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  1. #1

    27 mil km de L200 pela America do Sul




    A pedido de alguns colegas viajantes, resolvi abrir esse topico para relatar uma viagem que fiz entre setembro de 2017 e janeiro de 2018 pela America do Sul. Foram 27 mil km rodados em 65 dias de viagem, saindo de Salvador-BA, em direcao ao sul, passando pelo Uruguai, Argentina, Chile, Bolivia, Paraguai e retornando ao Brasil por Foz do Iguacu.

    O objetivo e passar algumas dicas gerais sobre os trechos percorridos e experiencias adquiridas na viagem, servindo entao de estimulo para que outros viajantes consigam realizar o sonho de conhecer Ushuaia, Carretera Austral, Deserto do Atacama e Uyuni.

    Melhor comecar relatando a preparacao para a viagem, passando pela definicao de seu objetivo e dando uma ideia geral do equipamento disponiel.

    Objetivo: conhecer a patagonia , Ushuaia, Terra do Fogo, Carretera Austral, Atacama e Uyuni.

    A viagem foi realizada no estilo "easy rider", ou seja, nao havia delimitacao precisa dos trechos e paradas a serem percorridos mas apenas o compromisso de alcancar os objetivos gerais acima elencados, estando o planejamento permanentemente aberto a modificacoes e adaptacoes no decorrer da viagem.

    Assim, de uma forma geral o roteiro que se pretendia percorrer foi esse: SALVADOR - MONTES CLAROS - CURITIBA - FLORIANOPOLIS - SERRA DO RIO DO RASTRO - RIO GRANDE (PRAIA DE CASSINO) - TRAVESSIA CASSINO-CHUI - CHUY - COLONIA DEL SACRAMENTO - BUENOS AIRES - BAHIA BLANCA - PUERTO MADRYN - COMODORO RIVADAVIA (CALETA OLIVIA) - RIO GALLEGOS - RIO GRANDE - USHUAIA - PUERTO NATALES - TORRES DEL PAINE - EL CALAFATE - EL CHALTEN - BAJO CARACOLES - PASO ROBALLOS - COCHRANE - TORTEL - VILA O` HIGGINS - COCHRANE - COIHAIQUE - FUTALEUFÚ - ESQUEL - BARILOCHE - VILLA LA ANGOSTURA - RUTA DOS 7 LAGOS - PASO MAMUIL MALAL - PUCON - SANTIAGO - LA SERENA - ANTOFAGASTA - SAN PEDRO DO ATACAMA - RESERVA EDUARDO AVAROA - UYUNI - VILLAZON - LA QUIACA - TILCARA - PURMAMARCA - SALTA - FOZ DO IGUACU - LONDRINA - RIBEIRAO PRETO - MONTES CLAROS - SALVADOR.

    Equipamento: L200 Triton Savana 2015, com 39 mil km no inicio da viagem. Sem modificacoes, com excecao da instalacao de radios de comunicacao, suporte para celular/GPS e uma base para uma action camera no painel. Os pneus usados foram os originais de fabrica, os pirelli scorpion MTR na medida 255/70 r16, que se mostraram muito bons no ripio. Os radios instalados foram um VHF ICON IC 2200H, aberto para operar tambem na faixa do VHF nautico. E um Yaesu FT 857D, multi banda, com uma antena ATAS 120, aberto para tambem operar na faixa dos 11 metros (PX). Foram instalados tres pontos de antena no carro, duas no rack de teto e o terceiro na porta da cacamba. Alem da ATAS 120 foram levadas tres antenas adicionais, sendo uma 1/4 de onda para o VHF, uma 3/8 de onda para o VHF e uma 1/4 de onda dualband para o FT 857D.

    Como equipamentos de navegacao foram selecionados um celular Android Samsung S5 com os softwares Here N' Go e Maps Me instalados e com mapas pre carregados e um GPS Garmin 78 com mapas rodoviarios roteaveis baixados gratuitamente do Proyecto Mapear e Tracksource. A action camera usada no painel da viatura foi uma Contour HD.

