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  1. #25
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    Citação Postado originalmente por Edumar Ver Post
    Eu fico satisfeito em ver algumas manifestações coerentes e embasadas (João e Troller), mas também lamento que algumas opiniões sejam emitidas sem o conhecimento necessário para tanto, o que acaba confundindo o leitor levando-o a conclusões errôneas.

    Ao emitir um parecer firme sobre um tema como este, precisamos ter a experiência própria sobre o que estamos avaliando, e não "ouvi dizer", "um amigo me contou", "vi num vídeo", etc., ou poderemos cometer um grave ato de leviandade.

    Costumo ler comentários constantes aqui sobre a altura da Frontier, e quem segue estes comentários sem conhecimento próprio acaba fazendo uma confusão enorme sobre o que é fato e o que é fantasia.
    A altura de solo da atual Frontier, como já publiquei em outra oportunidade com uma tabela comparativa, é desprezível em relação a outras picapes. Não são 5 milímetros que vai mudar a vida de ninguém (pressão dos pneus, nível do tanque de combustível, quantidade de passageiros, etc... interferem muito mais nessa altura).
    Aliás, se o uso é em locais mais severos, a primeira providência razoável de quem compra uma Frontier é trocar os pneus por outros mais adequados, o que já garante uma elevação de 1 ou 2 centímetros em relação ao original, que na minha opinião é bom somente para estradas asfaltadas.
    A falsa impressão que se dá é que a diferença em altura é significativa, fazendo com que a Frontier raspe em qualquer elevação que existir no caminho.

    Para se ter uma idéia, eu tenho uma S10 2015 e uma Frontier 2015 também. As duas com pneus trocados já na aquisição delas quando zero, Michelin na Frontier e BF na S10. O modelo usado na S10 é ainda 1 centímetro mais alto que na Frontier.
    Mesmo assim, em lugares que costumo frequentar, eu passo tranquilo com a Frontier, mas nem tento mais com a S10 por conta do que sofro com ela, com o risco de perder um parachoque pelo caminho.
    Muitos esquecem do mais importante: os ângulos de entrada e saída.
    E neste ponto é que reside a vantagem da Frontier, que atravessa facilmente obstáculos que com a S10 eu não consigo.

    O que acontece aqui é que a altura de teto da Frontier é um pouco menor que de outras picapes, o que parece incomodar aqueles que compram caminhonetes muitas vezes com a intenção de parecerem mais "poderosos" por conta da altura que ficam dentro do veículo.
    Aí eles confundem tudo, e acham que a Frontier anda colada no chão, raspando em todas as lombadas e até tampinhas de garrafa de cerveja jogadas pelo caminho. Uma verdadeira confusão que criam na cabeça de quem busca uma informação mais precisa.
    Mesmo assim, para se ter uma idéia, dentro da Frontier eu fico com bom espaço sobre a cabeça (e sou alto), e na nova Ranger ("altona") eu encosto a cabeça no teto... o que me decepcionou bastante quando andei na de um amigo meu.

    Quanto à pintura manual, parece que se está falando de um crime grave, de algo inaceitável do ponto de vista técnico.
    Se as pessoas soubessem quantos veículos caríssimos são produzidos com pintura manual, ficariam surpresas.
    A Nissan é bastante criteriosa com a produção de seus veículos, e não é a toa que Renault, Mercedes e até a Land Rover estão escolhendo a base da Frontier para produzir seus novos modelos.

    Eu passei a metade da minha vida profissional dentro de montadoras.
    Alguém sabe porque os robôs são utilizados em alguns processos de fabricação? Principalmente por custo, velocidade e redução de mão de obra.
    A pintura feita por robôs não é tudo isso que se imagina. Querem um exemplo? peguem veículos com laterais grandes, como a S10 nova, e de preferência na cor prata, e observem em local bem iluminado o "acabamento" da pintura.
    Se alguém não perceber as manchas muito comuns que estas pinturas apresentam, pode consultar um oculista.

    O robô usa uma quantidade de tinta bem pequena na maioria dos casos. É uma película bem fina, de uma cobertura que se raspar a unha" é capaz de aparecer o fundo. E não pensem que é perfeita. Cansei de ver pinturas escorridas, faltando tinta e com falhas. O robô não "enxerga" o que fez, e assim não corrige nada.
    Eu cansei de ver inúmeros retoques em carros produzidos na Ford. Trabalhei no famoso prédio 90, onde os veículos eram fabricados, e cheguei a pegar uma picape com tinta escorrida e com falhas.

