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    Usuário Avatar de guskow
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    24/04/2017
    Local
    Sao Paulo, Curitiba/SP
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    Thumbs up São Paulo a Fortaleza de Band via Jalapão, Lençóis, Jeri (5.800km, 23 dias, Ago/2018)




    EXPEDIÇÃO 4x4 - São Paulo a Fortaleza via Jalapão, Lençóis, Jeri (23 dias em Julho/Agosto de 2018)


    • Pontos: Caldas Novas/GO, Jalapão/TO, Chapada das Mesas em Carolina/MA, Lençóis Maranhenses (Santo Amaro do Maranhão, Barreirinhas, Atins), Barra Grande/PI, Jericoacoara/CE (via Camocim), Icaraízinho de Amontada, Flecheiras e Fortaleza/CE
    • Duração: 23 dias e 5.800 km (somente ida, voltamos de avião/cegonha)
    • Veículo: Toyota Bandeirante 4x4 jipe curto, ano 2001, motor diesel 14B com Turbo (K16) e intercooler, pneus AT 32", jumelos conforto, A/C e DH.
    • Consumo médio: 9,6 km/L. Detalhes dos deslocamentos diários estão no fim do relato.
    • Viajantes: Gustavo e seus pais Eli e Joel (idades: 33, 60 e 62 anos, respectivamente)
    • Navegação: Aplicativo “maps.me” com mapas offline e bookmarks previamente anotados.
    • Hospedagem: Pousadas via booking.com, exceto 2 ou 3 noites em casa de amigos e 1 em camping


    Viagem inspirada na aventura do amigo Fabio Roberto (http://www.4x4brasil.com.br/forum/re...an-2015-a.html).
    Agradecimentos ao colega Jojó, Toyoteiro de Fortaleza, por todas as dicas e pelo carinho.


    São Paulo a Fortaleza de Band via Jalapão, Lençóis, Jeri (5.800km, 23 dias, Ago/2018)-img_6521.jpg


    Segue a narrativa escrita pela minha mãe, Eli:

    Dias 1 e 2:
    Gustavo saiu cedo da zona sul de São Paulo-SP e chegou às 18h40min em Caldas Novas, onde pernoitou em hotel tipo "termas". Estradas ótimas. De Caldas Novas a Goiânia foram duas horas, no dia seguinte.

    3º. dia: 20/07/2018 – Sexta-feira (Goiânia ao Jalapão)

    Tendo chegado de avião Curitiba para encontrar Gustavo em Goiânia, saímos do hotel 8h15min e partimos rumo ao Parque Estadual do Jalapão, via Anápolis e Corumbá, parando no Mirante para ver o belo Salto de Corumbá. Seguimos pela BR 080 e, a partir das 12h, entramos na Belém-Brasília. Almoço na Churrascaria Matinha – R$ 65,00 para nós três. Entramos na GO 241, região de Formosa/GO e percorremos 80 km pela GO 142 – Montevidiu do Norte. Às 15h50min entramos na TO 498 – Novo Horizonte e Jaú do Tocantins. Compramos um Toddy de caixinha, uma coca e um pedaço de bolo de mandioca deliciosos na Panificadora Fruto do Trigo pelo valor de R$ 5,50. Num mercado local, compramos água e gelo. As 17h atingimos a TO 373 e 15 minutos depois a BR 242. Abastecemos o carro na localidade São Valério. Seguimos por mais 68km e chegamos às 19h, a Natividade/TO, no Vereda’s Hotel, - diária de R$ 183,00 para nós três em quarto triplo. Comemos pizza no Casarão Restaurante.

    4º. dia: 21/07/2018 – Sábado

    Saímos de Natividade para Ponte Alta do Tocantins, via Almas/TO. Em Almas compramos pães, queijo, presunto e bebidas para encarar os programas do dia. Nesta cidade, nos encontramos com nossos companheiros de viagem, o casal trolleiro de Brasília Cacau e Mirtes. Paramos na Cachoeira da Fumaça, que é um presente para os olhos, numa cachoeira menor sem nome e comemos junto a Cachoeira do Soninho,esta já em Ponte Alta. Em seguida, paramos num balneário e depois fomos conhecer Pedra Furada, Estrada de areia. Retornando, com a Band e o Troller, desatolamos dois carros (um Golf e um Pálio), fazendo-os desistir do intento de conhecer este famoso ponto turístico usando carros de plástico... Pernoitamos na Pousada Águas do Jalapão, onde limpamos tudo no carro. Jantamos na própria pousada (R$ 35,00 por pessoa)

