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Convex Datacenter
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  1. #25
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    10/02/2005
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    Boa noite
    Bem o biodiesel pode vim de qualquer vegetal, pois se basei em uma extração e uma transesterificação. A utilização de álccol é para acontecer a reação de produçao do biodiesel, e não tem nada a ver com, a combustão diretamente. Em relação a água no biodiesel é quase nenhuma, pq se tiver água, ao invés de produzir biodiesel, se produz sabão.
    A mamona foi escolhida por puro motivo político-social, porque é um cultivo que tem que no meio do mato para pegar, porque ninguem planta mamona, então nem tem usineiro no meio, além de ter uma quantidade de óleo vegetal satisfatório. Porém ela é a pior planta para processar, devido as suas propriedades química.
    O uso de soja em produção de biodiesel é inviável, pois os produtos da soja são muito caros e não cumpre a finalidade social do biodiesel.
    Cara, qualquer coisa que você coloque no carro que tenha alguns inflamaveis vaifazer ele rodar, mas om carro não foi projetado para isso. O processo para fazer biodiesel é para aumentar essa quantidade de inflamaveís de baixo ponto de fugor (que queima a baixas temperaturas) que são os esteres.
    Quer um conselho, não pensa em misturar óleo com diesel pq esses olhos tem n coisas, inclusive coisas que atacam o motor.

    abraços

  2. #26
    Homero,

    Realmente acho que o FENDEL, poderia ter pego mais leve nas palavras usadas no site. Mas tirando o discurso inflamado, acho que o motor movido a óleo vegetal uma boa.
    Tive dando uma boa olhada nos sites na Alemanha e a coisa vem funcionando a um bom tempo. Mas acho que está mais ou menos como nos primeiros carros a alcool, que tinham que ter um reservatório de gasolina para a partida do veículo. Nesses motores a óleo vegetal o carro tem que ter um pequeno reservatório de diesel para partida até o aquecimento do motor, quando é feita a conversão do combustível, isto é, para óleo vegetal. Caso o veículo vá ficar muito tempo parado, tem que voltar a queimar óleo diesel, no caso de um dia para o outro. Bem, foi o que endendi.
    Será que a citada não legalização (site do Fendel) pelo Detran do kit para carros de passeio, vem do fato de ainda necessitar de diesel para a partida ou parada???

  3. #27
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    25/04/2005
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    J. G. Junior,


    Não é tanto em relação as palavras mas a atitude de ser o dono da verdade misturada com a teoria da conspiração.
    Me desculpe mais eu dei uma lida muito rápida e identifiquei a semelhança com o presidente que acabei postando.
    Quanto ao automóvel para oleo vegetal , ele deve ser um motor de ciclo diesel e ai é proibido.


    Não li com detalhes mas acredito que os motores a óleo vegetal poderiam ter a partida com a ajuda das vela de aquecimento mais aquecimento do combustível.Aqui no nordeste deve ser mais facil que na alemanha que cai neve.
    As novas Hilux possuem VELAS DE AQUECIMENTO que são usadas para diminuir a poluição na fase fria.(foi o que me contaram).
    O fendel acho que viaja pois ele fala em motor com 20:1 de taxa de compressão para oleo vegetal, mas se voce verificar as mitsubishi l200 trabalham com 21:1, se não me engano algumas hilux no passado com 22:1.


    Se dependesse de mim o controle de poluição ,todos os veiculos seriam a diesel pois:

    1- Suponha que para se queimar 1l de gasolina se produza a mesma quantidade de CO2 produzida para se queimar 1 l de diesel.Na realidade é um pouco maior no diesel ,mas pouco.

    2- Suponha que para realisar um mesmo trabalho um motor diesel gaste a metade que um a gasolina em litros.(meio forçado mas não muito)

    Conclusão:Um veiculo a diesel produz 50% do CO2 com diesel em relação ao mesmo trabalho com gasolina!

    Ta certo que forcei um pouco mas pode-se afirmar que seja produzido algo como 60% a 70% do CO2.

    Plantaria alimento ao inves de combustivel para haver o sequestro de carbono que o Fendel fala.(fotossintese, etc)(inibir o desmatamento seria mais produtivo)

    ENTRETANTO... no Brasil sobra gasolina e falta diesel , então parece que o aumento progressivo da adição de oleo vegetal no diesel(biodiesel) parece adequado desde que não venha a causar prejuizos aos proprietários de veiculos diesel...
    Desenvolveria também motores somente a óleo vegetal.
    Se estivesse ainda com minha Ranger velha , não resistiria em misturar oleo vegetal só para ver o resultado.

