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  1. #1

    Trilha do Telegrafo




    Alguem sabe explicar onde fica a Trilha do Telegrafo?
    Ouvi falar que vai de Guaraqueçaba PR até Cananeia SP.
    É por aí mesmo?
    Quanto tempo leva?
    Precisa de planilha?
    Niva passa ali?

    HELP.


    []s

  2. #2

    Re: Trilha do Telegrafo

    Citação Postado originalmente por Rodrigo Lopes
    Alguem sabe explicar onde fica a Trilha do Telegrafo?
    Ouvi falar que vai de Guaraqueçaba PR até Cananeia SP.
    É por aí mesmo?
    Quanto tempo leva?
    Precisa de planilha?
    Niva passa ali?

    HELP.


    []s
    Nunca fiz a Trilha do Telégrafo, mas tenho muitos amigos que já foram para lá......


    Sim, fica entre essas "cidades".

    Dependendo das chuvas, entre 04 horas e 04 semanas....... :P

    Não precisa de planilha, o pessoal de lá pode te indicar o caminho.

    Niva passa só se for em cima de um barco.........

    Sim, Niva passa, mas tem que estar preparado com pneu bom, como qualquer outro.

  3. #3
    Huahuahua de 4 horas a 4 semanas é brabo heim

    Valeu Billj, esta mais facil do que eu pensava. Vou tentar juntar uns amigos p ir para lá.

    Quando estiver mais certo de rolar, posto um convite no forum.



    []s

  4. #4
    Usuário Avatar de Marcelo
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    Olá Rodrigo,

    Olha... não sei quanto tempo você tem de trilha, nem sua experiência nesse mundo da lama e muito menos o estado da sua viatura, mas a Trilha do Telégrafo (ou Ariri) é classificada como uma das mais difíceis do Brasil.

    Independente da chuva ou não, essa trilha não é pra qualquer jipe, seja ele Engesa, Troller, CJ, Niva, Hummer, etc. Se a viatura não estiver bem preparada, bem como os jipeiros, e não levar algumas peças de reposição, pode ficar complicada a situação.

    Se quiser ter uma idéia do drama, dá um look nesse link http://www.foradeestrada.com.br/novo...anal=trilha_05 que tem um relato bem bacana dessa trilha.

    [s] precavidos,
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  5. #5
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    Sera que alguem sabe se essa trilha liga Guaraqueçaba PR ao Ariri SP , tem uma trilha boa até o Ariri , vindo de Iguape , será que emenda com Guaraqueçaba ???
    Tenho essa revista da Fora da estrtada , o problema dessa revista é que nunca dá as dicas de como chegar em nenhuma das trilhas que sai nela , sinto falta da automovel e aventura que ao contrário , contava desde qdo começava até onde saia a trilha .

    []s...
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  6. #6
    Usuário Avatar de Marcelo
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    Olá Eduardo!! Certinho?

    Sai na edição de Dezembro/2002 da Quatro Rodas, uma matéria sobre essa trilha que fizeram com 2 Trollers. A matéria é interessante e, se não me engano, tem um mapa de como chegar na trilha. :P

    Abaixo a capa da revista 8) 8)



    [s]
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  7. #7
    Um colega foi fazer o reconhecimento da trilha de moto.... O relato é um montro de grande mas é um dos melhores que já li! Vale cada linha :


    Grande All,

    depois de todas as informações que conseguimos com o pessoal da lista e mais um monte de loucos que já passaram pela região, resolvemos ir lá para conferir. Como o tempo era curto, achamos melhor fazer o reconhecimento de moto, já que a trilha prometia bastante dificuldade.

    Saimos (eu e o Fausto) na sexta-feira de SP, em direção à Cananéia, com as duas motos revisadas até os documentos, e com equipamento suficiente para passar uma semana no Afeganistão, sem a necessidade de reabastecimento. Seguindo pela BR-116, passamos por diversos caminhões "cegonha", carregados de Pajeros, L-200, Frontier, etc., rumo aos Sertões, e pensamos diversas vezes em mudar de idéia (que maravilha!!!).

