Complementando um comentário meu
E nessas horas... silêncio total :mrgreen:
Por isso não se deve mais dar atenção ou discutir com ninguém. No final o tempo mostra quem estava certo e todos se calam mesmo.
Multimídia pra mim é coisa importante. Não me importo com o tamanho da tela, eu não dirijo assistindo filmes :mrgreen:. Um tamanho de 5 polegadas é mais do que suficiente para o que se propõe, 6 ou 7 polegadas já é o limite do necessário. Afinal, a sua distância do painel é muito pequena.
Um multimídia deve informar o que eu preciso em termos de navegação, ou outra informação necessária, e ter uma qualidade sonora boa. E sem essa de ajustar ar-condicionado, de mudar iluminação, etc. Multimídia não é isso, como o próprio nome diz.
Nada justifica uma caminhonete custar mais de 300 mil reais e oferecer um som ruim, sem qualidade. Eu prezo muito pela qualidade de tudo aquilo que eu compro, e gosto de ouvir música no carro, já que dirijo no mínimo 2 horas e meia por dia.
Costumo dizer que o leigo ou quem não tem uma referência confiável, acha que qualquer coisa é boa. Este é o caso dos "sucos de milho" que o Ciro tanto usa como exemplo. A pior cerveja do Brasil é a mais vendida, e ainda pior é ver gente elogiando essa água horrível.
Mas, quando você critica algo, está sempre sujeito às pedradas dos fanboys ou ignorantes, que não entendem e nem querem entender.
Quando eu mostrei a superioridade do som da Frontier, eu tive que provar que as demais eram só enganação, só tinham nome. Mas, ainda teve gente que se "encheu de razão" e disse que o som era bom, mesmos sendo uma fraude.
Eu continuei com as minhas opiniões acima, de que o som era estridente e chapado, sem qualquer qualidade elogiável. A imprensa, lógico, só sabia dizer que era de uma "grife respeitada", com uma "assinatura JBL", que era "de respeito", aquela coisa de imprensa bem paga, e de gente que não tem referências de qualidade ou nem sabe o que é isso.
Ontem, lendo um artigo, me deparei com um comentário bem interessante. Não era, óbvio, um exemplo de texto, eu discordei de muitas coisas ditas ali, e concordei com algumas outras. Mas, uma coisa era perceptível, o autor entendia um mínimo de qualidade de som. Certamente ele tinha alguma referência confiável, e pelo menos isso ele conseguiu comentar com opinião própria e algum embasamento da realidade.
Até me surpreendeu a coragem dele de falar a verdade, com uma opinião bem parecida com a minha.
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"A qualidade de som não faz jusiça ao nome JBL estampado em vários cantos do carro, sendo seco e agudo demais."
Uau!!! um jornalista repetindo o que eu digo!!! Alguém com coragem para criticar um nome cultuado pelo povão.
A verdade é que o som não tem nada de JBL. O sistema multimídia não é JBL, muito menos os alto-falantes (Selenium com marca licenciada da JBL). Ou seja, os grandes "entendidos" que elogiam a grife, não conseguem perceber o quanto o resultado é ruim e que ali não tem nada de JBL, senão a marca para mais uma vez enganar os mais desavisados, afinal, aqui se vive de ilusão.
Quando comentei que o som de outro modelo também era ruim, novamente teve quem criticou, até que num vídeo postado pelos próprios como "referência" do modelo, o dono do carro comentava sobre a baixa qualidade sonora, pior que do Renegadezinho básico que ele tinha. Ainda teve quem tentou remendar dizendo que som de picape era assim mesmo, era essa o padrão. Sim, quem nunca teve uma Frontier (até o da Triton é honesto), ou quem se acomoda tanto com o que é ruim até o ponto de achar que é bom.
Fiquei feliz de ver esse comentário. Não sei se o articulista leu o meu artigo e teve coragem de se pronunciar de forma honesta, ou realmente tem uma referência de qualidade que o fez emitir uma opinião verdadeira.
Mais uma vez, não tenho bola de cristal e nem sou um sabe-tudo, mas consigo enxergar as coisas como elas são e tenho coragem de dizer, e para isso basta ter um pouco de vontade, um mínimo de questionamento, não ser um fanboy de nada, ter referências corretas e coragem de dizer a verdade.
Eu ainda acredito numa evolução do mercado, lenta, muito lenta, mas eu ainda acredito nisso.
Vá se acostumando. Até direção elétrica colocaram. Os fabricantes vão se rendendo aos apelos populares. Eles vão oferecendo ao público aquilo que ele quer e o que merece, mesmo que não seja o melhor. Afinal, se vender bem já é motivo de comemoração e de influência de compra, é melhor gastar com marketing do que com tecnologia e qualidade, mesmo que o marketing seja um instrumento para convencer de uma tecnologia que não existe de fato. É isso que muita gente faz hoje.
A culpa disso não é do fabricante. Ele até tenta oferecer mais. A culpa é do consumidor, que quer o que não presta desde que lhe pareça bom.
O cara não aceita uma picape com 190cv, tem que ter no mínimo 200cv porque esse é o "padrão" hoje. Mas, ele não percebe que a diferença de número é de 5%, na prática menor porque a curva de torque é logarítmica. Além disso, não importa que para conseguir esse número o motor tenha que esgoelar em 2.500 rotações.
Ele não se importa se a suspensão é ultrapassada e a sua segurança corre risco com um capotamento fácil. Não se importa com freios a disco na traseira se o carro tiver o ACC da moda, mesmo sendo um recurso que aumenta acidentes. Não se importa com assistentes de segurança que não funcionam bem se a tela do multimídia for gigante, pendurada no painel como se fosse um quadro de Van Gogh na parede de sua sala.
Ele não está nem aí com a baixa confiabilidade do carro se ele vender bem e for muito procurado comercialmente. Muito menos se incomoda com detalhes ruins num carro de mais de 300 mil reais se toda a imprensa enfiar na cabeça dele que aquele é "o carro".
Atenção: Não acho que a nova Triton seja ruim, mas poderia ser bem melhor. Infelizmente o fabricante perde o interesse de fazer melhor quando o mercado prioriza o pior.
A torcida é essa mesma, para a gente se dar mal, mas ainda bem que isso só acontece do lado de lá :lol:. Mas aí sequer comentam.
Meu amigo, é muito estranho você tentar bater propositalmente quando o seu instinto é buscar evitar o acidente :lol:
A sensação é estranha, mas pelo ato em si, não pela falta de confiança. Eu conheço a qualidade tecnológica da Nissan.