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  1. #13
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    Fotos do dia 8

    Altiplano 2016 - Peru e Chile via Acre-img_1181.jpg

    Altiplano 2016 - Peru e Chile via Acre-img_1483.jpg

    Altiplano 2016 - Peru e Chile via Acre-p1013511.jpg

    Altiplano 2016 - Peru e Chile via Acre-img_2066.jpg
    Miniaturas de Anexos Miniaturas de Anexos Altiplano 2016 - Peru e Chile via Acre-img_1396.jpg  
    LR Defender 110 2004

  2. #14
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    Nono dia – 09/04/16

    Após o café da manhã juntamos o time, carregamos os veículos e pegamos a estrada novamente, agora rumo a San Pedro de Atacama. Seriam 3 dias de deslocamento, com paradas para dormir em Puno e Pozo Almonte, já no Chile. Rodamos 400 km no primeiro, 730 km no segundo e 430 km no último dia desta perna da viagem. Para as esposas era o início da viagem por terra.

    Para deixar Cusco pegamos o mesmo caminho pelo qual chegamos à cidade, mas desta vez o trânsito estava mais “normal”. Seguimos em direção a Urcos, que fica no final (ou início) do vale onde está Cusco.

    Em Urcos encontram-se as rutas Interoceanica Sur, por onde cruzamos a cordilheira para chegar em Cusco, e a 3S, que leva ao lago Titicaca e a Puno. Tomamos a 3S e começamos a subir por um vale bem largo que se mostrou maravilhoso, margeando um rio muito bonito que não sei o nome. A subida é leve, mas de repente percebi que a viatura não estava com bom desempenho. Abri o aplicativo do altímetro no celular e vi que estávamos a mais de 4.000 m de altitude. Altiplano de verdade. Obviamente estava explicada a queda de rendimento do motor da Land: falta de oxigênio.

    Viajamos por este vale desde Urcos até Juliaca, um trecho de uns 300 km. Passamos por várias cidadezinhas, todas muito pobres. Cruzamos com um trem em um ponto onde o vale se abria, com alguns picos ao fundo e um belo céu fechando a paisagem, mais uma imagem para ficar registrada em nossas mentes.

    Em um certo ponto da viagem tivemos um encontro inesperado. A Defender 90, de cor azul, estava à minha frente, e a vi de longe. Fui me aproximando dela e de repente vi que não era a 90, mas outra Land, verde escura. Quando cheguei mais perto veio a surpresa: a placa da Land era da Suíça.

    Encostei atrás dela em um posto de pedágio, e logo depois a ultrapassei. Vimos que quem viajava nela era um casal jovem. Buzinamos, fizemos festa e seguimos.

    Um pouco adiante a 90 havia parado ao lado da rodovia, tendo atrás dele um cenário característico do Altiplano: a pradaria e montes nevados ao fundo. Paramos todos ali e ficamos esperando pelos suíços. Assim que estes nos viram saíram da estrada e vieram para ao lado de nossos carros, não sem antes dizer que queriam parar próximos das Land, e não da Frontier. Coisa de quem curte as clássicas Land Rover Defender.

    Chegaram, desceram e conversamos. Eram um casal jovem, na faixa dos 25 a 30 anos. Despacharam sua Land da Europa para o Canadá havia um ano e pretendiam descer até Ushuaia, voltar a Montevideo, despachar o carro para a Suíça e ir embora. Batemos mais um papo e nos despedimos. Muito bom.

    A viagem deles era diferente da nossa, eles não tinham programação rígida nem de roteiro nem de paradas, iam ao sabor do tempo, gastando-o onde achavam interessante. Algum dia farei uma viagem assim.

    Seguindo em direção a Puno chegamos em Juliaca, a maior cidade do trajeto deste dia. Terrível. Cidade terrível. Trânsito padrão Peru, ruas esburacadas, comércio de rua por todos os lados misturado com tuc-tuc´s, muita gente e muito lixo. Aliás, infelizmente o padrão no Altiplano é idêntico ao da região amazônica: pelo lixo espalhado ao lado das rodovias você percebe que está chegando em uma cidade.

