Eu pensei um pouco numa forma de visualizar o que está em jogo com os nossos vetores e rabisquei as seguintes fórmulas simplificadas:
veja a figura abaixo
Ra = {(P.y)-M}/(x+y)
Rb= {(P.x)+M}/(x+y)
Onde
Ra, Rb é a reação no solo devido ao momento M
em linha reta, M=0 e Ra=Rb=1/2 P
Na figura, Ra<Rb devido ao momento de capotagem.
x+y é a bitola e pode ser considerado um fator constante, para simplificar.
P é o peso
M= (m.v²)/ r
M é o momento que causa o giro e depende da aceleração na curva
m é a massa do CJ
v é a velocidade na curva
r é o raio da curva
Assim, analisando as equações acima, o equilíbrio do CJ estaria basicamente em função da bitola e da altura em relação ao solo da força Fc que gera o momento de capotagem, que é função da massa , quadrado da velocidade e inversamente proporcional ao raio de cuva.
Até onde posso ver, a parcela devio ao passeio de CG devido à mudança da posição da mola é infimo, comparado com outros fatores com grandezas muito superiores.
Isto só seria realmente importante se existisse apenas uma mola na linha do CG e se essa deixasse a carroceria correr de um lado para o outro.



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