    E não é somente na pintura que os robôs também mostram que não são tão perfeitos como imaginam alguns.
    Tive uma Nova S10 2013 que cansei de reclamar do desalinhamento do capô e nenhuma autorizada conseguiu resolver. Chegaram até a trocar o capô, desmontar a frente, mexer em grades, faróis, etc. Um dia, descobriram que o problema era desalinhamento da estrutura, e não tinha como corrigir, porque por uma razão qualquer ele ficou mal posicionada na soldagem, e o robô soldou a estrutura assim mesmo.

    Não pensem que o pintor de uma indústria automobilística séria é o Zé da oficina da esquina que pinta os carros e ao mesmo tempo vai retirando com a unha os insetos que vão grudando na tinta. Os caras destas fábricas são bons, verdadeiros artistas. O pessoal de retoque da GM (onde também trabalhei) era mágico, e corrigia muitas falhas deixadas pelos robôs.
    Uma pintura manual bem feita dá um show de qualidade em cima de muitas linhas robotizadas que tem por aí.
    Mas, quando se fala em trabalho manual ou processo "não-automatizado", muitos torcem o nariz achando que isso significa trabalho feito "nas coxas".

    Eu sou um audiófilo apaixonado por áudio hi-end. Para quem não souber o significado disso, é a paixão pela música reproduzida com a perfeição de uma apresentação ao vivo.
    Quem fica horrorizado em saber que a pintura de um veículo pode ser feita pelo processo manual, deve ter um ataque se ver um equipamento de som hi-end composto de um toca-discos de vinil (sim... os velho "bolachões") e um amplificador valvulado (aqueles tubos de vidro do século passado que ficam acesos sobre um chassis e que esquentam até o ambiente), tudo fabricado manualmente. Um toca-discos de alto nível custa na faixa de 10.000 a até 200.000 reais ou mais. Um bom amplificador valvulado com componentes da década de 60 ou 70 pode custar mais do que um esportivo de luxo.
    Mas, é claro, sempre há a opção de comprar um Sony produzido com chips de alta tecnologia e montado por robôs, custando menos de 2.000 reais no hipermercado da esquina, já com caixas acústicas e tocando os modernos disquinhos prateados e MP3 (arghhh !!!).

    Sobre segurança, ainda sou mais a Frontier com a sua estabilidade que parece de um carro normal, do que aquelas balançadas e pulos descontrolados da S10, que já me deram muitos sustos.
    Crash-test é importante, mas não diz tudo.
    Quem reside aqui na região de Campinas deve ter visto neste final de semana o acidente trágico que envolveu um carro (que fez uma ultrapassagem errada) e colidiu de frente com uma caminhonete.
    Os airbags do carro foram acionados, e seus 3 ocupantes morreram. A caminhonete não teve o airbag acionado (nem sei se tinha) e seu motorista saiu ileso.
    Lógico que airbags são importantes. Eu sempre privilegiei este acessório enquanto eu via a maioria dos brasileiros comprando carros pelo "luxo" interno, pelo "som" instalado ou pelos "chiques" bancos de couro (que eu tanto odeio). Para mim airbags e freios ABS sempre estiveram no topo de minha lista de opções. Mas, há muito mais o que se preocupar do que somente isso.
    A Frontier é segura. Já cheguei a quase 190km/h com ela num teste e parecia que eu estava a 110, tamanha estabilidade e firmeza. Já na S10 (que possui limitação da velocidade não à toa...) eu tenho medo de chegar a 120, e nas curvas e pisos irregulares eu tiro o pé e ainda assim fico com medo.
    Na chuva então, não há comparação.

    Sou da opinião que, antes de fazermos pré-julgamentos e tirarmos conclusões definitivas, é preciso conhecer primeiro.
    Eu tenho muita convicção que a Nissan não vai decepcionar o seu público, e estou apenas esperando este novo modelo chegar finalmente por aqui (acho que atrasou demais) para trocar a minha e já aproveitar e me livrar desta S10 nojenta.

    Abraços a todos.
    Cara sou totalmente leigo em assuntos de carro pois possuo um popular e só sei abastecer e fazer as revisões mais nada, porém estou paquerando uma Frontier, ja fiz um teste driver em uma S10 e não gostei não me pergunte pq, fiz um este driver em uma Frontier 2003 achei show, e ainda não fiz um teste driver neste modelo mais novo que meu cunhado trabalha com uma e diz que é um luxo tudo nela, mas eu quero conhecer mais sobre este carro e aí como VC falou tem algumas pessoas que acaba complicando quem ainda esta pesquisando para comprar. Achei show suas colocações e me fez querer ainda mais está Frontier. Contínuo acompanhado os posts pois estou querendo comprar uma picape para ir para o Ceará em março, sou do Rio de janeiro e para sair de uma cidade e ir para outra não pode ser feito em qualquer carro até pq irei levar um idoso e uma criança de 2 anos !!!! Obrigado pela ajuda de todos vocês !!!

