
Postado originalmente por
AndersonPoa
Srs, srs...
Parece briga de familia... todos tem razao, e ninguem tem TODA a razao...
O que é correto afirmar é que NAO se entra em "peleia de cuzco graudo" achando que vai haver obediencia a regras, que a briga vai ser limpa, etc.
Nisso o Bill tá coberto de razao: foi INCOMPETENCIA na avaliacao do grau de endividamento para atender projetos especificos (para governos "inconfiaveis") que levou a ENGESA (de excelentes produtos, alta competencia tecnica, etc) à falencia.
Nao vai e nunca vai haver concorrencia livre e leal no mundo competitivo.
Quem tem mais poder de pressao vai usa-la, e paises como o Brasil devem tirar a maxima vantagem da velocidade e adaptabilidade às mudancas que esses processos impoem.
Vejam exemplos como a China (mao-de-obra barata), Japao (alta robotizacao de linhas), Coreia, India (em software), que desbancaram empresas e nichos americanos DENTRO dos proprios EUA.
Cada uma dessas empresas "estrangeiras" (Sony. Suzuki, Matushita, etc) percebeu as fraquezas e pontos fortes de seus oponentes mundiais (leiam-se americanos e europeus), planejaram muito bem suas acoes e as implementaram em ritmo apropriado, conquistando mercado.
Entao chega dessa "xurumela" de que somos sempre roubados, enganados, e coisas afins. Temos é de aprender a licao, planejar e planejar muito mais do que simplesmente executar.
Ou a Petrobras nao sofre concorrencia de ninguem lá fora?
Ou os americanos "adoram" que a Gerdau continue a incorporar empresas de metalurgia em solo americano, canadense e e europeu?
Ou a Embraer nao incomoda com seus produtos modernos e de otimo desempenho, a custos competitivos?
Tao importante quanto saber fazer é saber O QUE, QUANDO e ONDE competir, mudando a estrategia cfe a necessidade.
Só ser bom num aspecto ou dois, nunca foi suficiente para prolongar o sucesso de uma empreitada.