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  1. #61



    Citação Postado originalmente por Walter da Camper Ver Post
    Uma tendência que eu tenho percebido nas trilhas é o uso dos UTV no lugar dos jipes.
    Por ser um veículo não emplacado, o UTV não se sujeita às normas gerais aplicadas aos veículos automotores comuns (limites de emissão, air bag, abs, tipo de combustível...).
    Eu, particularmente, não vejo lógica pagar 160mil dinheiros num veículo que não pode rodar em vias públicas e tem que ser transportado até as trilhas, já que pelo mesmo preço posso comprar um Troller que, além de fazer trilha, serve para viajar, ir ao trabalho, levar criança na escola, ou seja, faz muito mais funções pelo mesmo preço. Mas vejo bastante gentes que pensa diferente.
    Nesse cenário, será que vale à pena investir num projeto totalmente novo de jipe elétrico que possa ser emplacado?
    Já foi dito em alguma parte desse forum que no futuro o esporte off-road ficará limitado a locais fechados (fazendas que abrem trilhas e cobram por isso), diante das restrições ambientais nas matas do governo.
    Eu acrescentaria nessa profecia, além de locais fechados, o off-road no futuro será com veículos diferentes daqueles que usamos nas ruas, possivelmente alugados pelos próprios parques off-road.
    Eu já não tenho uma visão tão pessimista assim. Acho que tem muitas áreas ainda sem estradas, sem pontos turísticos, que não viraram APA e que vão continuar assim. Elas não são conhecidas, não estão nos sites de internet e não atraem pessoas. Outras passaram a atrair por causa de um restaurante, um camping, etc.

    E acredito que a paixão por jipes irá transcender épocas, legislações, etc. Mesmo que chegássemos ao pior cenário, como de restringir a prática a locais fechados e preparados pelo homem, ainda existirão pessoas que querem andar na cidade com um jipão. As inundações, enchentes, catástrofes, continuarão a acontecer ou irão piorar e a necessidade por veículos 4x4 continuará sempre a existir e conquistar muitos corações.

    Acho também que o mercado de gaiola e UTV é completamente distinto. Veículos descabinados são de uma tribo específica do off-road e não substituem a necessidade e paixão por veículos cabinados.

  2. #62
    Usuário Avatar de CAPT GOTTLIEB
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    Os veículos elétricos só irão substituir os veículos a combustão interna se a tecnologia, a manutenção e o custo for mais interessante. Até meados dos anos 60 os navios eram o principal modo de transporte de um continente para outro. As viagens aéreas eram caríssimas e um tanto arriscadas. Lentamente o consumidor percebeu que podia ir de São Paulo para Roma em menos de um dia e a um custo bem menor do que ficar duas semanas num navio para fazer a mesma rota. Nos anos 70 só sobrou a navegação de carga e os navios de passageiros viraram navios de cruzeiro (hotéis flutuantes). O governo ameaça decretar a extinção do carro convencional em 2030. Será? Faltam apenas 9 anos! É exequível usar a Lei para mudar tecnologia, hábitos, costumes, tradição, treinamento, etc? Só mesmos em terríveis ditaduras! O veículo elétrico será imbatível e deixará o carro a combustão para a história na hora em que ele for acessível ao povo, tiver uma manutenção de custo razoável e disponibilidade fácil para recarga de energia elétrica. Será necessário fazer o mesmo caminho que o avião fez para derrotar o transatlântico. Até agora estou vendo e escutando muita falação e pouca ação. Desde o século XIX se sabe que os motores elétricos tem rendimento acima de 90% e os melhores motores a explosão mal chegam a 30%. Constroem-se submarinos nucleares, pois o convencional diesel-elétrico tem muita limitação com as baterias. Ah! Mas agora as baterias estão melhores e duram muito mais! Sim, é verdade, mas precisam ser recarregadas em intervalos não muito longos. A eletricidade não foi usada nos motores automobilísticos no século XX apenas porque é um tipo de energia de transporte e armazenamento complexos. Por que ninguém mais usa cavalo ou mula como meio de transporte? Todos usam carro, até no meio rural. O animal de montaria ou tração tem um custo nada desprezível, manutenção com alimentação, abrigo, cuidados, além de ser muito lento e espalhar dejetos pelas ruas. Porém, o cérebro humano pode descobrir e inventar coisas notáveis e nada impede que tenhamos um carro elétrico a custo aceitável, manutenção mais rápida e simples, baterias de duração mais longa e recarga de energia amplamente disponível e barata. Enquanto isso não for feito de nada adiantará o parlamento e o executivo inventarem leis para mudar a tecnologia na marra!
    VW-GAIOLA 1600 (8x35); JIPÃO BAND 1983;
    https://www.4x4brasil.com.br/forum/f...ao-o-onca.html

