E uma não tem nada a ver com a outra, descontando a água.
Se o problema é gosma e reconhecidamente a mesma vem das reações químicas da digestão da gasolina pelas bactérias, então o cobre não é o problema. Isso também acontece em aviões a jato e o querozene é tratado com BioBor, para evitar que a gosma fure o tanque, que é a própria asa, além da constante drenagem do tanque antes de cada vôo.
No caso da gasolina, não tem esse tratamento pela shell e outras distribuidoras e do tanque do jeep que não tem dreno, assim toda água em tanque de gasolina parado por muito tempo dá esse problema.
Mas, afinal, como nosso colega mencionou: ...quem é o jipeiro que tem o tanque cheio muito tempo?....ou pelo menos pode encher o tanque?
Assim, o caso do cobre (sózinho) aqui como catalizador de uma reação química tão ativa que em 48 H detona a gasolina, ainda fica meio duvidoso. Mas se o Cu (cobre) também alimenta a flora, então a coisa piora.
Uma dúvida: pelo que eu me lembre, todas as conecções nas instalações da linha de combustível que saem(ou saíam) de fábrica são de latão.
E então como é que ficamos???????
E respondendo a curiosidade, na minha instalação uso mangueiras de teflon revestida de aço inox e as conecçõessão de latão. todas as conecções são roscadas. Mesmo assim, como o meu é V8, a gasolina não fica lá muito tempo.



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