    5º. dia: 22/07/2018 – Domingo

    Saímos da pousada antes das 8h da manhã, rumo a Ponte Alta. Abastecemos o carro e compramos carne, pães, carvão, água, pois o dia de hoje será bastante corrido. Passamos na Gruta de Sussuarana, muito bonita e diferente, e Cachoeira do Lajeado. Seguimos até a linda Cachoeira da Velha, com degraus de pedra. O ar condicionado do carro apresentou problemas e passamos a andar com janelas abertas. Na trilha, estranhamente vimos dois carros batidos: um particular e um de operadora de turismo. Descemos a escadaria que leva até a belíssima Prainha do Rio Novo. Tentamos ir a pé por trilha, mas não foi possível e Joel, Eli e Mirtes fizeram uma longa caminhada sob sol escaldante. Retornando, paramos num dos poucos locais com uma pequena estrutura para turistas: mesa, pia, banheiros. Ali comemos nossos apetitosos “X” pão com sardinha. Conhecemos a casa que, reza a lenda, abrigou Pablo Escobar. Seguimos às 15h40min pela trilha pesada, com muitas costelas de vaca e areião, e demos um gás para chegar em tempo nas Dunas. Chegamos no portão de entrada às17h35min e fomos proibidos de entrar porque o horário havia encerrado 5 minutos antes... No trajeto, o carro só chegava a 1000 rotações e quase morria. Próximo das 19h, chegamos a Mateiros/TO, Pousada Santa Helena (dois pernoites em ap. triplo a R$ 340,00 cada uma). Hoje percorremos 248km em estradas muito off road, com trechos de areião, muitos buracos e costelas de vaca. Na pousada havia rede para descanso. Fizemos churrasco à beira da piscina. O pessoal da pousada foi muito gentil e nos permitiu acesso à cozinha. Tomamos emprestados pratos, copos, talheres. Esqueci de dizer que o casal “Troller” tinha de tudo dentro daquele carro: churrasqueirinha, fogareiro com gás, panela de pressão, pratos, talheres, copos, comidas diversas, temperos, barraca, cobertores, etc. etc. etc. Quem está com Cacau e Mirtes está com Deus. Com as características da estrada, caiu um farol do carro e foi recolocado na pousada.

    6º. dia: 23/07/2018 – Segunda-feira

    No café da manhã na Pousada havia araras, papagaios e outros pássaros, que circulavam pelas mesas. Fomos em três mercadinhos locais (o último era o Santa Maria) e foi uma dificuldade encontrar coisas básicas. Conseguimos pratos, copos e garfos de plástico. Abastecemos. Visitamos o Fervedouro Buriti (após banho de cachoeira. A taxa de permanência foi de R$ 15,00 por pessoa. Nele há uma parte, próximo a borda, que se percebe a “fervura”. Permanecemos por 20 minutos. Depois chegamos ao Fervedouro do Sono, que gostamos muito porque os pontos de “fervura” eram muitos e tivemos tempo ilimitado para permanecer nele, pois éramos os últimos visitantes do dia. Taxa de entrada R$ 15,00.
    Havia almoço no local, mas tinha acabado. Então, utilizamos o fogareiro, panela de pressão e insumos do casal Troller, e preparamos nosso almoço: massa com frutos do mar. Os invejosos vão dizer que era macarrão com sardinha... Mas estava muito bom, pois tinha tempero de alho, azeitonas, milho verde e creme de leite. Um luxo... Tentamos ir até a Praia do Salto, porém a ponte estava interrompida. Saimos 17h30min rumo a pousada e jantamos no Restaurante Dona Rosa (R$ 35,00 por pessoa). D. Rosa deu dicas de onde comprar carne e o horário: bem cedo, antes que acabe.

    7º. dia: 24/07/2018 – Terça-feira

    Acordamos 3h45min e partirmos às 4h para escalar o Morro do Espírito Santo e ver o nascer do sol. Maior escuridão. Com lanternas, subimos os 800m bem íngremes em 45 minutos e a descida foi em 25 minutos e Gustavo 15 minutos. Tomamos café na Pousada Santa Helena enquanto Cacau e Mirtes providenciaram a carne. Visitamos o Fervedouro do Ceiça(ingresso ao custo de R$ 20,00), cuja “fervura” ocorre em uma área grande no centro dele. Passamos pelo Povoado Mumbuco, na esperança de comprar artigos de capim dourado a preços acessíveis, mas não fomos bem sucedidos. Em seguida, fomos ao local chamado Encontro das Águas, onde as águas quentes do Rio do Sono se encontram com as águas frias do Rio Formiga. O acesso se dá pela travessia, a pé, do Rio do Sono, apoiando-se numa corda. Banho delicioso. Dispensamos a visita ao Fervedouro Encontro das Águas, pois havia muita fila. Seguimos para a Cachoeira do Formiga, muito linda, incrível mesmo. Ingresso para acampar: R$ 30,00 por carro e só visita R$ 20,00. Montamos as barracas, evidenciando-se as diferenças sociais em nosso país: Casal Troller em sua ampla residencia e nós na humilde moradia do projeto “Minha casa minha vida”. Beneficiando-nos dos equipamentos do Casal Troller, fizemos churrasco à luz da lua.