  3. #63
    Usuário Avatar de Walter da Camper
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    Nobre Capitão. É exatamente isso que vem acontecendo há anos - O governo inventando leis para mudar a tecnologia na marra, nos impondo novos hábitos e costumes.
    Só para ficar no campo do diesel, eu cito 2 exemplos:
    1-de 2005 para cá as fabricas foram obrigadas a abandonar a consagrada tecnologia da injeção mecânica de diesel e adotar sistemas eletrônicos que são os únicos que atendem à norma Euro 3.
    2-há 8 anos era possível deixar um veículo a diesel parado por longo período, sem danos ao motor. Hoje, com a adição do biodiesel e redução do teor de enxofre, o combustível passou a ser perecível. Experimente deixar um veículo um ano parado para ver o que acontece ao sistema de injeção (mecânica ou eletrônica).
    Ambas mudanças nos foram enfiadas goela abaixo na base da canetada, independente da discussão se elas são boas ou não (ou para quem).

    Citação Postado originalmente por CAPT GOTTLIEB Ver Post
    ...É exequível usar a Lei para mudar tecnologia, hábitos, costumes, tradição, treinamento, etc? Só mesmos em terríveis ditaduras!
    ... Enquanto isso não for feito de nada adiantará o parlamento e o executivo inventarem leis para mudar a tecnologia na marra!

  4. #64
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    Bacana ler o debates aqui Top aprendi bastante. Sou formado em Design Industrial e Faço Engenharia Automotiva além de ser Técnico em Design Gráfico, termino este ano o curso de Engenharia, fiz um trabalho sobre combustíveis, cheguei na conclusão (ao menos no trabalho que eu fiz) nos veículos eletrificados, mas na questão do Brasil ainda possui alguns empecilhos, como infra estrutura etc, mas acho que tudo demanda tempo tambem. Também acho que o futuro são os carros elétricos. Como disse antes para a montadora é mais rentável, na questão da fabricação, projeto, espaço interno enfim. Sobre a extinção dos motores a combustão, acredito que ocorrerá gradativamente, em 2030, serão retirados do mercados Motores a Combustão mas movidos a Combustíveis Fósseis (Gasolina e Diesel), lembrando que temos o Etanol e o Biodiesel, sem contar o Gás. Agora em 2040 será sim extinto todos os motores a combustão. Mas acredito que pode surgir outros tipos de combustíveis 100% limpo, neste período, pois as pesquisas não param, para complementar os movidos a eletricidade. Se não me engano o Japão já desenvolveu um combustível Sintético 100% limpo que pode ser utilizado nos motores a combustão futuramente. Tudo demanda de tempo e estudos. A mobilidade elétrica está aí entrando no mercado, e estão voluindo tambem, na questão de recarga e na reciclagem, este que é um problema para as baterias. Mas é certo os veículos elétrico veio para ficar.

    “Pesquisadores desenvolveram uma nova formulação para baterias que poderá permitir a construção de carros elétricos que poderão ser recarregados muito mais rapidamente que os modelos atuais. Tão rápido quando o tempo necessário para encher o tanque de um veículo a combustão”

    O segredo está no uso de um material chamado “fósforo negro”, que tem propriedades similares ao carbono. Quando átomos de carbono são interligados em uma camada com apenas um átomo de espessura, temos grafeno. Se o carbono for substituído pelo fósforo negro, temos um material chamado “fosforeno”.