  2. #26
    boa noite,

    belos relatos Edumar e Troller, penso assim também, e só pra ilustrar mais, tenho amigos engenheiros de montadora, antigos no meio, que também tem a mesma opinião,
    o principal problema é o tal controle de qualidade em tudo, nas máquinas, processos e pessoas envolvidas, sendo que as máquinas mesmo com manutenção em dia podem apresentar defeitos de uma hora pra outra, principalmente por cortes de energia, os quais somos campeões aqui no brasil,
    sabe que agora to até tentado em dar um teste na frontier, tô até gostando dela, e reparem que pelo menos na minha região ( norte e nordeste de SP) tem aumentado muito o número delas, como viajo todo dia vejo muitas delas, acho que não é somente pelo falado custo-benefício, fazendo as minhas contas muitos amigos meus que tinham S10, Ranger e triton compraram recentemente frontiers, e estão gostando,
    sds,
    joao.
    GC 14/15 DIESEL, TB 17/18 diesel

  3. #27
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    Citação Postado originalmente por Edumar Ver Post
    Eu fico satisfeito em ver algumas manifestações coerentes e embasadas (João e Troller), mas também lamento que algumas opiniões sejam emitidas sem o conhecimento necessário para tanto, o que acaba confundindo o leitor levando-o a conclusões errôneas.

    Ao emitir um parecer firme sobre um tema como este, precisamos ter a experiência própria sobre o que estamos avaliando, e não "ouvi dizer", "um amigo me contou", "vi num vídeo", etc., ou poderemos cometer um grave ato de leviandade.

    Costumo ler comentários constantes aqui sobre a altura da Frontier, e quem segue estes comentários sem conhecimento próprio acaba fazendo uma confusão enorme sobre o que é fato e o que é fantasia.
    A altura de solo da atual Frontier, como já publiquei em outra oportunidade com uma tabela comparativa, é desprezível em relação a outras picapes. Não são 5 milímetros que vai mudar a vida de ninguém (pressão dos pneus, nível do tanque de combustível, quantidade de passageiros, etc... interferem muito mais nessa altura).
    Aliás, se o uso é em locais mais severos, a primeira providência razoável de quem compra uma Frontier é trocar os pneus por outros mais adequados, o que já garante uma elevação de 1 ou 2 centímetros em relação ao original, que na minha opinião é bom somente para estradas asfaltadas.
    A falsa impressão que se dá é que a diferença em altura é significativa, fazendo com que a Frontier raspe em qualquer elevação que existir no caminho.

    Para se ter uma idéia, eu tenho uma S10 2015 e uma Frontier 2015 também. As duas com pneus trocados já na aquisição delas quando zero, Michelin na Frontier e BF na S10. O modelo usado na S10 é ainda 1 centímetro mais alto que na Frontier.
    Mesmo assim, em lugares que costumo frequentar, eu passo tranquilo com a Frontier, mas nem tento mais com a S10 por conta do que sofro com ela, com o risco de perder um parachoque pelo caminho.
    Muitos esquecem do mais importante: os ângulos de entrada e saída.
    E neste ponto é que reside a vantagem da Frontier, que atravessa facilmente obstáculos que com a S10 eu não consigo.

    O que acontece aqui é que a altura de teto da Frontier é um pouco menor que de outras picapes, o que parece incomodar aqueles que compram caminhonetes muitas vezes com a intenção de parecerem mais "poderosos" por conta da altura que ficam dentro do veículo.
    Aí eles confundem tudo, e acham que a Frontier anda colada no chão, raspando em todas as lombadas e até tampinhas de garrafa de cerveja jogadas pelo caminho. Uma verdadeira confusão que criam na cabeça de quem busca uma informação mais precisa.
    Mesmo assim, para se ter uma idéia, dentro da Frontier eu fico com bom espaço sobre a cabeça (e sou alto), e na nova Ranger ("altona") eu encosto a cabeça no teto... o que me decepcionou bastante quando andei na de um amigo meu.

    Quanto à pintura manual, parece que se está falando de um crime grave, de algo inaceitável do ponto de vista técnico.
    Se as pessoas soubessem quantos veículos caríssimos são produzidos com pintura manual, ficariam surpresas.
    A Nissan é bastante criteriosa com a produção de seus veículos, e não é a toa que Renault, Mercedes e até a Land Rover estão escolhendo a base da Frontier para produzir seus novos modelos.

