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  1. #1
    Usuário Avatar de AndreLeonardo
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    22/01/2008
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    Cool Road Trip São Luis (MA) x Curitiba (PR) - relato!




    Salve colegas foristas!


    Estou pra escrever esse relato já há algum tempo, mas as atividades sempre me atrapalharam nessa missão... E como vcs podem perceber, o texto é longo!

    Mas vamos lá. Em fevereiro passado minha esposa, Marisa, ficou sabendo de sua aprovação no curso que ela gostaria de fazer na Universidade Federal do Paraná. Devido a isso tivemos que decidir qual seria a melhor maneira de sair de São Luis, no Maranhão, onde moramos há alguns anos, até Curitiba, Paraná, levando a "mochila" nas costas. Além de roupas, objetos pessoais, alguns pequenos móveis e demais ítens, precisávamos também mandar o carro (uma GM Tracker 2008, xodó da Marisa!) e ainda teríamos que ir ambos para Curitiba ver o apartamento para alugar. Fizemos as contas e pensamos... "porque não ir rodando?". Afinal, seriam três passagens de avião compradas em cima da hora (a de ida pra ela e uma ida+volta pra mim, e isso sai caro!), a cegonha para enviar o carro e ainda por cima uma grande quantidade de bagagem despachada (agora as aéreas cobram por volume... ).

    O problema disso tudo é que teríamos apenas 5 dias para chegar em Curitiba em tempo de ela fazer a matrícula. Ou seja, não daria para ir parando e curtindo essa longa viagem como gostaríamos, e também não tinhamos margem para erro... qualquer dia a mais e ela perderia a vaga. Resolvemos arriscar assim mesmo e partimos voando - mas com as rodas no chão.
    Passamos um dia inteiro correndo com os preparativos - ela arrumava as malas e eu preparava roteiro, procurava as paradas para descanso e ainda consegui levar o carro para revisar e trocar os pneus, que eu tinha comprado via internet um mês antes e, por acaso, chegaram exatamente nesse dia... foi a sorte! Queríamos deitar pra dormir cedo, mas no fim das contas, com a quantidade de coisa pra colocar no carro só conseguimos dar uma cochilada entre 2 e 4 da manhã...

    Nossa ideia era fazer os dois primeiros trechos o mais longos possíveis para depois ficar mais tranquilo entre Goiás, São Paulo e Paraná. Optamos, então, por ir de SLZ até Araguaína, TO. De lá, até Anápolis (Goiás). No terceiro trecho chegaríamos em São Paulo capital, e depois finalmente Curitiba. Dessa maneira, chegaríamos na capital paranaense em 4 dias, com folga para nos instalarmos com calma e no dia previsto fazer a matrícula da Marisa.
    Decidimos sair bem cedo de SLZ, por volta de 5 da manhã. Acabamos atrasamos um pouco, mas 6 e meia estávamos na ponte de saída da ilha. Seguimos viagem tranquilamente, muito melhor inclusive do que eu imaginava - as estradas maranhenses estão, em média, com boa pavimentação. Falta estrutura de segurança e acostamento em alguns trechos, além de sinalização falha, mas nada que comprometesse nosso trajeto. Um evento curioso que aconteceu foi em um trecho bem no meio do estado, onde um rebanho imenso estava sendo tocado por dois ou três boiadeiros no meio da estada, fazendo com que um engarrafamento gigante se formasse. Caminhões, carros, motos... ninguém passava enquanto o rebanho não seguisse o seu rumo. Até que, manobrando para tentar achar espaço de passagem, um motorista um tanto sem noção de um caminhão resolveu dar uma buzinada bem barulhenta. Ficamos bastante assustados com um possível estouro da boiada, ainda mais que tinha uns desses touros bem chifrudos ao lado do nosso carro naquele momento. Por sorte, nada de grave rolou.

    O único incidente mesmo aconteceu já no sul do Maranhão, próximo à Açailândia, onde chuvas torrenciais e o trânsito pesado de caminhões de madeira daqueles bem lentos deixaram a viagem um tanto tensa. Nesse trecho, até devido à essas situações, o número de buracos aumenta bastante e, com a baixa visibilidade não consegui desviar de um. Acabei caindo com a roda dianteira esquerda, e logo em seguida passei a notar um estalo constante, quando o carro rodava em baixa velocidade. Na mesma hora pensei "pronto, quebrou alguma coisa". Preferi continuar o trajeto assim mesmo, já que o comportamento do carro continuou normal apesar dos estalos. Paramos para almoçar já em Imperatriz (MA), por volta de 15:50 da tarde, em um shopping que fica bem à margem da BR, portanto de fácil acesso - precisando apenas fazer o retorno, já que fica na mão contrária. Até então, rodamos pouco mais de 600 quilômetros - ainda faltavam uns 250 até Araguaína, no TO. Passamos a divisa dos estados por volta de 18:40 da tarde, com o hodômetro marcando mais ou menos 730 km. Vale lembrar que utilizamos pneus com medidas 225/70 nas rodas originais da Tracker, portanto esse números aqui já estão com o cálculo acrescentando os 4,8% a mais da diferença do diâmetro. Naturalmente, essa conta pode não ter exata precisão.

