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    10/04/2014
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    Relato de viagem Jalapão julho de 2015

    Viatura: Tracker 2007/08 2.0
    Modificações: Lift 1”, pneus 225/70 AT, proteções rc 4x4


    O Jalapão é incrível, bruto, como muito se ouve por lá... e merece ser novamente visitado.

    Roteiro: Saída de Goiânia até Porto Nacional, e de lá até Ponte Alta, onde dormi numa pousada. Aproveitei e curti a noite já que rolava a temporada de praia. Som alto, loucura, gente bonita, musica boa kkk.

    1° dia. Tanque cheio em Ponte Alta. Gasosa sem bandeira. Parti. Visitei o cânion Sussuapara (bem legal), a cachoeira do Lajeado (primeira prova 4x4 hard) e a cachoeira da Velha/prainha (lugar incrível). Dormi na sede da fazenda (que era do Pablo Escobar kkk). Estrada até a Velha é bem ruim, muitas pedras, mas foi de boa.

    2° dia. Mais uma visita à Velha. Parti rumo às dunas. Parada na ponte sobre o Rio Novo para informações: trecho bem ruim adiante, 4x4 ligada até chegar na recepção ou entrada das dunas. Servidores estaduais do parque na entrada relataram os nada animadores 5 km que me esperavam... muita areia e facão. Fui na tora. Liguei a reduzida e fui bem no começo. Escolhi um caminho ruim (já que eram tantos meandros ali) e fiquei numa subidinha que tava só a areia, perdi o controle (vacilo meu) e fui no facão. Não lembrei de baixar a pressão dos pneus antes. Calor brabo e uma mutuca pra cada pedaço do corpo. Logo um Jeep Rubicon apareceu vindo em direção oposta (parecia uma miragem), voltando das dunas, e me guinchou... sai e consegui chegar até o ponto final. Dunas e mais dunas... que lugar fantástico. Andei pelas dunas até o sol se por e proporcionar uma experiência muito legal... a areia mudando de cor, o vento constante, um amontoado de gente aparecendo e apreciado o visual (esperava um lugar mais remoto, mas sinceramente teve uma hora que as dunas pareciam um parque urbano, muita gente brotou ali). Hora de voltar e essa foi a parte tensa. Não deu outra... mesmo na reduzida a tracker ficou de novo. Escureceu. Ja tinha desistido e deixado o carro pra trás. Mas aí um casal paulista de Frontier apareceu (muito amigáveis, pessoal de primeira) e tentou puxar... nada. Logo depois uma Amarok apareceu, solidarizou-se e tentou. Nada. Uma Ranger tentou e também nada. A Ranger foi amarrada na Amarok e ela na tracker e ai sim consegui sair. Isso depois de muito suor. Meu amigo, foi bruto... no fim, tirando o perrengue, foi legal, muitas risadas. Segundo o funcionário do parque isso acontece direto. O lance é conhecer o caminho e fazer a melhor escolha. Dormi em frente a recepção do parque, do outro lado da estrada, num camping bem “trash” atrás de um boteco. Na verdade não dormi, por que a noite ventou demais. Sem exagero, o capiroto passava a cada 15 minutos trazendo o redemoinho. Ventou demaaaais.
    Penso que a tracker, mesmo com o lift, não deveria ter ido ali... era baixa em vista dos facões e quando o diferencial e o tanque grudam na areia e a roda gira livre... já era. O tal do bloqueio do diferencial talvez me salvasse aqui. Para pick ups como as Mits triton (era o que mais tinha), o trecho não fazia nem cócegas. Vivendo e aprendendo.

    3° dia. Sai cedo e rumei pra Serra do Espírito Santo. Enfrentei um trecho de areia até seu sopé, um pouco tenso, mas passou. Subida bem puxada, e uma caminhada bem agradável no topo plano, sempre me surpreendendo com as ventanias repentinas... alias, o vento é o grande modelador daquelas paisagens e isso era bem perceptível... mais ainda quando alcancei o mirante da serra, com as dunas lá em baixo e o solapamento da serra totalmente ativo. Formava-se até uma cortina de vento com os grãos de areia suspensos... entende-se todo o processo de formação dessa paisagem muito peculiar. Água, muita água para afrontar o sol brabo. Depois de descer e fui até Mateiros. Tanque cheio no posto Barretão. Gasosa aditivada e cara, mas de bandeira. De lá fui pro Fervedouro do Ceiça. Decepcionante... não pelo lugar, que é chocante e belo... tentar afundar e não conseguir é muito legal, mas tinha tanta gente no lugar que a paisagem perdeu a graça. Cheguei la já era perto do por do sol. Mas era muita gente mesmo, de fazer fila. O local estava até um pouco degradado pelo tanto de visitantes pisoteando. O tempo de 20 minutos no fervedouro passou pra 10 de tanta gente kkkk. Dormi na beira da estrada, próximo a um riacho.