    Outra viajada do Fendel seria a vantagem de se usar catalizador com oleo vegetal pois o enxofre do diesel poderia danifica o mesmo.
    Tanto quanto eu sei existe gasolina com enxofre por ai , tanto que houve um tempo atras problemas com alguns motores V8 BMW e esses veiculos usam catalizador ,mas foi o bloco que sofreu corrosão.
    As novas Hilux possuem catalizador!


    No final , acho que o Fendel só está querendo vender os peixes dele , acho que ele esta querendo um MENSALÃO...OOPS outra semelhança...


    Homero

  4. #28
    Usuário Avatar de Marvila
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    22/02/2006
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    A história é a seguinte:
    Amanhã irei à fazenda de um cidadão que afirma ter uma Toyota Bandeirante com o afamado motor MB maçarico (acho que é o OM-324), que está rodando com biodiesel (sic!). Este combustível é à base de diesel + álcool anidro + óleos "diversos"...vamos ver para crer e postar aqui essa "tecnologia" ...
    Aguardem !
    Abs
    Marvila
    Ranger Limited 2.8 04/04

  5. #29
    Olá Pessoal,

    Já que ressusitaram o tópico, aproveito pra contar minha experiência.
    Resolvi a uns 03 meses atrás colocar uns 3 litros de óleo de soja no tanque. Rodei sem nenhum problema, apenas um leve cheiro de pastel atrás do carro.

    Depois de outro tanque cheio resolvi colocar mais uns 4 litros de óleo de soja. O carro rodou sem problemas. Em nenhuma da vezes cheguei a misturar o óleo de soja c/ diesel, em uma vasilha, para homogenizar. Abria a garrafa plástica e colocava no tanque.

    Mas um dia dia pela manha quando liguei o carro, o motor fez um barulho bem esquisito. Como se estivesse batendo pino e depois voltou ao normal. Ai parei na hora esse meu experimento.

    O óleo vegetal natural deve ser aquecido antes da queima. Foi o que vi em um site na Alemanha.

    Abraços,

  6. #30
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    31/03/2005
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    pessoALL:

    que tal dar uma olhadinha neste site: http://www.aondevamos.eng.br/produtos/motorelko.htm


    acho que o velho elko ainda sobrevive, apesar do esforço para enterrá-lo de vez, da industria de motores diesel...

  7. #31
    Nada é tão simples assim, até o alcool teve uma longa fase de adaptação dos motores e, no início, teve gente arrancando os cabelos com as falhas dos motores.
    A médio e longo prazo a adição de óleos vegetais (in natura ou refinados) em motores diesel podem provocar falhas na bomba e no próprio motor em si com problemas adjacentes às mangueiras principais etc.
    Funcionar funciona, mas a que preço e por quanto tempo é que são elas.
    Melhor deixar a tecnologia de adaptação do novo combustível ser melhor aperfeiçoada. Há questões de parâmetros físico-químicos, de padronização, de excelência, produção e etc a serem estabelecidos.
    Imaginem, se o nosso "excelente" diesel já é um dor de cabeça em termos de falta de padrão, e isto influe na performance do motor e em sua durabilidade, o quanto um açodamento em encher o tanque de óleo "Liza" pode custar?

  8. #32
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    07/05/2006
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    ÓLEO DE SOJA X DIESEL

    Aqui no RGS tem uma transportadora (não estou autorizado a fazer o nome) que está adicionando 50% de óleo de soja nos caminhões abastecidos na própria empresa, ela adquire 25 mil litros de óleo de soja por semana e já está usando a mais de 6 meses, segundo o engenheiro responsável, o rendimento dos caminhões é o mesmo, os filtros de combustíveis é que estão sendo trocados em tempo mais curto e o custo do óleo de soja a granel fica na casa de 1,00 real o litro.
    Vou procurar me inteirar mais ao assunto e volto a comentar.

    Forte abraço a todos.

    E. Tramontini

  9. #33
    Usuário Avatar de Edintruder
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    Tramontini,
    Qual é o modelo e ano dos caminhões? Bobeia dou essa idéia lá na nossa empresa pois consumimos cerca de 8.000 litros de diesel por dia no posto interno da nossa empresa. É um ótimo negócio.
    F1000 BLACKOUT
    Longa, alta e diferenciais 2,66:1!