    8º. dia: 25/07/2018 – Quarta-feira

    Café da manhã ao custo de R$ 15,00 por pessoa no camping da Cachoeira do Formiga, com tapioca, cuscuz, ovos mexidos, bolo e café + leite. Tivemos dificuldade de encontrar café sem açúcar, como gostamos. Em geral já vem generosamente adoçado. Demos um mergulho sensacional na cachoeira (sem qualquer outro visitante), e às 10h saímos por trilha rumo ao Fervedouro Bela Vista, o maior de todos, com 75m de profundidade. Nas bordas a areia enterra seus pés e você é projetado para o meio e fica boiando. Ingresso R$ 15,00 para permanecer apenas 15 minutos. No caminho vimos um inseto que parecia um beija-flor. Parece que era um gafanhoto, A demora para entrarmos seria de uma hora. Almoçamos ali ao custo de R$ 35,00 por pessoa, comida muito boa. Tomamos banho de rio e voltamos uma hora depois e ainda faltava uma hora para entrarmos... Por certo, foram priorizados grupos de turistas das companhias locais. Tomamos sorvete de buriti.
    Saimos do Fervedouro e passamos em São Felix, onde Cacau abasteceu. Gustavo ligou para mecânico de São Paulo. No caminho de Novo Acordo, fotografamos a Serra da Catedral e Ponte sobre o Rio do Sono.
    Chegamos em Novo Acordo/TO às 19h30min e conseguimos hospedagem na Pousada Vitória(Av.Sete de Setembro, s/número- fones (63) 99968-9527 e 99968-2981). Não confundir com Hotel Vitória, que é bem derrubado. A hospedagem custou R$ 50,00 por pessoa. Comemos pastel numa lanchonete. A Lucimar, proprietária da pouada, é muito atenciosa e permitiu que eu lavasse roupas no tanque e até utilizasse a máquina de lavar, a um custo de R$ 10,00. Quarto limpo, com ar condicionado, café da manhã top, com bolinho de queijo frito pães de queijo, etc. Foi-nos permitido ficar além do horário do check out sem cobrança adicional. Nosso jargão era: “Jalapão é bruto!”, durante os percursos difíceis que cumprimos. Mas sua brutalidade perdeu espaço para as belezas naturais que nos encantaram a cada atrativo.

    9º. dia: 26/07/2018 – Quinta-feira

    O carro foi lavado e consertado (tanque foi removido e limpado a um custo de R$ 150,00), pelo Rogério Bahia. O casal Cacau e Mirtes seguiu antes para Palmas/TO, onde tem parentes. Almoço na pousada Vitória por apenas R$ 15,00 por pessoa e a comida era muito boa. Foi ótimo. Nós saímos de Novo Acordo perto das 14h rumo a Palmas/TO. Paramos direto na empresa “Aguiar Diesel - Bombas Injetoras” para trocar o filtro de combustível (R$ 80,00) e corrigir os respiros do tanque e, em seguida, no Rei do Ar Condicionado, para os reparos necessários na parte elétrica (R$ 150,00). Eu, Eli, às 18h fui de uber ao Mac Hotel e os homens chegaram uma hora e pouco depois. Após banhos, fomos de uber nos encontrar com Cacau e Mirtes e seus familiares Rita, Pedro, Ianara e mais duas primas, na Praia da Graciosa. Jantamos tucunaré frito na Choupana do Lago. Tiramos foto e perdi a chave do hotel.
    10º. dia: 27/07/2018 – Sexta-feira (Palmas-TO para Carolina-MA)
    Após discussão no checkout do Mac Hotel, acerca do preço da chave perdida (de R$ 70,00 ficou por R$ 30,00), seguimos para a Chapada das Mesas (Carolina/MA). Pela Rodovia Belém-Brasília, por Colinas. Passamos poe Lajeado, Miracema do Tocantins, Miranorte, Guaraí, Presidente Kennedy, Colinas do Tocantins, Araguaína. Infelizmente, a estrada está em estado deplorável, com muitos buracos (crateras), que põem em risco a segurança das pessoas.Paramos na estrada na Turbo Diesel para conserto do tubo de admissão do bico injetor que havia afrouxado causando vazamento de diesel que emporcalhou até o parabrisa do Troller do Cacau que vinha atrás. Almoçamos na Minas Churrascaria, anexa ao Posto de Gasolina e Hotel, R$ 50,00/kg. Tivemos ainda mais uma parada rápida por perda de força do carro, causada por sujeira no tanque. Antes de atravessar a Balsa Pipes para a cidade de Carolina/MA, curtimos a Prainha, do lado da cidade de Filadélfia/MA. Gustavo usou colchão de inflar para boiar . Tomamos 13 cervejas e comemos caranha frito, ao custo de R$ 89,00 (para 5 pessoas) na Banca do Wilson Fragoso, indicada pela moça do Posto de Gasolina próximo. Passamos duas noites na casa do primo da Mirtes, recepcionados pelo neto do dono da casa: Vinícius, um rapaz de 15 anos.

    11º. dia: 28/07/2018 – Sábado

    Saímos de casa 8h com o Vinícius, e fomos tomar um café bem ruim em Riachão-MA. O destino era Poço Azul, mas não paramos porque tinha muitos carros e ônibus. Fomos adiante, até o Encanto Azul. Lugar maravilhoso. Pena que logo encheu de gente. Retornando, almoçamos no Restaurante Lajes, de um casal de primos da Mirtes (Sr. Queiroz e D. Maria). Caminho off road pesado por 60 km até a Cachoeira São Romão (Chapada das Mesas). Pelas dificuldades da trilha, chegamos muito tarde. Tomamos um banho rapidamente e retornamos. Na trilha, vimos um rapaz que havia caído da moto e oferecemos ajuda, mas as pessoas que o acompanhavam sequer nos responderam. Voltamos na escuridão. Muitas corujas que dormiam na areia quente levantavam vôo com a aproximação do carro. Chegamos de volta em Carolina depois das 20h. Neste dia os deslocamentos somaram 440 km. Abastecemos.