    Alguns quilômetros à frente, ao chegar próximo a Puno temos as primeiras visões do Titicaca, considerado por muitos o lago navegável mais alto do mundo e que fica na fronteira entre o Peru e a Bolívia.

    Nos batemos um pouco para achar nosso hotel, o Mirador del Titicaca. Este hotel está em um local muito bonito, no alto de um monte de onde se vê toda a cidade e parte do lago, mas que já teve dias melhores. Uma parte de seus quartos estava fechada e as áreas externas malcuidadas. Apesar disto passamos uma noite com bom conforto.

    Fizemos check-in, deixamos as coisas no hotel e fomos para a cidade. Já eram mais de 5:00 h da tarde e não havíamos almoçado, pois ao longo do caminho não vimos nenhum lugar com boa apresentação onde pudéssemos comer algo sem a possibilidade de nos estragarmos. Andamos na avenida que beirava o lago, mas nada, nenhum restaurante. Fomos então a um supermercado onde havia um shopping, e lá fizemos um lanche.

    Voltamos para o hotel onde descansamos um pouco. Mais tarde nos encontramos no lobby para tomarmos um vinho e jantamos ali mesmo.

    Pelo pouco tempo que tínhamos não conhecemos o lago, suas ilhas e as cidades que o margeiam. Pretendo ir à Bolívia nos próximos anos e certamente irei deixar pelo menos um par de dias para explorar estas bandas.
    LR Defender 110 2004

  3. #15
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    As paisagens do trecho entre Cusco e Puno são das mais bonitas que vimos nesta viagem. O vale por onde passa a rodovia de Urcos a Juliaca é muito bonito. Só este trecho já vale a ida a esta região.

    Altiplano 2016 - Peru e Chile via Acre-img_2290.jpg

    Altiplano 2016 - Peru e Chile via Acre-img_2240.jpg

    Altiplano 2016 - Peru e Chile via Acre-img_2133.jpg

    Altiplano 2016 - Peru e Chile via Acre-img_2135.jpg

    O encontro com os suíços foi uma surpresa, devidamente registrada.

    Altiplano 2016 - Peru e Chile via Acre-dsc_0016.jpg

    Fotos de Puno e do lago Titicaca

    Altiplano 2016 - Peru e Chile via Acre-img_2404.jpg

    Altiplano 2016 - Peru e Chile via Acre-img_2446.jpg
    LR Defender 110 2004

  4. #16
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    Lindas fotos. Me inspirando para minha viagem.
    Marcelo J. Manente
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  5. #17
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    As regiões do Peru por onde passamos são muito bonitas mesmo.
    Citação Postado originalmente por xexelo Ver Post
    Lindas fotos. Me inspirando para minha viagem.
    LR Defender 110 2004

  6. #18
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    Décimo dia – 10/04/16

    Neste dia saímos em direção ao Pacífico. Puno está a quase 4.000 m de altitude, e de manhã o grupo sentiu no corpo as consequências de estarmos expostos a esta condição. Indisposição digestiva, cansaço e mal-estar atacaram a quase todos nós.

    Margeamos a cidade e logo estávamos na Interoceânica novamente, dirigindo-nos para o sudoeste e para o nível do mar. Andamos cerca de 200 km ainda em altitudes entre 3.500 m e 4.500 m. A paisagem nesta parte do Altiplano vai ficando diferente daquela que vimos até chegar a Puno. Ao nos afastarmos do lago Titicaca a vegetação começa a rarear e o relevo a ficar mais acidentado. Daí para a frente há poucos arbustos, típicos de clima frio e seco, e viajando um pouco mais entra-se em uma área de deserto puro. Outros tipos de beleza.

    Fomos subindo e logo chegamos a um platô bem alto, sob neblina e muito frio. De repente nos campos ao lado da rodovia apareceram manchas brancas. Era gelo, neve congelada. Paramos e tiramos fotos, muito bonito. Aproveitamos para usar pela primeira e única vez as pás que levamos, colhendo gelo para colocar no cooler de bebidas.

    Um pouco mais à frente mais um local muito interessante. Estávamos subindo por um planalto margeando um rio. Em determinado ponto a rodovia cruza este rio, e ao lado da ponte, às margens do rio havia uma fonte de água quente, de onde saia um jato com mais de 2 m de altura. Mais fotos.