    Depois de umas 3 horas de viagem, chegamos ao Clube de Pesca Cananéia, que gentilmente cedeu suas instalações para nossos preparativos para a tão esperada travessia (preparativos = trocar de roupa e tomar umas brejas). Descemos as motos da pick-up, demos uma última revisada, nos arrumamos e saímos em direção à Itapitangui, que é uma vila bem próxima (uns 3 Km), onde saimos finalmente do asfalto e entramos na terra.

    Como havia chovido durante os dois dias anteriores (conforme informação dos locais), pegamos o início da estrada que vai para Ariri, com um pouco de lama, e algumas poças para nossa diversão, mas nada que um 4x2 não faça sem muito esforço e umas raspadas embaixo. Durante esse trecho da estrada (+/- 35Km), não cruzamos (oops!!) com nenhum ser, motorizado, à pé ou de jegue, mas próximo à saída para a trilha (conforme nossa planilha mental), encontramos um ser que estava esperando uma carona (há uns 3 dias pelo que disse), que nos informou o caminho para a trilha (que ninguém sabe que é do telégrafo), que ficava há mais uns 4 Km, entrando à direita em outra estradinha.

    Aproveitamos para perguntar onde poderíamos tomar um refrigerante ou até mesmo um suco, e ele disse que "talvez" tivesse um bar antes do rio, mas que só servia pinga e cerveja (ficamos deprimidos...). Andamos mais um pouco, até encontrar algumas casas, que foram aparecendo junto com milhares de crianças, todas correndo atrás das motos (pensamos que era arrastão), mas quando paramos, todas elas fugiram correndo... se assustaram quando o Fausto tirou o capacete!!!

    Depois de perguntar para um "transeunte" sobre o improvável bar, conseguimos localizá-lo no alto de um barranco, mas quando chegamos estava fechado e ninguém por perto (começou a tremedeira das mãos). Logo apareceu a Dona Rosa, que é dona do bar que só abre quando aparece algum freguês (umas 2 vezes por ano), e confirmou nosso receio: não tem suco, nem refrigerante... só pinga e cerveja. Fizemos uma reunião de 3 segundos, e decidimos que não poderíamos entrar na trilha "desidratados", pois não sabíamos o que teria pela frente.

    Conhecemos todos os habitantes (uns 50) da vila Taquari, que vivem há mais de 40 Km do posto de saúde mais próximo, da escola mais próxima, da farmácia mais próxima, e a 200Km do McDonalds mais próximo (o que nos deixou mais preocupados ainda). Levamos uns 15 minutos para entender o dialeto que eles falam na região, e mesmo assim saimos de lá sem saber muita coisa, além de que a média de bernes "per capita" é de 3 para as crianças e 8 para os adultos.

    Depois de degustarmos umas latinhas, que curiosamente estavam decoradas para a Copa de 98, achamos melhor não experimentar aquelas garrafinhas com um líquido transparente, carinhosamente chamadas de "Paulistinha", porque os comentários não estavam muito favoráveis à nossa passagem, devido à chuva dos últimos dias... a informação mais precisa é que tinham 4 mulas encalhadas há 2 dias, e sem previsão para sair.

    Como não acreditamos em qualquer um, fizemos mais uma reunião de 8 segundos, e resolvemos que iríamos em frente, para ver o que realmente acontecia depois daquele rio com águas claras e calmas, com um fundo de areia, e um barranco de uns 2 metros para subir do outro lado. Claro que tinha uma picada que os pedestres usavam para passar, e foi por ela que começamos a andar, mas depois de uns 30 metros, a picada sumiu e virou um tremendo atoleiro, com muitos tocos para desviar e milhões de pegadas de cavalo, vaca, mula sem cabeça, saci-pererê e tudo mais que passava por ali.