    12º. dia: 29/07/2018 – Domingo

    Saimos de casa e tomamos café na excelente Panificadora Q-Delícia, próxima. Comemos cuscuz de arroz. Às 8h20min, seguimos para os Lencóis Maranhenses. O casal que nos acompanhou nesta feliz trajetória, desde o 4º. dia da Expedição, iniciou neste momento sua viagem de volta a Brasília, pois tinha compromisso em sua cidade, o que não permitiu seguirem conosco. Foram excelente companhia e sentimos a falta deles na continuidade da viagem.
    Andamos 340 km pela BR 226 (Lajeado Novo) e vimos na estrada transporte de pessoas em carroceiras, em lombo de jegues... Às 11h50mim fizemos um abastecimento do carro em Grajaú e passamos por fila de carros, pois a estrada estava sofrendo reparos e só havia trânsito em um sentido de cada vez. Passamos por muitas aldeias, vimos pedintes estendendo faixas na estrada, muitas bancas de venda de produtos indígenas. Às 15h chegamos em Presidente Dutra. Não conseguimos local para almoço. Seguimos pela estrada e fomos surpreedidos pelo Restaurante São Pedro (cidade Dom Pedro), que nos serviu almoço às 16h: galinhada, carne seca, farofa, salada de alface e tomate e arroz/feijão. R$ 78,00 para nós três. Comida muito boa. Abastecemos em Dom Pedro/MA. Passamos por várias cidadezinhas e vimos filas enormes nas lotéricas, possivelmente era para receber o bolsa-família. também vimos o siate atendendo um acidente na ponte, perto da igreja de Coroatá. Difícil dirigir a noite numa estrada estreira, correndo o risco de encontrar animais atravessando a rua a qualquer momento. Optamos por pernoitar na cidade de Vargem Grande, onde chegamos às 20h.Ficamos na pousada Yuri, em dois quartos (R$ 120 um e R$ 140 os dois). Lugar ruim, proprietária grosseira. Janela do banheiro muito suja. Caixa de descarga sem tampa e, pior, sem água. Vieram consertar no nosso quarto, mas gustavo já estava dormindo.

    13º. dia: 30/07/2018 – Segunda-feira

    Saímos 8h30min da pousada, após café da manhã com vitamina de abacate e abastecemos no Posto Keylla. Traídos pelo aplicativo “maps.me”, que nos mandou por trilha bem pesada, em vez de asfalto, demoramos 5h15min para cumprir trajeto de 200 km até Santo Amaro/MA. Na MA 224, passamos po várias cidades e chamou-nos a atenção a intimidade da Prefeitura de São Benedito do Rio Preto, que simplifica para “São Benê” o nome da cidade. Bonitinho! A MA 225 era de chão e bem difícil e nela demoramos 4 horas e meia para percorrer 60km. Cruzamos vários rios, areião, muitas dificuldades. Passamos pelo Recanto dos Mirins e Lagoa do Cassó, mas não entramos. Vimos muitas casas de capim (carnaúba) e até uma luxuosa de dois andares, desse material. Às13h saimos no asfalto na altura da divisa de Santo Amaro do Maranhão e Primeira Cruz. Passamos por vários Povoados e atingimos a estrada para Santo Amaro. São 36 km asfaltados recentemente. A entrada em Santo Amaro do Maranhão dá-se pela travessia de um rio. Abastecemos e depois almoçamos no Restaurante Sol Amaro, onde comemos arroz de cuchá e peixe por R$ 128,00 para nós três. Nesta cidade não é permitida a entrada de veículos particulares nas dunas e lagoas, uma das quais era a Tinoca. Então, pelo adiantado da hora, preferimos seguir a pé até as primeiras lagoas, sendo que nos banhamos em duas delas. Seria muito caro pagar R$ 250,00 a uma operadora de turismo... E ninguém quis fazer por valor menor... Próximo de 18h entramos na Pousada Paraíso (R$ 255,00). Consegui lavar umas peças de roupa a mão, até porque a pousada, embora bem estruturada, não possuia máquina de lavar roupas. Incrível!

