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4º Dia de Viagem - 31/10/2011 - Segunda Feira
Saímos de Minaçu - GO, seguimos um pouco pela Belém - Brasilia, pegamos uma rodovia estadual que passa por Porto Nacional - TO, Palmas - To, Miracem do Tocantis e retornamos à Belém - Brasilia e se não me engano dormimos em Guaira - TO, passamos o dia na estrada.Anexo 378397Anexo 378398Anexo 378399Anexo 378400Anexo 378401Anexo 378402Anexo 378403Anexo 378404
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5º Dia de Viagem - 01/11/2011 - Terça Feira
Saímos de Guaraí pela manha com destino a Imperatriz -MA, no caminho optamos em não ir mais até Imperatriz, seguimos então até Wanderlândia - TO e pegamos à esquerda sentido Xambioá,com direito a para da no churrasquinho de "macaco", chegamos à Xambioá pegamos a primeira Balsa, e haveria muitas outras pela frente, atravessamos o Rio Araguaiadivisa dos estados do tocantis e Pará,
e seguimos em direção a Marabá, chegamos já era quase noite e lá dormimos.Anexo 378528Anexo 378529Anexo 378530Anexo 378531Anexo 378532Anexo 378533Anexo 378534Anexo 378535Anexo 378536Anexo 378537Anexo 378538Anexo 378539Anexo 378540Anexo 378541Anexo 378542Anexo 378543Anexo 378544Anexo 378545
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6º Dia de Viagem - 02/11/2011 - Quarta feira
A passagem por Marabá foi boa, mas acordamos cedo o dia estava bastante chuvoso, ajeitamos as viaturas e saímos em direção à BR230 "A FAMOSA TRANSAMAZÔNICA" em direção ao desconhecido, pois dali para frente nenhum dos 12 já tinham estado antes. Neste 1º dia de transamazônica a primeira coisa que sentimos foi a decepção; sabíamos que estávamos na floresta amazônica, mas a floresta já não existia. seguimos então até Novo Repartimento,Almoçamos, a intenção era conhecer a represa de Tucuruí mas distraímos e quando demos por nos já estávamos em Pacajá então seguimos em frente e à noite chegamos em Anapu rodamos neste dia aprox 370 Km, deu pra perceber um pouco da vida da BR230, nesta região é claro (Uma vez que sua extensão total de Marabá à Labrea são quase 3000KM) , um trecho com um fluxo de carretas muito grande, alguns acidentes, lombadas intermináveis e em vários trechos encontramos maquinas trabalhando na conservação e aplicação da BR. Anapu salvo me engano foi a cidade em que sentimos menos a vontade, mas como em todos os lugares que passamos fomos muito bem recebidos.Anexo 378612Anexo 378615Anexo 378618Anexo 378623Anexo 378625Anexo 378627Anexo 378631Anexo 378636Anexo 378638Anexo 378639Anexo 378640Anexo 378641Anexo 378642Anexo 378643Anexo 378644Anexo 378645Anexo 378646
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7º Dia de Viagem - 03/11/2011 - Quinta feira
Saímos cedo de Anapu, (nem tão cedo, pois em nossa expedição não teve um dia se quer que conseguimos pegar estrada antes da 8:00) nosso destino era Altamira, alguns quilômetros rodados encontramos com uma comitiva que levava aproximadamente mil cabeças de gado, paramos pois muitos de nós só havíamos visto aquilo na TV, e os piões eram bacanas e como fala o Aurélio ficamos um pouco "para apanhar conhecimento", pé na estrada novamente, chegamos em Belo Monte, novo Eldorado do Pará (Eldorado para uns, discórdia para outros, lá estão construindo a polemica Hidroelétrica de Belo Monte), nossa segunda Balsa, travessia do Rio Xingu, na outra margem paramos em um Bar/restaurante e seu proprietariado era migrante de Rondônia e havia chegado à pouco, atraído pela Grande Obra. Proza boa churrasco ficando pronto, cerveja gelada , já saímos dali "satisfeitos com a compra", enfim Altamira, caminhonete sem bateria, uns para casa de peças, outros para um Restaurante à Beira do Xingu, como somos de muita sorte a dona do estabelecimento e sua filha muito simpática nossa intenção era conhecer Alter do Chão, indicação do Rangel e Mirim, e a dona pois mais pilha. Era cedo, umas 15:00, estrada de novo. Passamos por Brasil Novo, Medicilândia, lá paramos para abastecer e novamente ficamos surpresos com a receptividade das pessoas, chão de novo, chegamos em Uruará já era noite velha.