    O trecho até Araguaína foi bastante tranquilo, apesar de já estar escuro com o cair da noite. A estrada no norte do Tocantins estava em boas condições, sem buracos e com o tráfego mais leve, talvez pelo horário. Não tivemos grandes problemas e chegamos na primeira parada para descanso pouco depois das 20 horas. Pernoitamos em um hotel mais pra dentro da cidade, chamado Hotel Executivo. Extremamente aprazível! Ficamos bastante impressionados com a limpeza e o conforto no quarto para um hotel relativamente simples. O café da manhã também é digno de nota... muito gostoso, bem servido e constantemente fiscalizado pelas senhoras que cuidam do restaurante para não faltar nada. Definitivamente, foi uma ótima escolha, com bom custo x benefício. Tivemos uma excelente noite de sono e um café digno de repor as energias para o próximo trecho, que pelo nosso roteiro seria o mais longo e pesado. Em nossa estadia em Araguaína só tivemos um ponto negativo: o restaurante onde pedimos a comida para jantar simplesmente esqueceu da gente e demorou mais de uma hora para entregar a refeição no hotel, após várias reclamações. Com isso atrasamos nosso descanso e essas horas a mais de sono fizeram diferença no dia seguinte.

    Saímos de Araguaína por volta de 7 da manhã. Aproveitei antes da partida para entrar embaixo do carro e tentar descobrir o estalo chato que ficou após a queda no buraco, e notei a coifa da homocinética completamente destruída. Me pareceu ter sido apenas isso, então nem liguei mais para o barulho. Marisa, que tinha reclamado que eu não queria largar o volante (já que fiz o trajeto inteiro entre SLZ e Araguaína e ela disse que eu tinha cola nas mãos), assumiu a direção no primeiro trecho. Seguimos viagem rumo à Anápolis, num trecho que seria de aproximadamente 1100 km - mas acabou sendo um tantinho a mais... O trecho sul do Tocantins ainda tinha estradas bastante aceitáveis, mas quanto mais próximo de Goiás piores iam ficando as condições. Optamos por esticar bastante esse trecho antes do almoço aproveitando o dia, parando pra almoçar apenas em Porangatú (já em Goiás) por volta de 16 horas. Nosso hodômetro (já com o cálculo de correção) marcava 1560 km. A partir daí voltei ao posto de motorista e, de fato, as condições foram ficando mais tensas. Além do cansaço físico, que começava a bater, passamos por dois acidentes bastante graves - em um deles, um ônibus desses interestaduais estava capotado e completamente queimado, ainda com focos de incêndio e alguns bombeiros escaldando o que restou do veículo. As estradas do norte do estado estavam bastante irregulares, com muitos buracos, trânsito pesado em vários trechos e, ainda por cima, a noite estava caindo. Alguns trechos com chuvas fortes pioraram ainda mais a situação. E, como desgraça pouca é bobagem, ainda tivemos outro problema no trajeto...

    Em um determinado momento, há uma bifurcação na BR-153, por onde estávamos seguindo, que segue pela BR-080 - vai em direção ao DF. Pelo nosso roteiro, ambos os caminhos levavam à Anápolis da mesma maneira, então preferimos perguntar na Polícia Rodoviária qual trajeto estava em melhor estado, já que a 153 estava bastante ruim. A recomendação era seguir pela 080. Assim fizemos... e de fato, estava um tapete. O problema é que seguimos por ela eternamente e nada de chegar o caminho para Anápolis. A noite já havia caído, não havia mais nenhum carro próximo de nós, tudo estava bastante escuro e deserto. Ah, e o marcador de combustível em mais ou menos 1/4. Pode parecer muito, mas para quem de repente se tocou de ter errado o caminho... virou quase pânico. E dá-le guia 4 rodas, google maps... não conseguíamos entender o que tinha acontecido. Em algum momento era para ter virado à direita, mas a única placa que falava "Anápolis" parecia ser de uma vicinal onde optamos por não entrar, já que a recomendação do policial foi "seguir direto pela 080". Em algum momento entendemos que estávamos de fato a caminho de Brasília, o problema é que não sabíamos quanto tempo demoraria para chegar, se haveria um posto de gasolina próximo ou se pelo menos a estrada voltaria a ser minimamente movimentada. De fato, dava medo trafegar ali onde estávamos. Passamos por regiões do DF que, confesso, eu teria medo de passar até de dia.