    4° dia. Logo cedo fui p/ a cachoeira da Formiga. Sensacional. Perfeita para mergulhos... estrada de acesso legal para 4x4, nada difícil. Depois de lá, outro fervedouro, dos Buritis. Bonito. Voltei, enchi o tanque novamente em Mateiros e acampei próximo a ponte do Rio Novo. Antes disso passei novamente em frente a entrada das dunas. Dessa vez exitei em ir com a tracker e tentei uma carona... mas me deparei com um senhor cobrando 100 reais pelo trecho de 5 km. Sem base.

    5° dia. Sai cedo sentido Ponte Alta. Mesmo andando devagar e sabendo do perigo de tanta pedra no caminho não consegui evitar o provável: uma pedra pontuda achou o lado do pneu traseiro esquerdo, fazendo um rasgo. Trocar pneu no areião não foi muito legal. Chegando em Ponte Alta fui ao borracheiro que fez a famosa gambiarra, colocando um tampão por dentro do pneu e uma câmara de ar. Rodou bem, por incrível que pareça. Depois do almoço fui até a pedra furada 1, me perdi no meio do caminho, entrei numa plantação de eucalipto e enfrentei o areião, dessa vez com êxito (nada perto da estrada p/ dunas). De lá quebrei rumo a Almas-TO. No caminho outra pedra furada, muito mais legal que a primeira. Segui caminho até outros destinos em Almas, que são capítulos a parte nessa viagem.

    6° dia. Depois de explorar Almas (usei bastante o 4x4 lá em estradas com pedras e fui em lugares incríveis), voltei pra estrada anterior e continuei em frente até a Cachoeira da Talha do Brejo do Boi... acesso por estrada bem difícil, mas consegui chegar “na tora”. Pena que tinha pouca água na cachu. Show a parte por conta de uma arara azul que fez ótima companhia. Dormi na Cachoeira do Soninho.

    7° dia. Rumei até a Cachoeira da Fumaça, da Fumacinha, do Eugênio e caverna Terra Boa, tudo perto. Atravessar a ponte (era uma ponte?) sobre o rio das Balsas exigiu adrenalina. Mutucas. Pouso em Dianópolis. Daí rumei pra Cavalcante, na Chapada dos Veadeiros e por ali fiquei mais uns 5 dias. Não vou descrever por onde estive lá, apenas relato uma subida muito punk que enfrentei com a 4x4 (não tava de reduzida) que fez sair fumaça da embreagem. Assustei.

    Tracker - Saldo do Jalapão
    Rodei mais de 2 mil km
    -Um pneu praticamente novo rasgado, mas que foi engenhosamente reaproveitado e rodando ate hoje sem problemas;
    -Um vazamento no radiador (tinha que completar o nível a cada 50 km) facilmente resolvido;
    -Alguns problemas com a carenagem dianteira da caixa de roda que soltaram;
    -Pequenos rasgos nas laterais dos pneus traseiros por conta do contato deles com as extremidades das carenagens, ocasionados principalmente quando passava por ondulações (foram muitas) e dava fim de curso dos amortecedores. Verifiquei isso em Mateiros (medo!) e lá um borracheiro gente boa resolveu o problema retirando os pneus e batendo na carenagem com um martelo pras pontas ficarem pra cima;
    -Por sorte não perdi a embreagem em Cavalcante;
    -Reaperto geral da suspensão aqui em Goiânia e manutenção preventiva, apenas;
    -A tracker é bem confiável, me levou a quase todos os lugares, exceção das dunas. Consumo alto em trilhas. Dificuldade em trilhas em Almas e Cavalcante pela falta do bloqueio. Como novato no mundo 4x4 e diante de tais experiências fui ler mais sobre o tal bloqueio do diferencial... esse item é essencial!! Pena que são muito caros!!
    4X4 Brasil

  • #98
    Usuário Avatar de Alexandre Mello
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    Citação Postado originalmente por luizmachado Ver Post
    Relato de viagem Jalapão julho de 2015

    Luiz,

    O areião nas dunas é realmente o pior trecho no Jalapão. Consegui entrar e sair sem ficar preso na areia. Já fiz muitos deslocamentos em dunas no litoral. Off Road é pura prática.