    Seguimos adiante por mais uns 100 metros, passando por uma casa, onde todos sairam na janela e porta para ver o que estava acontecendo, eis que mais um pouco à frente, o Fausto enterrou a moto em um pântano até afundar os joelhos na lama. Começou a trilha (pensei comigo)!!! Parei uns metros antes, e desci para ajudá-lo a sair do brejo... tudo escorregando, e eu também afundei até os joelhos, e não conseguia mais me mexer... depois de uns 5 minutos, cheguei onde ele estava atolado, e junto comigo, dois meninos de +/- 8 anos (o Elço e o Concon), que vieram da vila para ver nossa travessia.

    Empurramos, puxamos, levantamos, chacoalhamos e nada da moto sair do lugar... aí, uma brilhante idéia (do Fausto é calro!) de ajudar a rodar a dianteira, e acelerar para sair do lamaçal. Foi uma tentativa apenas, e eu me ví deitado no chão, com uma moto em cima de mim, quase me deixando impossibilitado de exercer minha atividades sexuais. Depois de uma meia dúzia de palavrões, o Fausto resolveu que deveria tirar a moto de cima, e não deixá-la cair no brejo de novo.

    Voltei para pegar a minha moto, e passei por outro lugar, o que foi mais fácil que imaginava... mas não pude parar mais, pois pela consitência do piso, se eu parasse, não conseguiria mais sair do lugar, e teria que acionar os valentes ajudantes de trilha, que começaram a se divertir em cada escorregada e encalhada que aparecia pela frente.

    Começamos a perceber que os meninos estavam andando mais rápido que nós, e ficavam esperando lá na frente, para ver onde iríamos parar novamente. Durante esse primeiro trajeto (que não passou de 400m), percebemos que o rio acompanhava a trilha pela esquerda, e que talvez poderíamos andar por dentro do rio, que seria muito mais fácil que pela trilha. Depois da tradicional reunião de 3 segundos, percebemos que se em algum lugar o rio ficasse muito fundo, não teríamos condição de sair dele, porque suas margens eram verticais e com quase 2 metros de altura.

    "Existem lugares que um córrego atravessa a trilha, mas entra na terra como se tivesse um ralo, passando por baixo de nós, e saindo no rio. Se não visse o buraco (ralo), a moto se transformaria rapidamente em submarino."

    Percebemos que a trilha se dividia em várias, e começamos a tentar fazê-la pelas outras passagens, que apesar de mais estreitas, pareciam estar menos pantanosas. Tremendo engano, pois existiam crateras intransponíveis, valetas profundas, pântanos pegajosos, e outros obstáculos que travavam a passagem de qualquer tipo de veículo, exceto embarações e aeronaves. Quando voltamos para a trilha original, encontramos com 2 locais, que estavam vindo em sentido contrário. Era o Pernambuco e o outro não se identificou (nem falou uma palavra... devia ser mudo), mas que andava com um gato enrolado no pescoço, peracendo um casaco de pele. Tem louco de toda a espécie nesse lugar, mas o cara com o gato foi o ser mais estranho que encontramos.

    O Pernambuco, pessoa simpática e comunicativa, disse que era melhor voltarmos, porque prá frente a coisa estava "feia". Considerando que levamos mais de 1 hora para passar por uns 700 metros, resolvemos fazer uma reunião mais elaborada, com a presença dos nossos ajudantes de trilha (Tico e Teco). Havia uma árvore derrubada ao lado da trilha, onde sentamos confortavelmente para confabular, quando o Tico (Elço), nos disse que aquilo era uma canoa, que estava sendo construída (ou escavada?!?) pelo seu padrinho.

    Perguntamos então, como eles iriam tirar a canoa daquele lamaçal, pois pelo tamanho, a mesma devia pesar uns 500Kg. Ele nos disse que iriam esperar a "enchente", e sairiam remando de meio da trilha até o rio... decidimos que diante dos fatos, e da possibilidade de conhecermos a "enchente", o melhor era voltar e procurar o buteco mais próximo para nos recuperar. Pensamos também que para continuar, precisaríamos de mais alguns equipamentos que não colocamos em nossa lista de necessidades, como um helicóptero, seguro de vida, um guindaste, uma canoa, snorkel, nadadeiras, e talvez até um escafandro.