    Na cacamba da camionete havia dois galoes de 20 litros para diesel adicional, 2 galoes de 5 litros para agua, uma caixa termica, material basico de resgate (cinta de reboque e manilhas), cambao, barraca para 2 pessoas, colchao inflavel, saco de dormir, kukri, cabo solteiro e conjunto basico de sobressalentes para o carro - filtros de ar, oleo, ar e combustivel para toda a jornada, oleos para diferencial, fluido dot 4, fluido de arrefecimento, triangulo adicional e kit para reparo de pneus (tarugos e ferramentas).

    Dentro da viatura havia ainda um kit de primeiros socorros (obrigatorio no Chile), farmacia (inclusive com Diamox para altitude), adaptador OBD2, uma faca de caca, bussola, kit com ferramentas diversas e dois cilindros de aco de 3 litros carregados com ar comprimido a 3000 psi, com regulador de pressao e adaptador para encher os pneus da camionete.

    Nos meses que antecederam a viagem procurei fazer uma revisao adicional na viatura fora da rede de concessionárias Mitsubish, onde se procurou por algum vazamento no undercar ou qualquer anormalidade. Fora isso, foram engraxados os graxeiros dos cardans e feita uma ultima revisao basica do plano de manutencao da montadora, com troca de oleo e filtros. A viatura saiu para a viagem sem qualquer anormalidade, salvo uma pequeno falhamento entre 1100 a 1200 rpms, o que decidi nao arrumar tendo em vista a proximidade da viagem. Os pneus estavam "meia vida" e julguei que ainda estavam bons para executar a viagem.

    CONTINUA NUMA PROXIMA MSG.
    4X4 Brasil

  2. #2
    27 mil km de L200 pela America do Sul-20170919_144608.jpgViatura engraxando os cardans antes da partida.

  3. #3
    Demais preparativos para a jornada:

    Nos meses que antecederam a partida tambem me ative a preparar a documentacao necessaria para trafegar nos paises do Mercosul, no Chile e Bolivia. Foram providenciados o seguro carta verde, SOAPEX e também carteira internacional de vacinação contra a febre amarela, esta ultima obtida gratuitamente no posto da ANVISA do aeroporto de Salvador. Quanto ao SOPAEX, que a epoca so era passivel ser feito através do site da HDI Seguros chilena, tive muita dificuldade em fazer, pois todos os meus cartões de crédito não eram aprovados pelo sistema de pagamentos do site. Tive que me utilizar de um cartão mastercard do Itaú, emprestado de um amigo, para realizar o pagamento. Assim, aconselho aos viajantes para obterem o quanto antes esses documentos para evitar essas pequenas surpresas antes da partida.

    Na mensagem anterior comentei que o meu carro usado na viagem não tinha qualquer modificação, a não ser a instalação dos rádios de comunicação, um suporte para o GPS/celular e uma base para uma action camera Contour HD no painel. Mas esqueci de mencionar que bem antes de começar a planejar essa viagem já havia substituido os protetores frontal e de carter originais da L200 pelos da ADX, que sao infinitamente superiores aos originais, tanto em termos de projeto, como de resistencia do material. Os originais, inclusive, feitos de aluminio muito fragil, se atingidos, podem se deformar e possuem uma saia de metal que pode cortar mangueiras do radiador, nada mais terrível de se pensar durante uma viagem longa. Assim, para os proprietarios de L200 Savana, recomendo fortemente a substituicao dos protetores frontal e de carter antes de uma jornada dessa magnitude.

