Infelizmente não acredito que vá melhorar... a Britcar, Padock e a Rimmer vão continuar com os clientes brazucas...
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Infelizmente não acredito que vá melhorar... a Britcar, Padock e a Rimmer vão continuar com os clientes brazucas...
É estou muito feliz.com o carro fabricado no Brasil todos seremos beneficiados,isso é indiscutível.
Se alguem tem duvida é porque não entende nada de nada !!!!
Para fabricarem o que? A tranqueira do Evoque?
É como se não tivesse mudado nada...
Até mesmo se voltassem a fabricar/montar o Defender, eu não teria qualquer interesse, só se surgisse um Defender movido a gasolina...
Para mim os carros Diesel acabaram com o surgimento do comon rail. Hoje fico com um velho Tdi ou equivalente como Toyota Prado ou vou para um gasolina...
Abs
Clemente
É uma tristeza Clemente, não tem pra onde correr!
Estão estragando mesmo os motores à gasolina, nessa onda de downsizing os motores mais novos tem complexidade semelhante aos motores Diesel, com injeção direta de combustível em alta pressão, turbo ... e muita eletrônica em prol da eficiência energética, mas a simplicidade vai pro buraco.
Abraços!
E lama precisa combinar com simplicidade!!! Não há módulo ou eletrônica que dê conta de água, poeira..;
Fato!!
Ao menos os motores de injeção direta movidos a gasolina são ainda bastante mais simples que os Diesel common rail. Primeiro eles não tem problemas de obstrução do circuito de EGR, como acontece nos Diesel modernos, depois a pressão de injeção é 100 vezes menor, 200 vs 2000 bar e finalmente a gasolina é um combustível bastante mais puro, em relação a impurezas, que o Diesel.
Gasolina:
Bosch Motorsport - Gasoline Direct Injection
Diesel:
http://www.boschdieselcenter.com.sg/...er-cre_eng.pdf
A bomba de alta pressão do motor gasolina de injeção direta é tão simples quanto as jurássicas do Fusca e os injetores podem ser trocados por qualquer um, ao passo que nos novos Diesel você precisa de um computador para entrar com o código de débito do injetor.
Em resumo, realmente não temos mais para onde correr. Na minha lista de carros para expedições está no topo o Suzuki Grand Vitara 3, faz muito menos que um Defender na terra, mas é discreto e não existe histórico de quebras ou defeitinhos de projeto... Com ele chegaria ainda em 99,9% dos lugares que costumo ir.
Pena mesmo! Se pensar que os maiores poluidores do mundo são as vacas, as guerras e o consumo desenfreado, o velho Defender 100% mecânico vai justamente na contramão, as pessoas compram e com ele ficam, ainda que em mãos diferentes, péssimo negócio para os acionistas...
Abs
Clemente
só quero ver o final disso pimenta nos oio do outro é refresco, kkkkkk.
Pronto, agora é pra valer
Diário do Vale: Jaguar Land Rover instalará fábrica em Itatiaia
Aposto que só vão produzir os eletrônicos tops (evoque, discoverys e os outros computadores motorizados, kkkkk)
Defender que é bom vai ficar no sonho.
Acredito que o preço das peças aqui no Brasil vão cair rsrsrs, mas como no Brasil tudo cai para cima vamos ter que continuar importando mesmo. Os gringos são mais honestos em relação a lucros, aqui ninguem quer lucros de 30 % isso no Brasil é prejuizo lucro aqui é só acima de 100%. Tirando os impostos é claro kkkkkk.
Engraçado, amigos. Fico lendo os posts de vcs, todos nascidos na década de 80, que começaram a dirigir DEPOIS da liberação das importações e da modernização da indústria brasileira, saudosos de um suposto tempo em que os carros eram simples, e, também supostamente, mais confiáveis.Isso é uma ilusão tão grande quanto acreditar que pum de vaca polui mais que automóveis...Na década de 70, viajávamos de férias com as antigas Belinas, com motores "simples" como vocês acreditam ser o ideal: carburador, platinado, sem nada de eletrônica, e era como se saíssemos para uma expedição. Não sabíamos se o carro chegava, era um tal de esquentar bobina, pifar platinado, entupir giclê, quebrar cruzeta, era, em resumo, e desculpando o termo, UMA MERDA!!!Os carros hoje, com toda a eletrônica embarcada, são absurdamente mais confiáveis, você sai para uma viagem sem sequer pensar na possibilidade de ter alguma pane, de tão raras elas são (a última vez que fiquei na estrada foi em 1991, por pane seca, com defeito no marcador de combustível de um Monza, e marcada minha, não controlei o consumo pelo km).Essa nostalgia, com todo respeito, é coisa de quem não viveu aquela época. Carro bom é carro novo e moderno. Essa suposta simplicidade simplesmente não funcionava, só era mais fácil de consertar, mas vivia quebrando e não tinha nada de confiável. Meu pai conta que saiu em lua-de-mel com um Simca Chambord zerinho, e teve que parar três vezes na viagem em oficinas, e viajou só até o Rio de Janeiro!!! O Azera dele está com mais de 100 kkm e nunca parou nem com pneu furado... Pergunta se ele tem saudade de Simca...Abraços aos brotinhos (para quem não sabe, era como os jovens eram chamados antigamente...).
Renato realmente acredito que os carros mais modernos dão menos problemas que os antigos Simcas, os Gordines, etc mas o caso é que quando o Simca, Gordine, etc davam problema como vc disse nós amarrávanos um barbante, um arame passava tubolite colocava pano molhado na bubina nas chegava-mos ao destino dirigindo o mesmo carro que saiu de casa, hoje se der uma pane vc vai voltar montado na boleia do caminhão reboque e para alguns que andam em lugares inosptos este tipo de viatura que volta em cima de um caminhão não serve pois, muitas vezes nem o caminhão chega onde vc esta para lhe prestar socorro.