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8º dia de Viagem - 04/11/20011 - Sexta Feira
Havíamos chegado em Uruará à noite, deslumbrados com a viagem, mas um pouco decepcionadas, pois neste aproximadamente 700 km de Br 230 o que vimos de florestas foram somente as enormes toras de madeiras que muitos caminhões que encontramos na estrada transportavam, em conversa com o dono do hotel, comentamos que iríamos até Ruropôlis pegaríamos a Br Santarém – Cuiabá e subiríamos até Santarém para conhecer Alter do Chão, então ele nos deu uma valiosa dica; disse que existia uma estrada alternativa “estrada madeireira”, também conhecida por Transuruará, disse que o caminho era muito bonito.
Como era sexta feira e ninguém é de ferro, fomos a um supermercado abastecemos a caixa térmica com bastante gelo e “poucas” latas de cerveja, suprimentos de cozinha já providenciados, pé na estrada. Realmente o moço tinha razão, atravessamos uns 150 km de mata exuberante, vimos arvores que muito de nós pensou que já não existia, tivemos a oportunidade de fazer nosso almoço em uma cabana que um nativo nos emprestou, e o principal, conhecer um pouco mais das dificuldade enfrentadas pela pessoas que ali moram e seus hábitos de vida . Quando chegamos em Santarém a noite já havia nós engolidos à algumas horas. Em Santarém já hospedados saímos pra comermos alguma coisa, sexta feira, alguns cansados retornaram para o hotel, perderam, pois o que não foram dormir tiveram a oportunidade de conhecer de perto a força da cultura do povo Paraense.
9º Dia de Viagem - 05/11/2011 - Sábado
Era nosso segundo sábado que estávamos na estrada, da janela do hotel podemos admirar a grandeza de dois rios, o encontro das águas verdes do Tapajós com a barreta do Amazonas, impressiona a todos pelo tamanho!!!!!!!!!. Deixamos nossa bagagem no hotel e seguimos para Alter do Chão, também conhecido como o Caribe Brasileiro. E não é que o lugar era muito mais bonito que podíamos imaginar, passamos o dia comendo peixe e tomamos umas, também tínhamos o direito, estávamos cansados com tanto trabalho durante a semana. À tarde alugamos um barco e fomos ver o Pôr do Sol em um pontal do Tapajós, observar os botos e os pássaros. Um espetáculo da natureza que tivemos o privilegio de assistir. Empolgados com a beleza do lugar já deixamos contratado um barco, decidimos acampar em uma das belas praias do “Gigante tapajós”.
10º Dia de Viagem - 06/11/2011 - Domingo
Era Domingo, deixamos o hotel pela manhã, carros carregados nova visita ao supermercado partimos para Alter, chegamos o barco que tínhamos contratado já havia partido, conseguimos outro, no dia anterior avistamos um palhoça de pescador em uma praia, lá era nosso destino.
11º Dia de Viagem - 07/11/2011 - Segunda Feira
Deixamos o acampamento pela manha, tínhamos a intenção de conhecer Fordlândia, desta vez pegamos a Br Cuiabá – Santarém e seguimos para Ruropôlis, chegamos ao entardecer, paramos para abastecer, boa prosa novamente, duvidas em ir à Fordlândia, não sabíamos como era, se existia casas ainda no lugar, lugar pra comer algo, dormir ou acampar, duvidas esclarecidas coragem pra rodar, era nos na estrada.
E a noite novamente foi nossa parceira de viagem, para nosso conforto o lugar é bem estruturado, herança dos Americanos que construíram tudo aquilo no inicio do século passado. hospedamos na Pousada Americana.
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