    Felizmente achamos a BR-060, que está duplicada e com asfalto em excelente qualidade. Foi um alívio sem tamanho... mas como estávamos muito cansados e tensos do erro, esse trecho final até Anápolis foi feito contando quilômetro a quilômetro, sendo que devido à chuva fina que caía e nosso total desconhecimento do trajeto resolvi seguir um caminhão durante todo o percurso até chegarmos à cidade. Quando paramos o carro tremíamos num misto de cansaço, nervosismo e alegria de finalmente ter chegado a algum lugar que parecia seguro. Paramos no Comfort Hotel, que fica bem na beira da estrada. Para um hotel executivo, é muito confortável e moderno. Gostamos bastante, apesar de o atendimento na chegada ter sido bem frio e seco - o que foi um tanto incômodo para nós, que estávamos bastante esgotados da viagem. O saldo do erro de trajeto, se não me engano, foi em torno de 120 km e, chegando alguns meses depois, uma multa de excesso de velocidade (passei a 78 em um radar de 70...) em algum ponto lá da região.

    Como sabíamos que o trecho seguinte era completamente duplicado e por estradas excelentes até São Paulo, optamos por dormir um pouco mais e sair mais tarde. O hotel era de fato bastante confortável, então tivemos uma ótima noite de sono e ainda tomamos mais um excelente café. Saímos do hotel 8 e meia da manhã, sendo que aproveitamos para checar a homocinética num mecânico do posto que abastecemos. Ele encaixou a peça, mas o barulho continuou. Paciência, continuamos o trajeto até São Paulo. Como o roteiro (e o tempo!) permitiam, nos demos o luxo de seguir a estrada que ia pelo Triângulo Mineiro e fazer nossa parada para almoço em Uberlândia, desfrutando assim da deliciosa culinária mineira e comprar algumas guloseimas (e uma cachacinha, lógico!) no Mercado Municipal. Nessa parada o hodômetro já marcava aproximadamente 2445 km. Estradas excelentes o tempo todo, até São Paulo. Após o almoço, Marisa assumiu o volante até chegarmos no estado de São Paulo, onde pararíamos apenas para abastecer e trocar de motorista quando tivesse caindo a noite. Atravessamos a divisa MG-SP por volta das 16 h, e às 21:30 estávamos na casa dos meus sogros (sim, minha esposa é de SP e meus sogros ainda moram lá!). Descansamos bastante, já que o último trecho, São Paulo - Curitiba, seria relativamente curto perto dos dois dias anteriores.

    Saímos de SP às 11 e meia da manhã rumo à Curitiba, entrando na Régis Bittencourt por volta de meio dia e pouco. Hodômetro já marcando uns 3100 km. Finalmente duplicaram a "rodovia da morte"!! Está 200%, 500% melhor. Fizemos uma viagem extremamente tranquila, sem absolutamente nenhuma intercorrência. Ainda pudemos curtir um pouco da paisagem da Serra do Cafezal sem os riscos de um caminhão descer sem freios na pista contrária e acertar a gente. É um trajeto que recomendo fazer, de fato uma delícia de passeio. O único senão foi quando paramos para almoçar em Registro, por volta das 14 horas - apesar de ser carioca, quando criança morei em Curitiba, e lembro vagamente que minha mãe parava o carro num lugar chamado Petropen quando fazíamos Curitiba - SP - RJ... - e foi uma grande decepção. O local (creio que era aquele mesmo!) é atualmente da rede Graal. Paramos assim mesmo, já que apesar de normalmente ser caro é uma rede bastante conhecida. Mas dessa vez além de caro, o atendimento foi ruim e a comida pior ainda. Depois pensamos na escolha idiota que fizemos: ali na Regis, qualquer lugar onde sirva uma comida caseira em beira de estrada teria um almoço melhor, MUITO melhor do que o Graal. Mas... paciência. Então, finalmente chegamos à Curitiba. Nossa última marcação de hodômetro apontava aproximadamente 3597 km rodados, provavelmente próximo das 16 horas. No fim, uma aventura e tanto! Apesar de já ter feito diversas viagens de carro jamais tinha rodado tanto tempo e por tantos km assim... posso dizer tranquilamente que foi uma das viagens mais divertidas e malucas que já fiz na vida.