    14º. dia: 31/07/2018 – Terça-feira

    Saímos cedo da pousada em veículo cadastrado pelo Instituto Chico Mendes – Ministério do Meio Ambiente (ICM BIOS): uma Hillux da Operadora de Turismo, dirigida pelo Carlos e tendo como guia o Junior. Entramos no Parque Nacional dos Lencóis Maranhenses. Conosco foram dois caisaizinhos de namorados e uma moça de Fortaleza – Jemina. A paisagem enche os olhos: dunas de até 25 m de altura e as muitas e muitas lagoas que se formam entre elas, com águas cristalinas ou azuis, ou verdes. Destaque para Lagoa das Pedras, Lagoa da Barragem e uma Lagoa sem nome, onde brincamos de drone de pobre jogando a Go Pro para o alto. Cruzamos de barco o Rio Betânia, Comunidade Betânia, que, do lado de Santo Amaro, chama-se Rio Alegre. Almoço o Restaurante Novo Horizonte, da Lindalva: bode, frango, feijão, arroz, macarrão, farinha amarela granulada, cocadas de sobremesa, água de codo e duas cervejas mais R$ 5,00 por pessoa de travessia (barco), nos custou um total de R$ 130,00. Descansamos na rede e fotografamos porcos. Saindo do barco, na volta, subimos por uma e duna e caminhamos até a Lagoa Betânia, que é espetacular! Subimos duna bem alta e muito íngreme,ao redor da lagoa. Depois sentamos ao lado do carro da operadora, aguardando o pôr do sol. Às 18h42min saímos de Santo Amaro do Maranhão rumo a Barreirinhas. Já estava escuro e desconhecíamos o local do rio que permitia a travessia do carro. Não apareceu nenhum carro local para seguirmos... Enfim, perguntamos a uma pedestre e a dica foi certeira. Depois, trechinho bem off road na saída. Enchemos os pneus do carro e seguimos por 91km até Barreirinhas, em baixa velocidade, pois fomos alertados que podem aparecer jegues na pista. De fato, vimos muitos no acostamento ou próximo dele. Por volta de 20h40min fomos petiscar no “O Jacaré”, às margens do Rio Preguiças. Lugar muito top. Depois, chegamos a Pousada Paraíso dos Guarás. Muito boa! Foram dois pernoites a R$ 220,00 cada noite

    15º. dia: 01/08/2018 – Quarta-feira

    Saímos 8h da Pousada no carro da operadora São Paulo Ecotur e fizemos um passeio de barco (voadeira) a Vassouras, Mandacaru e Caburé. R$ 80,00 por pessoa, Muito bom! Em Vassouras, primeira parada, há macacos-prego que se aproximam dos visitantes em busca de comida. Vimos um deles ecalar uma mulher, outro quase tirar a bermuda de um rapaz até encontrar algo comestível em seu bolso e um que tirou um pacote de salgadinho da bolsa de uma moça... Muito divertido! O segredo é não tocar nos macacos. Assim, eles não causarão nenhum dano. Ali tem dunas e lagoas também, que se acessa a pé, A segunda parada foi no Povoado São Domingos, Mandacaru, onde subimos os 160 degraus do Forte da Marinha Brasileira para, e lá, avistar os Grandes Lencóis Maranhenses. Confesso que não vi nada muito interesante lá de cima... Ao descer, tomamos sorvetes de buriti, bacuri e graviola. A terceira parada foi em Caburé. Almoçamos na Cabana do Peixe por R$ 132,00. Descansamos em redes e depois andamos de quadriciclo à beira-mar, até o encontro do rio Preguiças com o mar. Retornamos à pousada às 16h30min. Enquanto eu e Joel tomamos banho, Gustavo levou a Band para banho no Pet. Ahahah... Comprou farol novo. Comemos pizza de carne seca e provolone com tomate seco e uma porção de macaxera frita no “Casarão”, rente ao Rio Preguiças, ao custo de R$ 105,00.

    16º. dia: 02/08/2018 – Quinta-feira

    Fechamos a conta no Hotel Paraíso dos Guarás às 10h30min e um senhor que estava hospedado e trabalha na região deu-nos dicas de passeios. Escolhemos ir para a Cardosa e fazer flutuação. Abastecemos antes. Descemos o Rio Formiga com o guia Elimar, em bóia-cross por 1h e 10min. Uma delícia. Antes, deixamos encomendado nosso almoço: tilápia grelhada. Gastamos R$ 76,00 entre taxa do boia-cross, aluguel das bóias e almoço. Em seguida, Balsa Cruzeiro para cruzar o Rio Preguiças (R$ 30,00, incluindo a volta) e acessar Atins. Off road bruto e zero indicações de caminho. Costumeiramente, as pessoas contratam guias. Nós fomos na raça, com nosso mapinha. Com muita trilha pesada, muitos rios, dunas, e dificuldades, chegamos a Atins/MA. A Pousada Cunca tinha quarto vago, mas ficava longe de tudo. A Pousada Melo tinha quartos vagos, mas já estavam reservados. Restou-nos ficar na “Casa da Praia Atins”, um hostel. R$ 223,00. Quarto com dois beliches sem fechadura na porta, banheiro interno sem possibilidade de travar a porta, banhos no banheiro externo: paredes de capim, chuveiro bom, chão de areia. O piso da área comum/restaurante também era areia. Estavam hospedados um casal de italianos e uma médica neurologista francesa, que trabalha na Guiana Francesa com crianças com deficiências motoras. Jantamos no hostel, a um custo de R$ 60,00 por dois pratos que dividimos entre nós três.

    17º. dia: 03/08/2018 – Sexta-feira

    Saímos de Atins 9h30min e por off road pesado chegamos até a maravilhosa Lagoa Tropical. Transitamos pelas dunas em busca da Lagoa Capivara, cruzamos várias lagoas e tivemos vista do mar, de cima das dunas. Seguimos em busca da Lagoa Sete Mulheres, onde equeci meu chinelo. Almoçamos no Restaurante da Luzia, no Canto de Atins: camarão frito (da casa) e cremoso. Dois pratos para nós três ao custo de R$ 104,50, incluindo bebidas. A comida era boa, mas porções pequenas e caras. Retornando a Barreirinhas, fomos direto a São Paulo Ecoturismo e fizemos passeio, que custou R$ 240,00, para a Lagoa Bonita. Poderíamos ter dispensado este passeio, mas não tinha como saber antes. É muito bonito, mas tínhamos visto paisagens similares (e até mais exuberantes) em Santo Amaro. À noite, comemos pastéis de caranguejo e pizza de frango e peperoni no Restaurante A Canoa, às margens do Rio Preguiça, com música ao vivo (forró) – R$ 108,57. Abastecemos e seguimos para a Pousada da Bell (Leda e Anderson). Bell era uma Golden de 3 anos). Banhos e repouso.