    Subimos, subimos e subimos. O ponto mais alto deste trecho da Interoceânica é o passo Abra Ojelaca, a 4.592 m acima do nível do mar. A partir deste passo começamos a descer para o Pacífico. As paisagens continuaram belíssimas, com montanhas nevadas cercadas por desertos de areia e céu muito azul.

    Passamos por uma cidade chamada Torata, já abaixo dos 3.000 m de altitude, por outra (grande) chamada Moquegua, localizada em um vale à altitude de 1.500 m, já em busca de um lugar para parar e fazer um piquenique. Prevenidos por não termos almoçado no dia anterior havíamos comprado frios, pães, bebidas etc. para evitarmos termos que comer em restaurantes precários, se é que haveria restaurantes no nosso caminho.

    Depois de Moquegua a Interoceânica segue por um vale. Ali pensamos que haveria algum local agradável para pararmos, mas não achamos nada, nenhum ponto interessante. Paramos então sob a cobertura do estacionamento de um restaurante de beira de estrada, especializado em cuy (arghh). Ali estendemos as belas toalhas peruanas compradas em Cusco sobre o capô dos carros e fizemos nosso lanche.

    Estávamos comendo quando um homem de seus 50 e poucos anos cruzou a rodovia em nossa direção, com um quadro sob os braços. Foi se aproximando timidamente e assim que chamou nossa atenção virou a imagem do quadro para nós. Era uma foto de uma Land Rover antiga, anos 60, eu creio. Aproximou-se ainda mais e nos cumprimentou, dizendo que era membro do clube das Land Rover´s ou algo assim.

    Aí iniciou-se uma das situações mais bacanas e menos aproveitadas de toda a viagem. Este senhor morava ali, do outro lado da estrada, tinha uma Land ano 68 similar à da foto e ficou feliz em ver nosso grupo e as duas Defender. Conversamos um pouco, demos adesivos de nossa expedição a ele, mas nem mesmo o seu nome perguntamos. Ele voltou à sua casa e de lá nos trouxe uma sacola com alguns abacates (lá chamados de paltas), nos presenteando. Uma pessoa muito gentil e simpática, com quem não sei por qual razão não conversamos mais, não fomos à sua casa tirar fotos dele e de sua Land, não tiramos fotos junto a nosso grupo e por aí vai. Lamentável nossa atitude. Arrependimento total, pois este encontro nunca mais se repetirá, com certeza.

    Fica a lição para as futuras expedições. Perca (ganhe, na verdade) 5 minutos e se aproxime mais das pessoas.

    Após lancharmos e esticarmos os corpos saímos em direção ao Pacífico. Tínhamos que cruzar a fronteira entre Peru e Chile e chegar a um lugar chamado Pozo Almonte para dormir.

    Alguns quilômetros depois de Moquegua deixamos a Interoceânica, que segue até a cidade portuária de Ilo. Uma excelente rodovia no Peru, não tão boa nos trechos no Brasil. Nos despedimos dela e de suas maravilhosas paisagens, que começam na selva amazônica e terminam em um deserto que beira o Pacífico. Inesquecível.

    Passamos por Tacna e chegamos à fronteira. O processo de saída do Peru e entrada no Chile é burocrático, também. É preciso dar baixa nos documentos pessoais e nos veículos, como em todas as fronteiras. Fizemos os procedimentos no Peru e nos dirigimos à aduana chilena. Lá é necessário tirar todas as bagagens pessoais do carro e passar com elas pela imigração e inspeção, quando se declara se está levando produtos não autorizados, tais como frutas frescas (lembram-se dos abacates?...) etc. Declarei que não tinha nada e fui pego contrabandeando abacates! Burrada!

    Ao verem as frutas comigo me encaminharam ao chefe do posto de controle. Ele perguntou se eu havia declarado que estava levando os abacates e eu disse que não. Ele então falou que havia uma multa pesada, e eu disse que pagaria, fazer o quê... Felizmente ele viu que havíamos cometido um erro, que não tínhamos e menor intenção de contrabandear meia dúzia de abacates para dentro do Chile, e me pediu que preenchesse outra declaração de bagagem mencionando as frutas. Fiz isto, passei novamente pelos controles, apreenderam os abacates e me deixaram passar sem pagar a multa. Ufa...

