
Postado originalmente por
Marco Antonio Helio
Funga,
Concordo com esta forma de usar o câmbio automático. Os recursos do câmbio estão lá para serem usados conforme a necessidade. Sempre usei "cambiar" nos momentos de subida e descida de ladeiras, assim como nas ultrapassagens, da mesma forma que nos mecânicos. Sem estas manobras, aumenta muito o consumo de gasolina e pastilhas de freio.
Por falar neste câmbio, descobri que este conjunto é o mesmo da TR4. Mas com as relações de marchas iguais ao GV antigo. Eu já tive uma TR4 (sorry...) e tinha isso do câmbio ficar indeciso entre marchas, mas ocorria em menor frequência. Acho que pela melhor relação peso-potência, pois a TR4 é bem mais leve que o GV3. Por outro lado, fico tranquilo, pois este conjunto é muito robusto e nunca vi ninguém conseguir quebrá-lo.
A versão atual em venda do GV nos EUA e mundo afora está com o mesmo motor nosso, mas com 2.4 de cilindrada e 160 hp. Quando a gente procura as críticas sobre o carro, não se vê muito mais do que a falta de potência da versão 2.0. De resto, o GV é muito elogiado em seu projeto global. Penso que deve valer a pena o remapeamento da ecu, o que vai melhorar a relação peso-potência. Pessoalmente não acho isso uma coisa crucial. O carro tem bom desempenho, lembrando sempre que se trata de um jipe (não foi projetado para velocidade).
Aliás, quem aqui já foi com ele para as trilhas viu bem do que é capaz. Se eu quizesse velocidade (e etc.), compraria um Audi, Mercedes ou outro automóvel sedan. Minha esposa tem um Focus 2010, 1.6, que é uma lesma nas retomadas, mas dá conta do recado para o que veio e tem ótima velocidade final. Bom, gosto não se discute...
Para quem quer mais retomadas, há um acessório chamado sprint booster que modifica a curva do acelerador eletrônico e a aceleração fica mais rápida. De repente isso dará um conforto maior. Tem versão para o GV.
Desculpem se ficou muito longo.