    18º. dia: 04/08/2018 – Sábado

    Gustavo saiu 6h45min e levou Band para arrumar cabo do acelerador, trocar lâmpada de farol que novamente queimou com as travessias de rios, limpeza geral e arrumar aterramento do ar condicionado. Nós conversamos com um rapaz de São Paulo que estava com a filha e trabalha com arranjos florais. Anderson, da Pousada, saiu de moto entregar uma carteira esquecida por um hóspede que tinha saído há pouco. Mas a carteira era minha... Eu havia deixado na mesa porque ali não havia sinal de internet. Fui na sala do café para obter sinal e fazer o pagamento por transferência bancária. Saimos da pousada e voltamos já em seguida buscar meu óculos de sol, que eu tinha esquecido na cozinha. No Caminho da cidade de Paulino Neves, tivemos vista maravilhosa dos Pequenos Lençóis Maranhenses, na beira da estrada. E, achávemos que era só um simples caminho, uma simples passagem... Almoçamos na cidade de Tutóia, no Cantinho da Vovó, da Dona Rosa. Eram quase 14h, horário de encerrar as atividades no restaurante, mas fomos muito bem atendidos. Pedimos um prato de carne de sol e dois de camarão, com os acompahamentos. Comida deliciosa, caprichada, farta, com uma cola de 1,5l, a um custo de R$ 58,00 para nós três. Ainda ganhamos café e docinho de leite. O banheiro tinha o vaso sanitáro e um latão com água e um plástico para coletar água e jogar no vaso. Não tinha torneira. Mas no restaurante havia uma pia com água. Passamos pela Praia de Tutóia e seguimos para o Piaui. Vimos um cavalo morto na beira da estrada. Estrada boa, pista sem acostamento. Vários povoados. Vimos um acidente de moto com uma moça sentada e o rosto ferido e um homem deitado com cabeça bem ferida. Tiramos foto na ponte sobre o Rio Parnaíba. Vimos lagarto na BR 402 e galinhas d’Angola na PI 301, bem como porcos cruzando o asfalto. Perto das 18h chegamos em Barra Grande/PI, uma praia linda, com muitos praticantes de kite surf. Muitos franceses. A praia é linda: calma, sem ondas. Hospedagem no Chalé da Ora a um custo de R$ 225,00. Fomos atendidos pela Joyce.

    19º. dia: 05/08/2018 – Domingo

    O café da manhã da Pousada da Ora era em outro lugar: no “Trabalha Brasil”. Partimos às 9h45min, rumo a Jericoacoara, via Camocim/CE,pela BR 402. Às 10h20min entramos no Estado do Ceará. Muitos buracos enormes na estrada.Abastecemos em Barroquinha/CE e cruzamos a balsa para apenas dois carros, a um custo de R$ 30,00. Muito bonita a vista da cidade de Camocim entre palmeiras. Seguimos de carro por trilhas, dunas, à beira-mar. Caminho fantástico. A água do mar é deu um verde bem clarinho. Paramos paa fotografar a Lagoa de Tatajuba. Almoçamos no Restaurante (Barraca) Raízes do Mangue. Camarões bem grandes. Custo: R$ 83,60. Saimos 14h15min. Estávamos a 12 km de Jericoacoara e a uma balsa de um único carro por vez, a um custo de R$ 25,00. Fotografamos a praia, repleta de kite surf. Chegamos em Jericoacoarae seguimos conhecer o Camping do Tião e Lagoa Paraíso. Estava muito cheio. Voltamos a Jeri. Pagamos R$ 40,00 por dois dias de estacionamento e R$ 10,00 pela nossa permanência. Pousada Villa Guarani, apartamento muito bom, com mini copa (forno e chaleira elétricos, mesinha e banquetas, louças e talheres). Sacada com varal, mesinha e cadeiras. Fomos ver o pôr do sol da Duna Pôr do Sol. Bonito demais!!! Muita gente. Caminhamos pelo centro e tomamos uma caipirinha de cajá num dos muitos carrinhos que preparam. Voltamos à pousada tão cansados que capotamos sem jantar.

    20º. dia: 06/08/2018 – Segunda-feira

    Café da manhã da Pousada Villa Guarani era na Pousada Villa Medina, ao lado, e muito bom. Após ligeiro stress sobre o custo, acertamos R$ 450,00 da hospedagem das duas noites. Caminhamos até a Pedra Furada, onde havia fila grande para tiragem de fotos. Ida e volta quase 6 km. Descanso na pousada e almoço delicioso (peixe com molho de camarão e pirão) no Restaurante Jeri Ju por R$ 117,00. Tomamos banho no mar de Jeri. Água leve, pouco salgada, fundo do mar bem compactado e raso até muito longe. Vimos o pôr do sol, da praia, tomando cerveja e capirinha de cajá. Na Pousada, consumimos o vinho comprado no Jalapão e muito chacoalhado nas trilhas e queijo comprado no mercado local.