    No meio de nossa reunião, percebemos a ausência (sumiço) de nossos ajudantes, e levantamos para procurá-los... eis que vimos os dois, cada um com um capacete, apostando corrida à pé, pelo meio do lamaçal... pensamos seriamente em fazer um churrasco daqueles dois, mas como a madeira estava muito úmida, e eles eram muito magros, resolvemos apenas afogá-los no rio, e pendurá-los pelos pés em alguma árvore.

    Pensamos melhor, e resolvemos absolve-los para poderem ajudar na volta, já que teríamos que passar pelos 4587 atoleiros e pântanos, e os dois foram de grande ajuda (pelo menos psicológica), para a nossa erorme travessia de 700 metros da Trilha do Telégrafo.

    Voltamos, encalhamos, chacoalhamos, chafurdamos e tudo mais que já conhecíamos, e chegamos novamente na beira do primeiro rio, onde fizemos um pit-stop para dar uma mijada, e conversar com o Pernambuco e o Zé do Gato, que já estavam voltando para as suas casas.

    O Pernambuco, muito atencioso, nos convidou para "pousar" na sua casa, que estava além de onde decidimos voltar, e que teria comida e um lugar para descansarmos, e tentar passar o trecho pior no outro dia. Reunião de 2 segundos, e agradecemos a hospitalidade, mas prometemos voltar numa próxima, já que não conseguiríamos chegar na casa dele antes de anoitecer, e também lembramos da "enchente". Como não havia planos para mudar para aquele lugar, o melhor foi voltar para o bar mais próximo e recobrar nossas energias.

    Atravessamos o rio, paramos em Taquari para nos despedir de todos que conversamos e que nos ajudaram (apesar de continuarmos não entendendo o que eles falavam), e seguimos de volta a Itapitangui, onde nos disseram que haviam bares maravilhosos... paramos no primeiro que apareceu na frente (há uns 40 Km), pedimos umas geladas e muito amendoim, que era a única coisa comível (oops!!) naquele lugar.


    Tecnicamente falando

    A trilha é MUITO difícil, e no nosso caso, impossível de passar por causa da chuva. As informações que conseguimos, é que só depois de uma semana de sol forte, que as coisas começam a melhorar por lá, e que o terreno fica firme, conseguindo andar por cima (e não por dentro). Na condição que estava, o pessoal não estava passando nem à pé pela parte mais difícil (que não conhecemos), onde parece que tem subidas fortes e muita lama.

    Para fazer de moto, as travessias de rios não devem ser muito difíceis (se forem como o primeiro), mas com 4x4 (no mínimo 3), não adianta nem pensar em ir sem guincho. Os carros ou motos devem estar muito bem revisados, e equipados até os dentes, com peças sobressalentes e tudo que puder imaginar de suprimentos. Água não é problema, pelo menos de sede ninguém morre (pode morrer afogado).

    Não leve nenhum maníaco-depressivo, senão o cara vai ficar por lá mesmo, além de encher o saco de todo mundo. Quem não estiver a fim de ficar uns dias com lama até lá (o), não vá!!!

    Pelo levantamento que fizemos, a previsão para a travessia de 15 Km, com 4x4 bem equipados, são de 3 a 5 dias, mas não sei quais as condições do terreno. De moto, "talvez" dê para passar em um dia, e voltar no outro.

    Depois de terminada a trilha, de volta para SP, fui fazer a limpeza do equipamento, e o saldo final foi o seguinte:

    Bota Esquerda
    - 1 par de luvas de boxe
    - 4 meias velhas
    - 3 sapos mortos
    - 4 bernes
    - 1 filhote de cascavel intoxicado
    - 3 xerox da certidão de nascimento de D. Pedro I
    - 1 pneu Michelin
    - 1 lobo guará
    - 1 Suzuki RMX em bom estado
    - 2 jipeiros paranaenses

    Bota direita
    - pipocas (muitas)
    - 3 bichos do pé estatelados
    - 1 celular motorola
    - 16 minhocas
    - 1 macaco hidráulico
    - 1 retro-escavadeira semi-nova
    - 1 cartão de embarque do 14 bis
    - mais 3 sapos
    - 1 coador de café usado

