
Postado originalmente por
Daniel Engelbrecht
Teve uma vez que uma mola-mestra, da dianteira também, quebrou lá em São Thomé das Letras. Na hora, fiquei muito puto. Parei numa oficina de fundo de quintal e achei uma lâmina da mesma espessura e largura da do Samurai, só que bem mais comprida. A sorte é que tinha um ferreiro na cidade. Ele cortou a lâmina e fez os olhais na forja, daquele jeito bem primitivo: esquentando até o metal ficar incandecente e batendo com o martelo para fazer a curvatura. Achei que o feixe, nessas condições, ia quebrar rapidinho, mas durou mais de dois anos. Quando troquei, dois anos depois, ele ainda estava inteiro. Só tirei porque queria colocar um mais arqueado.
Depois, até agradeci que quebrou em São Thomé das Letras o feixe, pois para "fabricar" a lâmina e colocar o cara cobrou R$ 40 apenas!