    Ah, e finalmente mandamos arrumar o estalo no carro. Trocamos os dois amortecedores dianteiros, as buchas, bieletas e outras coisinhas. Total do conserto, R$ 3500 (entre peças, mão de obra e mais uma embreagem nova, já que a outra estava patinando). Quase teria sido mais barato ter mesmo ido de avião e mandado o carro na cegonha. Mas... aí não teria história pra contar depois!


    Resumo da ópera:
    São Luis - Curitiba. 4 dias, 5 regiões, 6 estados (mais o DF...), aproximadamente 3600 km de estrada.
    Veículo: Chevrolet Tracker 2.0 4x4 (2008) - vulgo Grand Vitara de Gravatinha. Atualmente com mais ou menos 85.000 km rodados.
    Consumo: Em torno de 10.5 km/l (praticamente o tempo todo com ar ligado e bastante tralha na mala)

    Trechos:
    SLZ - Araguaína pela BR-135, BR-222, BR-010, BR-226.
    Araguaína - Anápolis pela BR-226, BR-153 (aqui é possível seguir até Anápolis), BR-080 (caminho alternativo - entre depois pela BR-414 até Anápolis!), BR-070 (caminho errado!), DF-180 (continuava errado!), BR-060 (aqui nos achamos e seguimos direto até Anápolis, finalmente).
    Anápolis - São Paulo pela BR-153 (totalmente duplicada e deliciosa de dirigir!), BR-365 (até Uberlândia, também duplicada), BR-050, SP-348 (Bandeirantes).
    São Paulo - Curitiba pela BR-116.

    É isso, pessoal! Na realidade, dava pra escrever um texto 3 vezes maior de tão bacana que foi a trip... mas nem todo mundo teria saco pra ler, e o objetivo é auxiliar os colegas que porventura tenham que transitar por uma dessas rodovias. Espero que seja útil!
    Em breve posto algumas fotos, deixa só a patroa liberar o cartão de memória da câmera...

    Grande abraço a todos!
    4X4 Brasil Razão: faltou explicar melhor o valor do conserto do carro.
    Jimny 4Sport 13 - Bidu; Tracker 08 (da patroa) - Sapão; Dakota RT 00 (da patroa também...) - Mata Hari
    ex: Niva 91; Discovery TDi 96; L200 Savana 09.

  2. #2
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    Parabéns pelo relato e pela bela viagem conterrâneo.
    Eu também odeio o Graal, comida de ruim pra mediana e preço absurdo em tudo.
    Quando viajo de carro, sempre costumo parar em restaurantes de postos onde vejo muito caminhões parados, porque os caminhoneiros só param em lugares bons e conhecidos e, é certeza de comida boa por um preço justo. Na última vez que fiz isso vindo de Cabo Frio/RJ para Duque de Caxias/RJ, onde moro e, almocei em Itaborai/RJ por apenas 12 reais um comidinha caseira e muito boa.
    Depois de conhecer desde o Maranhão até o Chile de moto, troquei a moto por uma toyota e tô feliz pra caramba !!!!

  3. #3
    Usuário Avatar de AndreLeonardo
    Entrada
    22/01/2008
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    São Luis/MA
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    Agradecimento: 1
    Citação Postado originalmente por Gil-RJ Ver Post
    Parabéns pelo relato e pela bela viagem conterrâneo.
    Eu também odeio o Graal, comida de ruim pra mediana e preço absurdo em tudo.
    Quando viajo de carro, sempre costumo parar em restaurantes de postos onde vejo muito caminhões parados, porque os caminhoneiros só param em lugares bons e conhecidos e, é certeza de comida boa por um preço justo. Na última vez que fiz isso vindo de Cabo Frio/RJ para Duque de Caxias/RJ, onde moro e, almocei em Itaborai/RJ por apenas 12 reais um comidinha caseira e muito boa.

    pois é, eu já não ia muito com a do Graal... mas parava lá pela praticidade. Agora peguei ranço mesmo! hahaha! Viajei nesse feriado pelo interior de SP e preferi parar em qualquer outro lugar que não nessa birosca.

    Abração!
    Jimny 4Sport 13 - Bidu; Tracker 08 (da patroa) - Sapão; Dakota RT 00 (da patroa também...) - Mata Hari
    ex: Niva 91; Discovery TDi 96; L200 Savana 09.

  4. #4
    Parabéns pelo relato! E mesmo tarde, bem-vindo a Curitiba!

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