    21º. dia: 07/08/2018 – Terça-feira

    Passamos na Igreja de Jeri, feita de pedras e muito bonita. Guardas em um Troller nos pararam para alertar que entramos na contra-mão para entregar o comprovante de pagamento da taxa ao porteiro. Retornamos ao Camping do Tião e curtimos muito a Lagoa Paraíso toda para nós. Petiscamos macaxera e iscas de peixe. Tiramos muitas fotos em um banco de madeira ano meio da lagoa e nas redes. Passamos pelo centro da cidade de Jijoca de Jericoacoara, enchemos os pneu, trocamos o farol queimado e seguimos pela CE 085. Vimos muitos túmulos na beira da estrada. Estrada começou boa, mas logo apareceram as crateras... vimos muitas Hillux. Cruzamos vários municípios e fotografamos parque eólico. Chegamos a Icaraizinho de Amontadada, na Pousada Brisa del Mar, às 16h. Fomos recebidos pela Raquel, com um cafezinho feito na hora. É chefe de cozinha. Morou em Nova York por quase 20 anos. Sua irmã Ana Paula, chegou nos acolher em seguida. Morou em Barcelona. Ambas retornaram depois da morte da avó e padrasto para apoiar a mãe que ficou muito abalada com tais perdas. Eram do Rio de Janeiro. Arrendaram duas pousadas e estão operando num restaurante de quarta a domingo. Fomos ver o pôr do sol na praia e tiramos muitas fotos pois as cores do céu ficaram extraordinariamente belas. Andamos pela praia e depois pelo centro. Na praça, havia novena e quermesse. Voltamos tomar banho e jantamos no Restaurante Villa Mango, na Pousada Villa Mango Beach Bangallows. Duas mesas com franceses. Pedimos camarão de aperitivo, tomamos mojito e no lugar da moqueca de arraia veio peixada, que estava deliciosa e era mais cara, mas pagamos o preço da moqueca. Na volta, ficamos na rede e cadeiras na sacada da pousada por um longo tempo. Chegaram mais hóspedes para a prática do kite surf. Um carioca e um de Brasília. O de Brasília curtiu muito a Toyora Bandeirante. O custo do pernoite foi R$ 195,00.

    22º. dia: 08/08/2018 – Quarta-feira

    Tomamos café da manhã com pães feitos por um padeiro suíco da cidade, trocando ideias com o hóspede carioca sobre a Band e depois com os dois em nossa mesa falamos sobre o esporte deles. Compramos água e partimos para Flecheiras pela beira-mar. Vimos cemitério grande na beira do mar e uma grande concentração de jegues, um jegue center. Tomamos banho de mar em Mundaú, onde atravessamos de balsa que comporta um único carro, ao custo de R$ 25,00. Na saída da balsa, o carro cavou bem na areia e exigiu manobras para sair. Vimos parques eólicos próximo do mar. Por volta de 11h15min chegamos à Praia de Flecheiras, muito bonita e tranquila. Na Barraca Maré Alta petiscamos lula a milanesa e almoçamos trio grelhado (peixe, camarão e lagosta) + 3 cervejas, a um custo de R$ 150,15. Tomamos banhos de mar. Pousada Triplex, da Selma, por R$ 130,00. Visitei a localidade: Praça, Igreja, mercado. Voltamos à praia (banhos e caminhada). Na pousada, banhos e arrumação de malas. Saimos comer no Crepre ao Mar, anexo à Pousada do Paiva. Achamos caro. Pedimos dois para nós três e custou R$ 78,65. Retornando, concluimos arrumação de malas. Na pousada não tem café da manhã. À noite rolou briga de casal em um dos quartos da pousada, com direito a mulher agredir o marido...

    23º. dia: 09/08/2018 – Quinta-feira

    Saímos às 8h rumo a Fortaleza e fizemos grande parte do percursos pela areia, passamos entre pedras, totalizando 20km até Lagoinha. Desviamos por asfalto 30km e comemos duas tapiocas de queijo e presunto e uma de carne seca, mais dois Toddy, gastando o montante de R$ 11,50 nesse café da manhã em Paraipaba. Em Paracuru, voltamos a transitar pela beira da praia, depois um pequeno trecho de asfalto ladeado por dunas, em Pedra Rachada. Vimos mais jumentos e muitos praticantes de kite surf numa Lagoa. Voltamos ao asfalto em Taíba,circulando por ruas dentro da cidade até retormar a beira-mar, chegando a Pecém. Chegamos próximos do Porto de Pecém e saímos para a cidade. Seguimos pela CE 085, que tem pista dupla somente nos últimos 29km.
    Abastecemos 8 km antes de chegar em Fortaleza. Almoço no Restaurante Serigado Contry, da Barão, já em Fortaleza, para lembrar os bons tempos do Joel na LUBNOR. Arroz c/ camarão e 500g de serigado (badejo) grelhado. Muito bom, mas cobraram até o café, que nem era expresso. A conta totalizozu R$ 186,89. Gustavo nos deixou no aeroporto às 13h40min e despachamos as malas gratuitamente. Chegamos em casa 22h30min. Gustavo permaneceu na capital do Ceará mais dois dias e assim que nos deixou no aeroporto, levou o carro para lavar na Lava Jato Damas (esquina da Desembargador Praxedes com a Júlio César), onde tomou até banho. À noite encontrou-se com o grupo de toyoteiros de Fortaleza para resenhar sobre a viagem e agradecer pessoalmente o apoio de pessoas incríveis como o Jojó e Toba. Sexta-feira, dia 11, acertou o envio do carro por cegonha a um custo de R$1100 reais. Sábado, voou a São Paulo.