    Bloqueios Eaton, ARB ou Kaiser são os melhores e como você citou, muito caros. Optei por Guincho Elétrico que mesmo com Cabo Sintético (Kevlar) sai mais barato do que bloqueio e tira de enroscos piores.

    Os 2 maiores e melhores Fervedouros do Jalapão estão em São Félix do Tocantins, não em Mateiros. São eles: Bela Vista e Alecrim. No Bela Vista cabem umas 20 pessoas tranquilamente, mas limitam em 10 para não degradar o Fervedouro. Detalhe: pouca gente conhece e tem frequentado São Félix do Tocantins e Novo Acordo, lugares que vale a pena desbravar.

    Fiquei com vontade de retornar a Alto Paraíso de Goiás e explorar as Cachoeiras na região da Chapada dos Veadeiros. Vale uns 10 dias de férias por lá.

    Tive de rodar quase 1.000 Km entre Palmas e Goiânia, pois em Palmas não tinham os Amortecedores Dianteiro e os Terminais de Direção para a Tracker. Encontrei esses ai na Jaicar Autopeças e instalei em uma oficina vizinha. Fiz o alinhamento próximo ao Shopping.

    Bacana o seu relato.

    Abraços!
    Troller T4 3.0 TDI 2010/2010 ("Novo Parceiro")
    Tracker 2.0 J20A 2007/2008 ("Velha Parceira")


  • #99
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    22/09/2015
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    E aí, galera. No final de julho/2015 estive no Jalapão, só que de moto. Passei também por Chapada dos Veadeiros e Diamantina, fazendo o mesmo percurso que muitos de vocês.

    Voltando no post teve uma discussão sobre o como ou o melhor caminho para se chegar a Mateiros. Não fiz a volta no Jalapão, então posso falar de um dos melhores trechos para acessar o Jalapão, principalmente pra quem vem da Bahia ou quer ir pra lá.
    Trata-se do trecho Mateiros-Coaceral, que tem aprox. 115km. Acho que dá pra fazer tranquilo sem GPS, pegando apenas algumas referências de distâncias, principalmente com os moradores locais. Pra quem tem Garmin, fiz esse trecho e disponibilizei o tracklog no Wikiloc: http://www.wikiloc.com/wikiloc/view.do?id=10393667

    Sobre a estrada, ela passa por uns projetos de soja do oeste baiano, então está bem cuidada. Dizem que no período chuvoso forma uma lama que nem 4x4 passa, pois "encapa" os pneus. No geral tem algumas costelas de vaca, pouca areia pesada e pouca pedra solta. Esse caminho que fiz NÃO PASSA pela Pedra da Baliza.

    Outra forma de se chegar a Mateiros é via Dianópolis, pegando um bom trecho de terra (acredito que quase 200km, mas não tenho certeza). Acredito que a condição dessa estrada seja parecida com a Mateiros-Coaceral, já que existem projetos agrícolas naquela parte do Tocantins.

    Pra quem quer fazer o Jalapão, tem o já tradicional caminho Ponte Alta-Mateiros. Como fui de moto não sofri muito nas costelas de vaca, mas sim na areia pesada. Pra atualizar o status da estrada: Saindo de Ponte Alta, são aprox. 50km de terra/cascalho patrolados. Dá pra acelerar tranquilo. Depois da ponte sobre o Rio Vermelho começam os panelões de areia, de diversos tamanhos. Próximo ao trevo para a Cachoeira da Velha terminam os panelões e começam os cascalhos soltos. Muita pedra e pouca areia no caminho que leva à cachoeira. Seguindo o trevo sentido Mateiros a estrada melhora um pouquinho, em relação ao trecho após o Rio Vermelho. Ainda tem um bocado de areia pesada, principalmente na chegada às dunas (depois da ponte sobre o Rio Novo). Após as dunas a estrada está RELATIVAMENTE boa, com mais cascalho e costela de vaca do que areião pesado. Depois de Mateiros (sentido fervedouros e São Félix) a estrada também está relativamente boa, com pouquíssimos trechos de areia.