    Ainda na questao dos preparativos, um detalhe que muitos interessados em viajar para fora do Brasil me questionam e sobre a questao dos custos, de qual moeda levar, o que e mais vantajoso, etc. Ha muitas opinioes sobre o assunto pela Internet e confesso que tentei obter as cotacoes aproximadas do peso argentino e uruguaio ainda no Brasil pelos locais onde iria passar para se ter uma ideia precisa do que seria mais vantajoso, mas nao obtive muito exito. O que fiz foi estimar um custo minimo da viagem, que no meu caso foi de R$ 20.000,00, e levar boa parcela desse montante em moeda nacional dentro do carro, sendo que o gasto restante acabei fazendo no cartão de crédito internacional. Procurei também levar uma pequena parte em moeda americana, pois e a melhor para lidar com emergencias, em qualquer lugar do mundo. Pela experiencia da viagem posso dizer que as melhores cotações para trocar reais por pesos se obtém nas fronteiras do Brasil e vai piorando, em regra geral, quanto mais longe e isolado do Brasil se está. Pela ordem de valorização é bom se ter em mente que primeiro vem o real, depois o boliviano, seguido pelo peso argentino, uruguaio e por último o peso chileno. E inevitavelmente será preciso fazer trocas entre eles durante a viagem, com as perdas correspondentes em cada troca.

    Aconselho também aos que optarem por levar moeda, seja de qualquer espécie, dentro da viatura, que as separe em diversos compartimentos no carro, para que num eventual assalto ou furto, não se perca toda a reserva disponível. Na L200 eu retirei alguns acabamentos das soleiras das portas e inseri moeda sob o assoalho, fora outros locais estratégicos no carro. Isso me salvou de um furto no carro em Santiago do Chile e permitiu que continuasse a jornada com tranquilidade.


    Partida e primeira pernada: Salvador - Montes Claros, MG.

    Aqui são em torno de 1000 km a serem percorridos, a maioria dentro do Estado da Bahia. Há uma rota tradicional até Montes Claros, saindo de Salvador pela BR 324 sentido Feira de Santana e de lá pegar a BR 116 Sul até Salinas. Não optei por esse caminho porque a BR 116 é a principal via de ligação rodoviária entre o Norte e Sul do pais, sendo que a quantidade de caminhoes e muito grande. E comum se deparar com uma fila de bitrens dificil de ultrapassar, ainda mais com uma camionete. Optei por seguir pela BR 116 até a entrada de Nova Itarana e depois quebrar para oeste, seguindo pelas BA-026 e BA-130, direção Maracas. De lá é só seguir pela BR 030 até Guanambi e depois BR 122 ate Montes Claros. O trecho foi otimo, peguei muito pouco movimento nessas estradas do interior e pude desenvolver uma boa media. Nessa rota há até um momento bem interessante onde se passa por dentro de um parque eolico, com os gigantes aerogeradores muito proximos da estrada. Cheguei em Montes Claros por voltas das 18h e pude descansar bem porque de antemão já sabia que a próxima pernada, Montes Claros - Curitiba, seria a mais longa de toda a viagem.

    CONTINUA NUMA PROXIMA MSG

  4. #4
    Usuário Avatar de Marcion
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    Agradecimento: 1
    Acompanhando o relato, Bruno. bacana vc dividir a sua experiência.
    Marcion (BH-MG)
    Pajerinho 97

  5. #5
    Citação Postado originalmente por Marcion Ver Post
    Acompanhando o relato, Bruno. bacana vc dividir a sua experiência.

    Legal, Marcion. A ideia e essa mesmo. Quando fui planejar a minha jornada li muitos relatos de viagens postados aqui e tambem achei muita coisa de motociclistas pela Internet. Me ajudou muito a estar minimamente preparado para a viagem, ate porque a fiz solo, o que demanda maior cuidado nessa fase.

    Mas vamos ao relato:


    2a pernada da viagem: Montes Claros, MG - Curitiba, PR.


    Essa foi a pernada mais longa de toda a viagem. Foram cerca de 1400 km percorridos em 24h. E foi tambem onde peguei o trecho de estrada mais perigoso de todos os 27 mil km percorridos, que foi a parte da Regis Bittencourt (BR 116), entre Sao Paulo a Curitiba. Se fica uma dica valiosa de seguranca e um aprendizado de estrada, recomendo nao fazerem esse trecho nas circunstancias que enfrentei. Todos entenderao mais a frente do texto o que se passou, mas vamos por partes.

