais fáceis no sentido de São Paulo, mas as erosões - onde os riscos de danos sérios são maiores - ficam bem piores na subida. Por umas 4 vezes a roda da frente do Dário no lado do carona levantou tanto que ficou mais de 1,5 metros do chão. Até agora não sei se ele é muito corajoso ou se ele é maluco rsrsrs (aposto nos dois).
Demoramos 15 horas e ai alguns pontos devem ser observados:
1 - Todos trabalhavam (incluindo os motoristas) - muito e do começo ao fim. Até a mulher do Kleber não tinha a mínima frescura e fez 99,9% do camel andando e trabalhando;
2 - Tinhamos 2 Zecas por jipe e só um tirava fotos e filmava, minhas câmeras não saíram da mala;
3 - Optamos por só fazer o churrasco no fim da Trilha e comemos lanches rápidos durante;
4 - Muito do nosso tempo foi gasto com:
4.1 - Trocar o guincho Work 9.000 do Dário que morreu por um Warm 8.000 reserva que o Kleber levou;
4.2 - Trocar o pneu do Dário de destalonou no meio de erosões que dificultaram muito a troca;
4.3 - Desenrolar o cabo do guincho que ficou preso no eixo do gemadinha no fim de um atoleiro;
4.4 - Consertar o Guinchop do Gemadinha que desenrolou todo e saiu do parafuso (este foi rápido);
4.5 - Desentortando o para-choque beijoqueiro do Dário.
5 - Muitos tinham muita experiencia de trilha ( de novato só tinha eu e o Dário).
O Camel tava um pouco mais seco, mais alguns trechos de erosão estavam piores, principalmente a escadaria...
Os jipes estavam pesados, levamos pranchas que não foram usadas, muita água, um VAP que não foi usada, um kit de churrasco que nem na minha casa eu vejo, Barraca, saco de dormir etc e talvez mais leve os jipes teriam usado menos os guinchos, mas valeu a segurança e o conforto.
Nunca fui de falar mau de outros jipes, apenas observo as características do Troller. É imprecionante como os guinchos dos Trollers pareciam trabalhar melhor (e olha que não eram melhores que os Warm 9.5 TI do Grupinho), não sei se é o dimencionamento de bateria e alternador ou se é o desenho que facilita a lama não criar uma "parede" na frente. Só tinhamos pneus pequenos (33", 33" e o do Dário 3K aro 16 - 265/75), mas mesmo assim os jipes agarravam menos e o bloqueio parcial que fica ligado o tempo todo é muito importante. Sem dúvida só vou usar bloqueio que, quando desligado, é parcial (tipo eletrac ou similar) porque o bloqueio 100% você deve pensar o tempo todo se pode ligar enquanto o bloqueio parcial ajuda a qualquer instante. Apesar do Holandes e do Dário não serem pé leve nenhum jipe esquentou muito e era só para um tempo ou abrir o capô que ele esfriava rápido. O Gemadinha nem chegou nos 90.... Agora que foi um sufoco ir até o posto com dois zequinhas por jipe mas aquela bagagem toda isto foi mesmo usando o bagageiro....
Apesar de ter sido ótimo alguns erros comuns ainda serão melhorados na próxima. 3.297 zequinhas gritavam coisas diferentes para o motorista que estava sendo orientado. Fez muita falta os jipes não terem o suporte de enchadão que o Gemadinha tinha. É importante ter muito cuidado com material para não perder. Os parachoques devem ter pontas removíveis.
Agora é esperar o Câmbio do Renato Rocha e o olho do Juliani e partir para lá outra vez
Abraços,
Guilherme
www.euamomeutroller.com.br



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