    Aqui cabe uma observação: o Chile é protegido de muitas pragas e doenças por suas barreiras naturais: ao norte o deserto, a leste a cordilheira, ao sul as regiões patagônicas geladas e a oeste o Pacífico. Por esta razão controlam de forma rigorosa suas fronteiras com barreiras sanitárias levadas bem a sério. Como vários amigos já escreveram neste fórum, ao entrar no Chile declarem que estão levando alimentos. O máximo que acontece é estes serem confiscados, nada mais.

    Terminamos os trâmites de imigração e fomos em frente, já anoitecendo. Passamos ao lado de Arica, bela cidade portuária, vimos o Pacífico beeeem de longe (mais um local a ser conhecido por quem tiver mais tempo) e seguimos viagem.

    A distância entre Arica a Pozo Almonte é de 260 km, que percorremos à noite. Tínhamos reserva em dois hotéis, por falta de vagas em um só. Um deles era um hotel convencional, onde ficou parte do grupo, e o outro um conjunto de cabanas, onde ficaram dois casais. Os dois locais eram bem precários, sem comida, banho frio, a porta frontal não trancava, caro, mas é o que tínhamos para o dia. Se tiver que parar nesta cidade, paciência, vai enfrentar desconforto e gastar um bom dinheiro. Se tiver tempo e quiser andar um pouco mais pode optar por dormir em Iquique, uns 50 km fora da ruta 5 e às margens do Pacífico. Lá tem desde campings até hotéis de luxo.
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    LR Defender 110 2004

  7. #19
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    As paisagens às margens da Interoceânica entre Puno e o Pacífico também são muito bonitas.

    Altiplano 2016 - Peru e Chile via Acre-dsc_0170-2-.jpg

    Altiplano 2016 - Peru e Chile via Acre-dsc01309.jpg

    Altiplano 2016 - Peru e Chile via Acre-img_2662.jpg

    Altiplano 2016 - Peru e Chile via Acre-img_2703.jpg

    Altiplano 2016 - Peru e Chile via Acre-img_2999.jpg

    Altiplano 2016 - Peru e Chile via Acre-p1013791.jpg
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  8. #20
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    A distância entre Arica a Pozo Almonte é de 260 km, que percorremos à noite. Tínhamos reserva em dois hotéis, por falta de vagas em um só. Um deles era um hotel convencional, onde ficou parte do grupo, e o outro um conjunto de cabanas, onde ficaram dois casais. Os dois locais eram bem precários, sem comida, banho frio, a porta frontal não trancava, caro, mas é o que tínhamos para o dia. Se tiver que parar nesta cidade, paciência, vai enfrentar desconforto e gastar um bom dinheiro. Se tiver tempo e quiser andar um pouco mais pode optar por dormir em Iquique, uns 50 km fora da ruta 5 e às margens do Pacífico. Lá tem desde campings até hotéis de luxo.
    Ola Luiz,

    Ainda bem que vc falou sobre Pozo Almonde, era um ponto de parada que eu tinha planejado. Vou trocar por Arica mesmo.

    Um abraço e boa viagem de volta.
    Marcelo J. Manente
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  9. #21
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    Olá, Marcelo. Acredito ser uma boa ideia não parar em Pozo Almonte. Pelo que vi lá é tudo muito caro e precário. Abraço.
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  10. #22
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    Parabéns pela viagem Luiz, é uma ótima pedida uma aventura dessas.
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  11. #23
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    Certamente, Sérgio. Valeu cada quilômetro. Abraços.
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  12. #24
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    Parabéns Luiz, maravilhosa viagem. Fui alguns meses antes de ti ao Peru de carro, saindo de Florianopolis. Fui e voltei pelo Atacama indo até Lima e depois Cusco e Puno. Viagem maravilhosa! Esse trecho de Puno a Moquegua é muito bacana e muito bonito e que descida alucinante no trecho final.

    Realmente vale a pena ficar uns minutos a mais e conversar com as pessoas no caminho, é incrível como nos recebem bem.

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