    Saindo de Salvador fiz uma reserva no Hotel Nacional Montes Claros, em Montes Claros, MG. Me pareceu um bom local de pernoite mas me descuidei sobre o fato de nao ter uma garagem privativa, o que me deixou preocupado. Alem disso, tive a infelicidade de ficar alocado em um andar onde havia uma turma de estudantes barulhentos que nao me deixaram descansar como deveria. O resultado foi que tomei a decisao de sair mais cedo do que o previsto do hotel e cair na estrada - dizem que a estrada sempre acolhe os viajantes e eu acredito nisso. Tentaria atravessar ate Curitiba, PR, numa so etapa.

    A ideia era descer pela BRs 135 e 040 ate ao largo de BH e depois seguir pela BR 381 (Fernao Dias) ate Sao Paulo. De la seguiria pela Regis Bittencourt (BR 116) ate Curitiba, PR. O plano parecia exequivel sem grandes dificuldades, a nao ser a longa distancia a ser percorrida em um so dia - em torno de 1400 km. So que alguns fatores dificultaram o trajeto e me atrasaram no deslocamento.

    A viagem transcorreu muito bem ate chegar em Sao Paulo. O bom asfalto da Fernao Dias contribuiu para uma boa media. So parei para um lanche rapido proximo a Varginha. Chegando na capital economica do Brasil fui capturado pelo intenso trafego das marginais. Nao errei um momento sequer mas o transito travado me atrasou bastante. Acabei so saindo de SP la pelo final da tarde e iria enfrentar pelo menos uma parte da Regis Bittencourt (BR 116), conhecida como a Rodovia da Morte, entrando a noite.

    Para piorar, ja seguindo pela Regis, que ate aquele momento me parecia uma estrada normal, peguei outro engarrafamento na Serra do Cafezal, ja que havia alguns trechos em obra. O resultado foi mais atrasos na viagem. E para piorar tudo de vez, ao comecar a trafegar na parte de cima da serra, ja de noite, comecou a chover torrencialmente.

    Ou seja, eu estava de noite, com muita chuva e na Regis Bittencourt. Dai pude realmente tirar a prova do porque essa estrada, com intenso trafego de caminhoes, que parecem disputar verdadeiras corridas entre si, levar a alcunha de Rodovia da Morte.

    Havia trechos que a visibilidade caiu a poucos metros devido a forte chuva. O conjunto de farois da L200 Savana tambem contribuiu para a baixa visibilidade, pois eles sao muito ruins e ficam praticamente inuteis em condicoes adversas com essas. Quase desisti e cheguei a parar em um posto da Policia Rodoviaria para esperar a chuva melhorar. E nada. Quanto mais o tempo passava pior ficava. Tomei a decisao, confesso temeraria, de prosseguir ate Curitiba naquelas condicoes, mas se posso dar uma dica de viagem preciosa é a de planejarem esse trecho levando em conta essa possibilidade de atrasos e muita chuva na parte da serra. E um conselho, evitem a todo custo prosseguirem nessas condicoes porque a estrada e bem sinuosa e o volume de caminhoes e a velocidade que eles trafegam, mesmo em pessimas condicoes, é muito alta.

    Assim, como conselho final, evitem a todo custo passar na Regis Bittencourt de noite e com chuva. Foi o trecho mais perigoso de estrada que enfrentei nos 27 mil km rodando pela America do Sul. Só consegui chegar em Curitiba em torno das 1h da manhã. Pelo menos agora a hospedagem escolhida foi boa - Pousada Curitiba Zen - e assim decidi ficar dois dias na cidade para passear e descansar para os próximos trechos.

    CONTINUA NUMA PROXIMA MSG.

  6. #6
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    Estimulante a sua narrativa

  7. #7
    Citação Postado originalmente por Buhler Ver Post
    Estimulante a sua narrativa
    Que bom que gostou, Buhler.

    Seguem algumas fotos ainda dos preparativos da viagem. Estação de rádio montada na L200 e alguns equipamentos individuais levados na viagem.

    sds

    Bruno
    27 mil km de L200 pela America do Sul-20171018_153616.jpg27 mil km de L200 pela America do Sul-20171018_153630.jpg27 mil km de L200 pela America do Sul-20171103_222644.jpg

  8. #8
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    Bruno,

    Muito boa e útil a sua narrativa, já estou aqui ansioso esperando a próxima etapa...pretendo em breve fazer RJ/Ushuaia na minha viatura e sua narrativa tá sendo um grande incentivo pra mim...