    Só temos a agradecer a Deus, que nos concedeu a graça de realizarmos esta viagem maravilhosa com sucesso abusoluto, com saúde para curtir cada momento. Tudo deu muito certo. Os pequenos percalços não resultaram comprometimento de qualquer natureza. Valeu!!!

    Para o sucesso da viagem, é importante distribuir funções:

    • Gustavo: Planejador, Motorista, Navegador, Zequinha, DJ, Guia, Operador de Rádio, Salva-vidas, Chato de Galocha...
    • Joel:Arrumador de malas no carro, churrasqueiro, garçom, Operador de Durepoxi, Especialista em supermercados, Fotógrafo, Abridor de porteiras, Cagador de Regras II...
    • Eli:Puxadora de Orações, Relações Públicas, Gestora de Resíduos, Intrometida Júnior...



    Resumo:
    Origem Destino Km do dia
    Dia 1 SP Caldas Novas 880
    Dia 2 Caldas Novas Goiania 178
    Dia 3 Goiania Natividade 745
    Dia 4 Natividade Ponte Alta 257
    Dia 5 Ponte Alta Mateiros 229
    Dia 6 Mateiros Mateiros 103
    Dia 7 Mateiros Formiga 58
    Dia 8 Formiga Novo Acordo 219
    Dia 9 Novo Acordo Palmas 131
    Dia 10 Palmas Carolina 460
    Dia 11 Carolina Carolina 449
    Dia 12 Carolina Vargem Grande 737
    Dia 13 Vargem Grande Santo Amaro 227
    Dia 14 Santo Amaro Barreirinhas 111
    Dia 15 Barreirinhas Barreirinhas 0
    Dia 16 Barreirinhas Atins 100
    Dia 17 Atins Barreirinhas 101
    Dia 18 Barreirinhas Barra Grande 251
    Dia 19 Barra Grande Jericoacoara 158
    Dia 20 Jericoacoara Jericoacoara 18
    Dia 21 Jericoacoara Icaraizinho 155
    Dia 22 Icaraizinho Fleicheiras 55
    Dia 23 Fleicheiras Fortaleza 197
    Total 5819
    Troller 2010 e Toyota Bandeirante Jipe Curto 2001
    @botija4x4

  2. #2
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    Rio De Janeiro/RJ
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    Agradecimentos: 12
    Show de passeio e relato. Já fiz de Fortaleza aos Lençóis em companhia do Jojó e Jalapão em outra viagem. Inesquecível
    Jeep Compass Longitude diesel o marrom
    Ex. Band 94 "resgate" 14b Turbo

  3. #3
    Usuário Avatar de leoss
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    25/01/2014
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    Relato maravilhoso lendo da pra viver cada momento.
    Só faltou umas fotos pra ilustrar e ficar perfeito

  4. #4
    Usuário
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    09/08/2017
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    Agradecimentos: 4
    Parabéns !!!

    Viagem fantástica e, ótimos relatos !

    Só faltou as fotos mesmo...

    Grande abraço !!!
    Depois de conhecer desde o Maranhão até o Chile de moto, troquei a moto por uma toyota e tô feliz pra caramba !!!!

  5. #5
    Usuário Avatar de titanium
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    ---/DF
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    Agradecimentos: 52
    Já fizemos essa viagem em fragmentos... num primeiro momento Jeri a Parnaíba.

    Num segundo, Jalapão e Lençois (povoado Betânia - espetacular!), mas fomos pelo Piauí, onde conhecemos o Parque das 7 cidades, que é simples, mas merece o check-in, ainda mais para quem tiver criança em idade escolar!


    Queremos um dia voltar para fazer o trajeto inteiro... curtindo cada ponto com calma..
    Vale a pena dedicar quase 30 dias a essa expedição tão engrandecedora.


    Show de relato! Parabéns a você e à família pelo passeio! Parabéns à sua mãe pelo relato!


    Abraço!
    --
    Viajar é bom e necessário!

  6. #6
    Equipe de Apoio Avatar de hercilio.neto
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    12/07/2008
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    58
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    Agradecimentos: 34
    Grande Gustavo.
    Seu relato é bem detalhado, será de grande ajuda para quem pretende fazer essa expedição.
    Ficou faltando fotos.
    Já estou seguindo a sua viagem para o Chile no Instagram. Ficaremos aguardando os detalhes aqui no Forum
    HERCÍLIO NETO (Uncle Stan)
    トヨタ Bandeirante 93 Imortal - OM364 Turbo - 5M
    ATÉ MAIS DO QUE AQUILO QUE SIMPLIFICA, PREFIRO O QUE JÁ É SIMPLES

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