    O problema com o fosforeno é que, assim como outros materiais, ele se expande à medida que acumula íons de lítio, levando a uma falha estrutural que interrompe o fluxo de energia elétrica quando submetido a ciclos de carga e descarga. Eventualmente estas falhas se tornam numerosas o bastante para inutilizar a bateria . “O material recuperou 80% de sua capacidade total em menos de 10 minutos e tem uma vida útil de 2.000 ciclos de operação à temperatura ambiente, medidos em condições compatíveis com os processos de fabricação industrial”, disse o professor Sen Xin, do Instituto de Química da Academia Chinesa de Ciências, que foi o co-autor principal do estudo. Segundo o professor Xin, se a produção em escala for atingida, seria possível produzir uma bateria de íons de lítio com uma densidade energética de 35 Watts/hora por kg.

    Sobre a Reciclagem das Baterias elétricas
    “Como a vida útil das baterias é de até 15 anos, não só a procura por baterias novas irá aumentar em breve, mas também o número de baterias velhas descartadas. E elas têm um grande valor.
    "A longo prazo, até 40% das matérias-primas necessárias como lítio e cobalto poderão ser obtidas por meio da reciclagem de baterias", afirma Kerstin Meyer, do observatório Agora Energiewende. "Nós estimamos que, em 2030, cerca de 10% da necessidade de matéria-prima para baterias poderá ser coberta pela reciclagem."
    Se as montadoras de automóveis não vendessem as baterias, mas apenas as alugassem, elas estariam interessadas desde o início em usar baterias de tal maneira que pudesse ser recuperado o maior número possível de materiais valiosos. A Renault já oferece aos compradores de automóveis a opção de apenas alugar a bateria em vez de comprá-la. Kerstin Meyer acha que isso é uma boa ideia, "porque ela também reduz os custos da compra de veículos elétricos". Existem exemplos similares em outros setores, como roteadores das operadoras de internet que são alugados.
    Atualmente, as montadoras de automóveis estão recolhendo suas baterias usadas de seus próprios carros elétricos e as colocam no processo de reciclagem, que é feito por empresas especializadas.
    Enquanto isso, as fabricantes de carros também se debruçam sobre o assunto. A BMW, juntamente com uma empresa de reciclagem e uma fabricante de baterias, quer tornar possível um "ciclo de vida fechado" para as baterias de automóveis.

    A Nissan também construiu a sua própria fábrica de reciclagem de baterias no Japão, e a Volkswagen também planeja colocar em funcionamento uma fábrica desse tipo ainda neste ano.

    O problema do Etanol é a Queimadas das Cana de Açucar e os caminhoes a Diesel que o Transportam da colheita, e depois para os postos de combustiveis. O Brasil pode sim avançar mais nessa área acredito, alem dos elétricos. Talvez um novo tipo de Etanol alguma outra substancia que complemente este e tambem obvio evoluir nos veiculos elétricos.
    4X4 Brasil Razão: Adequar regras de postagem 2 / 2.4 e 2 /2.16

  5. #65
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    Voltando ao TROLLER rsrs. A TROLLER retirou a versão com cambio Manual No site da TROLLER, já não existe mais o modelo com Cambio Manual no modelo 2021, somente Automatico nas versões XTL ( R$ 173.200,00) e TX4 (184.750). Estranho né?

  6. #66
    Citação Postado originalmente por Fedesign Ver Post
    Voltando ao TROLLER rsrs. A TROLLER retirou a versão com cambio Manual No site da TROLLER, já não existe mais o modelo com Cambio Manual no modelo 2021, somente Automatico nas versões XTL ( R$ 173.200,00) e TX4 (184.750). Estranho né?
    Acredito que na linha de montagem, não há muita diferença entre produzir um carro manual ou automático. O automático é mais caro , e deve dar um lucro maior. Deve ser considerada também a hipótese de haver um número reduzido de caixas manuais para o motor 3.2 em estoque ( acho que 100% das Rangers 3.2 tem câmbio automático. Como compartilha o motor com a Ranger 3.2.... ).
    4X4 Brasil