    O acesso às dunas é realmente complicado. Como fui de moto, deixei ela na guarita do Parque e fui de carona no caminhão dos brigadistas. Na volta, como saiu todo mundo em fila indiana, tivemos que ajudar a desatolar 3 carros. O ideal é dar distância e não perder o embalo. Dirigir a noite em último caso. Pra quem gosta de acampar, dá pra passar a noite na sede da Cachoeira da Velha e das Dunas sem pagar nada. Na Cachoeira da Velha tem chuveiro quente e energia elétrica nas tomadas. Só conversar com o Guilherme, que é o caseiro da antiga fazenda do Pablo Escobar (ele não trabalhava pro cara, só pra esclarecer hahaha)

  • #100
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    Até que enfim encontrei nos relatos alguém que foi até a Cachoeira da Fumaça, e mais ainda, atravessou a ponte. Meus parabéns! Minha mulher e o casal de amigos não me deixaram atravessar de jeito nenhum.A moradora da fazendinha depois da ponte disse que uma vez passou até um caminhão carregado de cimento. Mas no meu caso não adiantou. Para que os outros saibam, vou postar a foto da ponte. -ponte_3.jpg

  • #101
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    Na Chapada dos Veadeiros, Alguns km depois da Vila de São Jorge; temos uma piscina termal excelente agreste, nada de sofisticação mas 3 piscinas conjugadas, cada uma com uma temperatura diferente da outra. Pouca gente, as vezes vai estar lá só você. Mande preparar uma galhinda para quando retornar. Leve um isopor com gelo e compre lá as bebidas ( algo mais sofisticado leve e diga que vais usar pois não tem lá - creio que não cobrarão taxa por isso ) Entrada acho que 10 ou 15 reais . GPS: Latitude -14.225930° e Longitude -47.920847°

  • #102
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    Eu não arrisquei passar na ponte da cachoeira da fumaça, pois tinha um pedaço da ponte que havia sido queimado:



    Rodrigo
    SW4 95 2.4 gasolina (22R-E)

  • #103
    Citação Postado originalmente por r0d Ver Post
    Eu não arrisquei passar na ponte da cachoeira da fumaça, pois tinha um pedaço da ponte que havia sido queimado:



    Passamos nessa ponte em julho, 3 caminhonetes (1 ranger, 1 triton e 1 hilux)e 25 motos, partimos de Barreiras-ba e voltamos pela garganta, jalapao é tranquilo e não é tão desabitado quanto falam

  • #104
    Usuário Avatar de r0d
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    12/10/2005
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    Citação Postado originalmente por Fernandes Kappes Ver Post
    Passamos nessa ponte em julho, 3 caminhonetes (1 ranger, 1 triton e 1 hilux)e 25 motos, partimos de Barreiras-ba e voltamos pela garganta, jalapao é tranquilo e não é tão desabitado quanto falam
    Já estava queimado assim quando voce passou?
    Rodrigo
    SW4 95 2.4 gasolina (22R-E)

  • #105
    Citação Postado originalmente por r0d Ver Post
    Já estava queimado assim quando voce passou?
    Sim estava, e creio que não arumem tão cedo

  • #106
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    23/08/2015
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    Tópico realmente inspirador! Parabéns Alexandre pelo cuidado com os relatos e experiência passada, especialmente para os novatos como eu. Esse lugar é espetacular e foi um dos motivos que me fez comrpar um 4x4: conhecer lugares inesquecíveis! Espero quanto antes poder botar meu 4x4 na estrada pra uma aventura dessas.
    Quer acompanhar minhas aventuras? Basta me seguir no Instagram @decomedrj

  • #107
    Usuário Avatar de amebbo
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    17/10/2015
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    rio de janeiro/RJ
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    Estou coletando dados
    montei um pequeno mapa ainda incompleto
    -jalapaoweb.jpg
    Band Curta 85 - Beduina

  • #108
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    20/08/2011
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    ARARAS/SP
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    Agradecimento: 1
    Amebbo, voce pretende ir quando.
    Estou planejando ir com meu filho numa data entre a virada do ano e o carnaval, de 10 a 15 dias no maximo.
    Sei que é chuva, mas é quando da para ir sem meu filho perde aula.
    Se alguem interessado estiver afim de ir da um toque.

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