Essas buchas são de qual caminhão? ou melhor qual o código dessas buchas?
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Amigo bombacha, retire os tirantes e leve em mãos á um posto de molas, eles medirão com paquímetro. A bucha mais aproximada é do caminão vw (amortecedor -se não me engano) o mais curioso é que quando eles olham a camionete ja respondem que nelas não mexem. Levei os tirantes na mão nos mesmos postos de molas que fui com a sw4. Estas buchas deverão ser cortadas no comprimento ( disco de corte) e fazer uma pequena bucha para manter o parafuso original. Baratissimo em relação o preço das originais e fica bom.. Abraço.
Amigo Bombacha, o caminho é este mesmo. Neste mês estou envolvido com a expointer e não poderei ver exatamente para ti. Mas vá a outro posto de molas pois parece ter faltado um pouco de boa vontade destes próximos que lhe atenderam. O tirante de baixo (maior) é do caminão wolks, o de cima ( pequeno) é outro q não lembro. Se não conseguires até outubro verei exato para você. Com os tirantes em mão e um paquímetro, não tem erro... é só boa vontade e conhecimento do moleiro. Abraço.
Tem mais é que desconfiar mesmo. Aqui no NE, principalmente Natal e Fortaleza a galera usa o carro e seus recursos à exaustão. Muito litoral, Sol e praias transitáveis por beira mar o ano todo; muita duna de areia fofa e travessia de riachos. Sem falar que a maresia aqui no RN é uma das mais altas do MUNDO. É isso mesmo! Não esqueçam que o RN é um dos maiores exportadores de Sal do Planeta, ou seja, o teor de salinidade da água do mar por aqui só perde para o Mar Morto.
Conclusão: Carro que anda muito em beira de praia, sem a devida manutenção IMEDIATA, com um dois anos de uso já começa a apresentar problemas de corrosão, tanto em chassi, lataria, engrenagens, eletroeletrônicos e muito mais, bem como na fadiga dos componentes mecânicos por uso exaustivo – mesmo que seja só no fim de semana, sem falar claro no estado do acabamento interno, que fica cheio de manchas, carpete encardido – ou mal cheiroso por infiltração d’agua, em travessias de rios, componentes metálicos com crostas de corrosão, etc.
Regra por aqui: Andou na beira mar ou em duna, no mesmo dia ou, no máximo dia seguinte, lavagem em dique com muita água doçe e aplicação de produtos anticorrosivos e lubrificantes em todo o chassi e lataria da parte de baixo do carro, preferentemente vaselina líquida. Se atravessou locais alagados a regra é trocar todos os fluídos, inclusive diferencial, motor, freios, etc. Se fazem isso? Nem sempre!!! Aí é onde mora o problema!
Tem mais: Quem pode comprar zero, compra e usa mesmo, sem pena; dois anos depois, ou após término da garantia, entrega em loja, o próximo proprietário, mais ansioso pelo carro e com menos recursos -- naturalmente, é quem vai arcar com o descaso do primeiro e segundos proprietários. Estes, muitas vezes são aqueles que realmente aproveitaram e fizeram uso de todos os recursos do carro, passando os problemas futuros – por uso radical e falta de zelo, para aqueles que sonhavam estar concretizando seu sonho de metal. É a lógica cruel.
Por isso muitos daqui do RN preferem procurar carro usado desse segmento nos Estados do Sul e Sudeste -- apesar de mais caros; entretanto com o cuidado de observar o uso intensivo em trilhas, picadas e barrancos, tão comum em regiões serranas desses estados.
Conclusão: Achar uma “mosca branca de olhos azuis” dentro desse segmento de SUVs 4x4, é mais difícil que encontrar cabeça de bacalhau...
Verdade seja dita, não podemos esquecer que existem estas mesmas condições de praia e muita maresia em muitos outros municípios do sul e sudeste do nosso país, ou seja isso não é só um problema do nordeste, viaturas boas e ruins encontramos em todos os estados, foi dado como exemplo viaturas que são trocadas com dois anos, será que essas viaturas submetidas a tantos maltratos e salinidade, chegariam a dez ou mais anos quase perfeitas, levando em consideração o desgaste natural, como econtramos muitas em nossa região? Encontramos muitos colegas postando as bombas ambulantes que também encontram em suas buscas por uma viatura nestas regiões. O "mínimo" e mais sensato que podemos conseguir é o "pedigree" da VTR, notas fiscais de tudo que foi feito, inclusive em sua convervação, quem não deve não teme e o que vale é o que está escrito, pois nenhum vendedor vai assumir a falta de cuidados e as estrepolias que fez com sua VTR em nenhum lugar do globo terrestre, zero e sem defeitos só na concessionária, a mosca branca de olhos azuis tão procurada é encontrada depois de muita........ muita....... garimpagem e paciência seja lá onde for.
Às vezes nem lá...
É só verificar a quantidade de reclamações de usuários de a Nova Ranger; tiram o carro zero hoje, amanhã já batem à porta da css pra reparar problemas que vêm da própria montadora... É complicado! Por incrível que pareça o usuário tem que ter sorte até pra comprar carro novo hoje em dia.
Quanto ao meu comentário anterior gostaria de acrescentar que existem exceções sim. É notório que nem todos os usuários e proprietários de SUV – no caso da SW4, VT que estamos falando – fazem uso de seus recursos off-Road. Algumas aqui em Natal nunca nem andaram em areia de praia, e muito menos em Dunas, é fato. Mas, realmente como vc bem citou, se pesquisar encontra sim carro bem conservado. No caso do “pedigree” seria interessante se pudéssemos comprar algo sempre de alguém conhecido, ou de um amigo do conhecido. É raro encontrar lojistas que comercializam Vt com mais de dez anos de uso que tenham algum conhecimento específico ou particular sobre determinado veículo, ademais foram, muitas vezes, uma sequencia de proprietários que até se perde no tempo. Por fim, creio que a “alma” do negócio em se tratando de carro usado, principalmente SUVs e 4x4, é ter calma na busca e não se deixar levar pelas emoções, com isso a chance de acerto aumenta.
Boa tarde, demorei para postar, mas felizmente somente poucos percalços, to aproveitando um pouco a viatura.
Postarei os detalhes depois.