Nao é muita coincidencia a Ranger ter EXATAMENTE a mesma potencia da Toyota?
Abs!!!
Versão Imprimível
Desde 2004(sete anos) que esses NGD3.0E apresentam a mesma potência de fábrica, tanto para as Ranger qto. para as Hilux, 163 CV, a Hilux a 3.400 rpm, e as Ranger gritando um pouco mais a 3.800 rpm.
Nessa briga, a Toyota vence pelo aperfeiçoamento e investimento no conforto.
Abs
Anthon
Aqui em Fortaleza a diferença de uma Ranger XLT para um Hilux SRV AT, é de até R$40.000,00.
Hilux SRV AT 07 tá na faixa de R$90.000,00.
No meu caso não, pois além do uso social, e longas viagens, principalmente uso a pickup para trabalhos pesados inerentes a minha profissão.
Agora se tivesse o salário(e haja sal...!) do Robinho, que diferença faria R$ 20 ou R$ 40 mil ?
Lembro que na Europa, quando lançaram a Hilux, por volta de 2005, existia a opção das versões 2.5L com uns 140 CV e a versão 3.0E com 170 CV, e preço equivalentes a potência.
Acredito, que a briga entre as montadoras, aquí no Braxola, seria mais interessante se uma delas lançasse duas opções de potência e torque, pois iria atender tanto os velocistas(estradeiros) quanto os torquicistas(trilheiros). Ex.: 170 CV e 40 Kgf.m (original) ; 250 CV e 50 Kgf.m (modificada).
É quase certo que para as montadoras, o custo adicional não passaria de uns R$ 10.000.
Abs
Anthon
Anthon,
Perfeito. Se R$ 20 ou 40 mil estivessem "sobrando" para mim, também iria de Hilux.
Abraços,
Felipe
Anthon;
A diferença é que o NGD é um motor fabricado por uma empresa independente, e tem que atender a multiplos mercados, seja de picapes, seja em aplicações mais pesadas. Existe um motorhome australiando equipado com o NGD na versão de 140cv. O mesmo vale para o Sprint.
Já o Toyota é só para a Hilux e SW4 mesmo, então eles podem fazer o que quiser para reduzir ruidos vibrações e peso.
Abs!!!!
Boa noite aos colegas :concordo:
Quando questionei sobre viabilidade/custo da instalação da TGV imaginava obter uma curva de torque otimizada, sem modificar outras características do motor.
Ao tomar ciência das opiniões expostas, fiquei com a convicção de pelo menos por enquanto, não compensa tentar instalação de TGV no motor da Ranger 3.0. Além da obtenção de uma turbina apropriada, haveria a questão de reprogramação da central do motor. Concordo com afirmação de que o motor "independente" é empregado em múltiplas aplicações com necessidades distintas, a serem atendidas pelas diferentes montadoras. Também acredito que mudar o chip "chipar"o motor tem custo irrelevante para as montadoras. Se a Ford não desenvolveu o motor com TGV, provávelmente assim procedeu pensando em custos, etc. Quanto à simples alteração na programação, não estou convencido de que seja inócua no que se refere a durabilidade/confiabilidade do motor, que deve durar pelo menos 300.000 Km em condições de manutenção padrão.
Quanto aos comentários adicionais sobre conforto, custo de manutenção, tenho algumas considerações a fazer. Quando comprei a picape em 2005, optei por aquela que apresentava melhor dirigibilidade, pelo menos para o meu perfil; posição do motorista, altura do solo, curso e firmeza de suspensão, custo de manutenção, entre outras.Acredito que melhorando a faixa de torque ( melhor na Hilux ) estaria equacionada a desvantagem. Eu imagino que a instalação da TGV e algumas mudanças, custarão menos que as tais 20. mil pratas de diferença entre a Ranger, Hilux e esta nova da Volkswagen
A questão da programação não é custo e sim emissão de poluentes.
Quanto a vida do motor se fosse comprometida pela programação do chip da mesma forma seria com a instalação do TGV. Na verdade os fabricantes sempre irão evitar o TGV. Por melhor que seja não é tão confiável quanto a turbina com WG
O motor da Hilux tem a curva de torque mais plana que o motor da Ranger, porem apesar se não ser tão plana, no motor da Ranger é maior que no da Hilux em qualquer rotação com pico em 38,5Kgf enquanto o da Hilux chega no máximo a 35Kgf...
Walter;
Tive pensando nessa colocação sua e realmente a Ford não coloca o VNT nesse motor (NGD) por alguma razão mais séria excluida a de custos.
Acredito que TALVEZ a Ranger perdesse na questão de consumo, uma vez que a turbina comum só trabalhe efetivamente depois das 2.000rpms, o que, se fosse um TGV mecanico (não controlado eletronicamente) já estaria "assoprando" para dentro do motor bem antes disso. Talvez seja essa a "charada" do negócio.
Abs!!!