  10. #34
    Sei não...
    Eu ainda acho uma temeridade, especificamente para usuários comuns (como nós), usar óleo vegetal in natura. Em empresas, com o consumo assinalado pelo Edintruder entram outros componentes no balanço custo/benefício. Com um consumo destes, aliado ao o quanto esperam de vida útil dos caminhões (afinal, podem descartá-los com custo inferior a uma retífica). Mas, para nós, pode significar quebra ou danos e... muita dor de cabeça.

  11. #35
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    Será que no forum não teria nenhum quimico para dizer o que provavemente é e quais as consequencias teoricas dos residuos da combustão do oleo vegetal???

    Me lembro que quando foi mostrado o motor ELKO havia 3 diferenças em relação aos motores diesel:

    -Camara de combustão quase toda em um buraco no pistão
    -Alta taxa de compressão mesmo com turbo(23:1 +ou -)
    -Alta temperatura de trabalho

    Se não me engano também maior pressão de injeção

    Hoje os motores estão quase dessa forma:Camara de combustão no pistão(Ranger) , A taxa de compressão é mais baixa , mas por exemplo as L200 e Hilux antigas tinham algo como 22;1 ,ou seja provalvemente se o Elko queimava tudo os motores mais novos tendem a queimar também... ou provavelmente o Elko convivia pacificamente com os residuos da combustão de oleo vegetal e então também deve ser assim com os motores convencionais.

    Gozado que não se tem noticias da durabilidade dos motores ELKO.

    Se alguem pudesse dizer se esses residuos são abrasivos e portanto originar desgaste ou simplesmente seria necessário se a brir o cabeçote para eventual limpeza ,ai então daria para conviver ou ainda pode sair pelo escapamento expontaneamente...


    Homero

  12. #36
    Homero.
    Ñ cheguei a concluir engenharia química, fatores outros me desviaram da direção e eu acabei aportando em uma profissão diametralmente oposta. Formei-me no 3º grau sim, mas nem de longe imaginaria, na época da UERJ, estar onde estou hoje.
    Contudo, deixei muitos amigos na área.
    Hoje, às portas de entrar na inatividade (25/06 finda meu tempo), tenho tantos bons amigos no "Fundão" e na ETFQ qto tenho em meu serviço.

    Essas conversas sobre combustível alternativo, que tenho com esses amigos da química, fluem para acalorados debates. A maioria deles, porém, centra-se nos custos de produção, uso da melhor matéria prima ( a tão decantada mamona ñ é tão boa assim), e às conseqüências da massividade da monocultura. Evidente que também temos entrado no aspecto "químico",por assim dizer. Ou seja, a acidificação que pode afetar o combustível (há muitas causas), entre outros aspectos relevantes para o uso em si.
    Em relação ao desgaste do motor.
    Isto é discutido no âmbito das conjecturas, sobre o que conhecemos em relação aos materiais empregados no motor, e das caractrísticas dinâmicas do óleo. Onde aí se apresentam ftores importantes da velha sigla CNTP. Tudo ,ainda, levando-se me conta às características físco/químicas no emprego.

    São com estas poderações que conversamos e cujas conversas trago aqui.

    Baseados nelas, reafirmo.
    Química e fisicamente é contra ndicado o óleo in natura por longo período.
    Pelo simples fato que sua "queima" e sua fluidez não se comparam ao diesel. Além da caracteristicas de adstrigência, (incluindo-se aí alc/ph), cuja formação de "borras", ao longo do tempo, podem - ao meu ver - determinar mesmo a quebra de componentes. Assim como ponto de fulgor, características então, ressecamento por seqüestro de oleosidade de componentes vinilicos e de borracha etc etc.
    Isto demanda até um raciocínio simples, porém lógico: se fosse simples já estariam usando óleo in natura há muito tempo. Afinal, porque gastar uma fábula com estudos de padronização, refinarias etc.?
    Se fosse apenas investimentos do governo podíamos desconfiar. Mas há investimentos significativos das montadoras para chegarem à frente, com motores infensos aos efeitos "diferentes" da nova mistura. E, um dia quem sabe, do uso puro do óleo.
    E sabemos que empresas privadas, mormente multinacionais, não costumam jogar dinheiro pela janela.

    Evidente não somos técnicos especializados no assunto, muito menos os colegas que tem maior formação detém conhecimentos específicos de mecânica para emitirem um parecer concreto.
    Eu tentarei contato com um amigo que milita entre os "deuses" da COPPE/Fundão, ver o que consigo de mais específico.
    todavia, creio que o uso - eventual - pouco pode afetar o motor. Mas eu disse eventual.

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