  7. #67
    Citação Postado originalmente por Walter da Camper Ver Post
    Nobre Capitão. É exatamente isso que vem acontecendo há anos - O governo inventando leis para mudar a tecnologia na marra, nos impondo novos hábitos e costumes.
    Só para ficar no campo do diesel, eu cito 2 exemplos:
    1-de 2005 para cá as fabricas foram obrigadas a abandonar a consagrada tecnologia da injeção mecânica de diesel e adotar sistemas eletrônicos que são os únicos que atendem à norma Euro 3.
    2-há 8 anos era possível deixar um veículo a diesel parado por longo período, sem danos ao motor. Hoje, com a adição do biodiesel e redução do teor de enxofre, o combustível passou a ser perecível. Experimente deixar um veículo um ano parado para ver o que acontece ao sistema de injeção (mecânica ou eletrônica).
    Ambas mudanças nos foram enfiadas goela abaixo na base da canetada, independente da discussão se elas são boas ou não (ou para quem).
    O primeiro motor a diesel eletrônico foi feito em 1987, 10 anos após a invenção do Common Rail. Foram em torno de 20 anos ou mais pra essa "tecnologia tão complexa" chegar (ou ser imposta) ao Brasil.

    O culto ao "tecnologicamente defasado" no nosso meio se supera em todos os quesitos. Ao mesmo tempo que alguns vangloriam um Wrangler com mais de 100 sensores espalhados pelo veículo, outros acham um motor diesel eletrônico com 6 sensores, complexo demais.

    Os motores eletrônicos são usados não só na indústria automobilística, mas também na Náutica e Aeronáutica. Nenhum piloto de avião ou embarcação ficou insatisfeito com a eletrônica, assim como nenhum piloto de rally e principalmente: nenhum engenheiro mecânico conseguiu produzir um artigo que comprovasse cientificamente qualquer benefício em utilizar o sistema de injeção mecânico que estava sujeito a diversos desgastes e rotineiras regulagens para manter os padrões de eficiência e poluição originais.

    Contudo, há milhares de artigos que comprovam o benefício do uso da eletrônica nos motores em absolutamente todas as áreas.

  8. #68
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    Jorgão, a finalidade do comentário foi mostrar que há anos o governo impõe mudanças tecnológicas na canetada.
    Não tive a pretensão entrar no mérito se o eletrônico é bom ou não, já que essa discussão já está superada, com vitória do eletrônico.
    Ocorre que, mesmo o sistema mecânico sendo "ruim", conforme comprovam seus argumentos (muito competentes e pertinentes, diga-se de passagem), eu continuo tendo meu gosto pessoal, na verdade, uma paixão, pelo motor diesel tradicional (bomba injetora, cabeçote de ferro e sem correia dentada) e considero um grande feito da engenharia ter criado uma máquina tão robusta e funcional e, ao mesmo tempo tão simples.
    Outro exemplo, para sair da polêmica do diesel, são as motos 2 tempos que, mesmo banidas há quase 2 décadas, ainda são cultuadas por um grupo de entusiastas. Há também as lâmpadas residenciais de filamento, que tiveram a venda proibida para dar lugar às mini-fluorescentes e led que custam bem mais caro e não duram proporcionalmente a esse custo.

    Na minha opinião o governo deveria intervir menos na liberdade de escolha dos consumidores e das fabricas.
    "Ah...mas e como é que fica a questão da poluição?..." Simples, basta criar incentivos (redução de impostos) para aquisição dos novos produtos ditos "ecologicamente corretos" que o próprio mercado se encarrega de substituir a frota poluidora.
    Os gatos pingados que gostam de motor diesel velho e moto 2T, como eu, são em numero insignificante para que a poluição gerada em seus passeios de fim de semana tornem a vida na Terra inviável.



    Citação Postado originalmente por Jorgao Ver Post
    O primeiro motor a diesel eletrônico foi feito em 1987, 10 anos após a invenção do Common Rail. Foram em torno de 20 anos ou mais pra essa "tecnologia tão complexa" chegar (ou ser imposta) ao Brasil.