    Capacete
    - 1 coleção completa do Pokemon
    - 1 bola de capotão
    - 1 chapéu de cowboy com a imagem da Virgem Maria
    - 1 faca ginso
    - 2 pares de óculos modelo 1406 (com lentes sobressalentes)
    - 1 aparelho de ginástica
    - 3 latas de cerveja vazias
    - 1 britadeira
    - 1 celular nokya
    - 1 jipe 1942



    Infelizmente não tiramos fotos do local, pois não tínhamos equipamentos à prova de bala, e certamente seria mais uma baixa no meio da trilha!!!

    Agradecemos à todos que nos ajudaram, passaram informações, deram dicas, e tudo mais.

    []'s reconhecidos


    Ricardo Queiroz
    São Paulo - SP





    []´s

  8. #8
    Caramba galera, acoisa ali é boa mesmo heim

    Meu Niva esta bom, falta pouca coisa para revisar. Modestia parte, acho que consigo levar a trilha na boa.

    Acho que mais dificil, é achar mais uns "insanos" para ir junto.


    []s telegraficos

  9. #9
    Usuário Avatar de Marcelo
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    Beleza Rodrigo

    Se fizer a trilha, depois conta pra gente como foi.
    Ah... não esqueça das fotos.

    [s]
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  10. #10
    Rodrigo,

    A questão não é modestia ou insanidade: Nem eu, nem minha viatura estão preparados para entrar numa brincadeira dessas (ao menos numa época de chuvas, como estamos vivendo hoje)

    Olhe que conto com uma baita viatura, pronta para as piores trilhas daqui de SP: Hoje o Eugênio está equipado com Work12000, Grabber 35, SPOA, Rancho 9000, freio a disco nas 4 rodas, DH, etc, etc, etc...) Acontece que para encarar uma brincadeira dessas muito disso não serve para nada...

    Antes de encarar o Telégrafo, eu precisaria providenciar:

    Um bom capital para arcar com os custos de uma viagem e principalmente quebras do pós trilha (isso sem contar as muitas peças sobressalentes que teria de comprar antes de ir para lá)
    Pneus: Os Grabber MT de 35 polegadas são fantásticos, mas acho que para uma trilha dessas, não é suficiente! Um desenho mais agressivo, como frontieira ou cross (deixando de fora os carissimos Bogger) se saem muito melhor nesse tipo de terreno.
    Bloqueio 100% de preferencia nos dois eixos
    Guincho: Também confio muito no Work 12.000, mas não para uma trilha que pode durar mais de 02 dias, teriamos de contar no grupo com ao menos 02 guinchos mecânicos.
    Claro: Uma turma bem entrosada e coesa, para evitar o maior obstáculo: desavenças.

    Como vê, falta pouco para eu dar as caras pros lados do Ariri! Sem insanidade, com modéstia e também com muito respeito pela trilha!!!

    []´s e boa sorte!!!!

  11. #11
    É Fabio, vc esta correto.

    Mas estou com tanta vontade de fazer um "passeio" desses, que tenho que contar com um pouco de insanidade de minha parte mesmo, EU NÃO TENHO GUINCHO.


    Será que é preciso cada um ter um guincho?

    Qdo for para ir, a turm será de +/- 5 jipes, 2 c/ guincho eletrico e 1 mecanico, e 2 sem guincho.
    Pelo que to vendo, pelos depoimentos, deve ser pouco isso.

    Pelo jeito esta trilha é muito complicada, mais do que pensava.


    É melhor ir com calma, e se preparar muito, muito bem.


    []s ansiosos por telegrafia.

  12. #12
    Usuário Avatar de Delfim
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    trilha do telégrafo / ariri

    Rodrigo e pessoal, veja algumas fotos de jipes que fizeram esta trilha no link :

    www.4wdtruck.com.br/midia.htm

    É pauleira !!!

    Abraços,
    Delfim.

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