    Grande abraço e mais uma vez parabéns !!!
    Depois de conhecer desde o Maranhão até o Chile de moto, troquei a moto por uma toyota e tô feliz pra caramba !!!!

  9. #9
    Citação Postado originalmente por Gil-RJ Ver Post
    Bruno,

    Muito boa e útil a sua narrativa, já estou aqui ansioso esperando a próxima etapa...pretendo em breve fazer RJ/Ushuaia na minha viatura e sua narrativa tá sendo um grande incentivo pra mim...

    Grande abraço e mais uma vez parabéns !!!

    Obrigado, Gil. Fico feliz em saber que serve como um incentivo.


    3a Pernada da Viagem: Curitiba - Florianópolis




    Fiquei tres noites em Curitiba, ate para descansar da longa e cansativa pernada anterior. Eu adoro essa cidade, onde tudo funciona bem. Curitiba e tao organizada que ata a principal repetidora de VHF local é linkada com o sistema de defesa civil da cidade. Nunca vi isso no resto Brasil, infelizmente. Aproveitei o tempo para tambem fazer alguns contatos com radioamadores locais. Operando nas faixas dos 11 e 10 metros da cidade de Salvador e comum fazermos contatos modulando em SSB com radioamadores de Curitiba. E agora, estando na cidade, foi gratificante fazer contatos com alguns deles nos 2 metros em VHF.

    A L200 chegou em Curitiba dando algumas rateadas em 1200 a 1500 rpm. Era o 4o cilindro dando sinais de bico sujo. Comprei um frasco de Bardhal azul para colocar no tanque de diesel em um dos postos Ipiranga da cidade e monitorar o funcionamento dele.

    Num dos parques da cidade aproveitei para estreiar o meu novo colchao auto inflavel - pelo menos e com esse nome que se vendem eles, que nada mais e do que um fina bolsa de ar em formato de sarcofago, que ao ser inflada serve tambem como isolante termico, essencial caso precisasse acampar na regiao fria da Patagonia.

    Apos o merecido descanso, desci para Floripa e decidi ficar 4 dias. Me hospedei no hostel koze, que fica bem localizado nos arredores da Lagoa da Conceicao e rodei por toda a ilha, fazendo inclusive uma pequena trilha que leva a uma rampa de asa delta abandonada, onde se pode ter uma bela vista da costa. Para chegar nela basta pegar o acesso Ã* esquerda (sentido lagoa da conceição), um pouco antes do topo do morro da Lagoa, perto do mirante que há no lugar. No inicio há uma estrada de chão que depois vira uma trilha com algumas erosões e valas ruins de passar. Os pneus MTR e a reduzida foram essenciais para tirar a viatura de uma delas. Ao final há a rampa de voo livre onde se pode subir e ter uma bela vista. Vale a pena fazer esse passeio.

    CONTINUA NUMA PROXIMA MSG

  10. #10
    Usuário Avatar de jorgeffn
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    Boa!!!!

    Acompanhando!

    Grato por compartilhar!

    abs!
    "Viajar! - mas de outras maneiras: transportar o sim desses horizontes!.." J.G.R
    Mit L200! Já passaram: Niva, Vitara(s), Pajero, Jimny, Troller...

  11. #11
    Acompanhando!!

    Obrigado por compartilhar o relato!

  12. #12
    Citação Postado originalmente por LeoSponchi Ver Post
    Acompanhando!!

    Obrigado por compartilhar o relato!

    De nada, amigo.

    Seguem algumas fotos da passagem por Florianópolis.

    sds

    Bruno27 mil km de L200 pela America do Sul-20171126_140742.jpg27 mil km de L200 pela America do Sul-20171124_112023.jpg27 mil km de L200 pela America do Sul-20171126_140017.jpg27 mil km de L200 pela America do Sul-20171123_174449.jpg

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