    O culto ao "tecnologicamente defasado" no nosso meio se supera em todos os quesitos. Ao mesmo tempo que alguns vangloriam um Wrangler com mais de 100 sensores espalhados pelo veículo, outros acham um motor diesel eletrônico com 6 sensores, complexo demais.

    Os motores eletrônicos são usados não só na indústria automobilística, mas também na Náutica e Aeronáutica. Nenhum piloto de avião ou embarcação ficou insatisfeito com a eletrônica, assim como nenhum piloto de rally e principalmente: nenhum engenheiro mecânico conseguiu produzir um artigo que comprovasse cientificamente qualquer benefício em utilizar o sistema de injeção mecânico que estava sujeito a diversos desgastes e rotineiras regulagens para manter os padrões de eficiência e poluição originais.

    Contudo, há milhares de artigos que comprovam o benefício do uso da eletrônica nos motores em absolutamente todas as áreas.

  9. #69
    Citação Postado originalmente por Walter da Camper Ver Post
    Jorgão, a finalidade do comentário foi mostrar que há anos o governo impõe mudanças tecnológicas na canetada.
    Não tive a pretensão entrar no mérito se o eletrônico é bom ou não, já que essa discussão já está superada, com vitória do eletrônico.
    Ocorre que, mesmo o sistema mecânico sendo "ruim", conforme comprovam seus argumentos (muito competentes e pertinentes, diga-se de passagem), eu continuo tendo meu gosto pessoal, na verdade, uma paixão, pelo motor diesel tradicional (bomba injetora, cabeçote de ferro e sem correia dentada) e considero um grande feito da engenharia ter criado uma máquina tão robusta e funcional e, ao mesmo tempo tão simples.
    Outro exemplo, para sair da polêmica do diesel, são as motos 2 tempos que, mesmo banidas há quase 2 décadas, ainda são cultuadas por um grupo de entusiastas. Há também as lâmpadas residenciais de filamento, que tiveram a venda proibida para dar lugar às mini-fluorescentes e led que custam bem mais caro e não duram proporcionalmente a esse custo.

    Na minha opinião o governo deveria intervir menos na liberdade de escolha dos consumidores e das fabricas.
    "Ah...mas e como é que fica a questão da poluição?..." Simples, basta criar incentivos (redução de impostos) para aquisição dos novos produtos ditos "ecologicamente corretos" que o próprio mercado se encarrega de substituir a frota poluidora.
    Os gatos pingados que gostam de motor diesel velho e moto 2T, como eu, são em numero insignificante para que a poluição gerada em seus passeios de fim de semana tornem a vida na Terra inviável.
    Na verdade Walter, seu posicionamento reflete justamente o que falei em comentários anteriores.

    Isso só vai mudar quando um engenheiro mecânico, com bolsa CNPq nível PQ-SR conseguir explicar para um mecânico com nível fundamental incompleto que os processos de fabricação evoluíram, que peso, não é sinônimo de resistência e que não seria surpreendente existir uma correia dentada, corrente, blocos de alumínio, entre outros que irão durar mais que uma engrenagem ou peças de um motor fabricado/projetado em 2000, 90s, 80s ou 70s onde os métodos eram simplesmente grosseiros e as peças possuíam altíssimos índices de falhas. Que se houvesse internet altamente difundida na época, com fóruns como esse, seria uma chuva de reclamações sobre diversos motores e projetos ditos como "simples e robustos". De fato, isso não ocorrerá. Vai demorar pra eu entrar numa oficina aqui no Brasil e ver o que vi na Europa e EUA.

    Além do mais, o brasileiro prefere acreditar que nossos filhos estudam 5 anos de engenharia mecânica, fazem mestrado, doutorado, se tornam pesquisadores em instituições renomadas na área e desenvolvem produtos com obsolescência programada pra serem usados numa terra plana.

    Torço para que um brasileiro, quem sabe a CAB, preencha o nicho do Troller com um projeto elétrico e revolucionário, que com certeza será muito criticado, mas quem sabe um dia aqui, a ciência prospere e conquiste o brasileiro...

  10. #70
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    Excepcional afirmação. Por sinal está polêmica tem servido ao menos para o retorno mesmo que tímido do uso no Fórum já que a debandada pra os grupos de WhatsApp foi gigantesco. Mais do que nunca se de fato perdemos a Troller no Brasil a troca de experiências e apoio dos donos deste jipão será fundamental.

  11. #71
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    Citação Postado originalmente por Jorgao Ver Post
    Na verdade Walter, seu posicionamento reflete justamente o que falei em comentários anteriores.

    Isso só vai mudar quando um engenheiro mecânico, com bolsa CNPq nível PQ-SR conseguir explicar para um mecânico com nível fundamental incompleto que os processos de fabricação evoluíram, que peso, não é sinônimo de resistência e que não seria surpreendente existir uma correia dentada, corrente, blocos de alumínio, entre outros que irão durar mais que uma engrenagem ou peças de um motor fabricado/projetado em 2000, 90s, 80s ou 70s onde os métodos eram simplesmente grosseiros e as peças possuíam altíssimos índices de falhas. Que se houvesse internet altamente difundida na época, com fóruns como esse, seria uma chuva de reclamações sobre diversos motores e projetos ditos como "simples e robustos". De fato, isso não ocorrerá. Vai demorar pra eu entrar numa oficina aqui no Brasil e ver o que vi na Europa e EUA.

    Além do mais, o brasileiro prefere acreditar que nossos filhos estudam 5 anos de engenharia mecânica, fazem mestrado, doutorado, se tornam pesquisadores em instituições renomadas na área e desenvolvem produtos com obsolescência programada pra serem usados numa terra plana.

    Torço para que um brasileiro, quem sabe a CAB, preencha o nicho do Troller com um projeto elétrico e revolucionário, que com certeza será muito criticado, mas quem sabe um dia aqui, a ciência prospere e conquiste o brasileiro...
    Tem uma reportagem sobre isso, acho que tem uma probabilidade da CAB MOTORS adquirir. Pois vi em outras noticiários o governador dizendo que pode outra empresa poderia assumir a TROLLER a fábrica e fabricar outro veículo, ja mudando o discurso deste antes dizendo que a TROLLER é uma marca de boas vendas no Brasil q seria bom dar continuidade, mas isso no início quando a Ford saiu, depois esses dias ja mudou o tom. Sei lá.

    Empresa Cab Motors quer assumir unidade da Troller no Ceara. – Motor Action Brasil

  12. #72
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    Citação Postado originalmente por Jorgao Ver Post
    Na verdade Walter, seu posicionamento reflete justamente o que falei em comentários anteriores.

    Isso só vai mudar quando um engenheiro mecânico, com bolsa CNPq nível PQ-SR conseguir explicar para um mecânico com nível fundamental incompleto que os processos de fabricação evoluíram, que peso, não é sinônimo de resistência e que não seria surpreendente existir uma correia dentada, corrente, blocos de alumínio, entre outros que irão durar mais que uma engrenagem ou peças de um motor fabricado/projetado em 2000, 90s, 80s ou 70s onde os métodos eram simplesmente grosseiros e as peças possuíam altíssimos índices de falhas. Que se houvesse internet altamente difundida na época, com fóruns como esse, seria uma chuva de reclamações sobre diversos motores e projetos ditos como "simples e robustos". De fato, isso não ocorrerá. Vai demorar pra eu entrar numa oficina aqui no Brasil e ver o que vi na Europa e EUA.

    Além do mais, o brasileiro prefere acreditar que nossos filhos estudam 5 anos de engenharia mecânica, fazem mestrado, doutorado, se tornam pesquisadores em instituições renomadas na área e desenvolvem produtos com obsolescência programada pra serem usados numa terra plana.

    Torço para que um brasileiro, quem sabe a CAB, preencha o nicho do Troller com um projeto elétrico e revolucionário, que com certeza será muito criticado, mas quem sabe um dia aqui, a ciência prospere e conquiste o brasileiro...
    Tem este vídeo tambem da Fábrica em Brasília.




    e esta foto com alguns modelos na frente.



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