    Eu passei a metade da minha vida profissional dentro de montadoras.
    Alguém sabe porque os robôs são utilizados em alguns processos de fabricação? Principalmente por custo, velocidade e redução de mão de obra.
    A pintura feita por robôs não é tudo isso que se imagina. Querem um exemplo? peguem veículos com laterais grandes, como a S10 nova, e de preferência na cor prata, e observem em local bem iluminado o "acabamento" da pintura.
    Se alguém não perceber as manchas muito comuns que estas pinturas apresentam, pode consultar um oculista.

    O robô usa uma quantidade de tinta bem pequena na maioria dos casos. É uma película bem fina, de uma cobertura que se raspar a unha" é capaz de aparecer o fundo. E não pensem que é perfeita. Cansei de ver pinturas escorridas, faltando tinta e com falhas. O robô não "enxerga" o que fez, e assim não corrige nada.
    Eu cansei de ver inúmeros retoques em carros produzidos na Ford. Trabalhei no famoso prédio 90, onde os veículos eram fabricados, e cheguei a pegar uma picape com tinta escorrida e com falhas.

    E não é somente na pintura que os robôs também mostram que não são tão perfeitos como imaginam alguns.
    Tive uma Nova S10 2013 que cansei de reclamar do desalinhamento do capô e nenhuma autorizada conseguiu resolver. Chegaram até a trocar o capô, desmontar a frente, mexer em grades, faróis, etc. Um dia, descobriram que o problema era desalinhamento da estrutura, e não tinha como corrigir, porque por uma razão qualquer ele ficou mal posicionada na soldagem, e o robô soldou a estrutura assim mesmo.

    Não pensem que o pintor de uma indústria automobilística séria é o Zé da oficina da esquina que pinta os carros e ao mesmo tempo vai retirando com a unha os insetos que vão grudando na tinta. Os caras destas fábricas são bons, verdadeiros artistas. O pessoal de retoque da GM (onde também trabalhei) era mágico, e corrigia muitas falhas deixadas pelos robôs.
    Uma pintura manual bem feita dá um show de qualidade em cima de muitas linhas robotizadas que tem por aí.
    Mas, quando se fala em trabalho manual ou processo "não-automatizado", muitos torcem o nariz achando que isso significa trabalho feito "nas coxas".

    Eu sou um audiófilo apaixonado por áudio hi-end. Para quem não souber o significado disso, é a paixão pela música reproduzida com a perfeição de uma apresentação ao vivo.
    Quem fica horrorizado em saber que a pintura de um veículo pode ser feita pelo processo manual, deve ter um ataque se ver um equipamento de som hi-end composto de um toca-discos de vinil (sim... os velho "bolachões") e um amplificador valvulado (aqueles tubos de vidro do século passado que ficam acesos sobre um chassis e que esquentam até o ambiente), tudo fabricado manualmente. Um toca-discos de alto nível custa na faixa de 10.000 a até 200.000 reais ou mais. Um bom amplificador valvulado com componentes da década de 60 ou 70 pode custar mais do que um esportivo de luxo.
    Mas, é claro, sempre há a opção de comprar um Sony produzido com chips de alta tecnologia e montado por robôs, custando menos de 2.000 reais no hipermercado da esquina, já com caixas acústicas e tocando os modernos disquinhos prateados e MP3 (arghhh !!!).

    Sobre segurança, ainda sou mais a Frontier com a sua estabilidade que parece de um carro normal, do que aquelas balançadas e pulos descontrolados da S10, que já me deram muitos sustos.
    Crash-test é importante, mas não diz tudo.
    Quem reside aqui na região de Campinas deve ter visto neste final de semana o acidente trágico que envolveu um carro (que fez uma ultrapassagem errada) e colidiu de frente com uma caminhonete.
    Os airbags do carro foram acionados, e seus 3 ocupantes morreram. A caminhonete não teve o airbag acionado (nem sei se tinha) e seu motorista saiu ileso.
    Lógico que airbags são importantes. Eu sempre privilegiei este acessório enquanto eu via a maioria dos brasileiros comprando carros pelo "luxo" interno, pelo "som" instalado ou pelos "chiques" bancos de couro (que eu tanto odeio). Para mim airbags e freios ABS sempre estiveram no topo de minha lista de opções. Mas, há muito mais o que se preocupar do que somente isso.
    A Frontier é segura. Já cheguei a quase 190km/h com ela num teste e parecia que eu estava a 110, tamanha estabilidade e firmeza. Já na S10 (que possui limitação da velocidade não à toa...) eu tenho medo de chegar a 120, e nas curvas e pisos irregulares eu tiro o pé e ainda assim fico com medo.
    Na chuva então, não há comparação.

    Sou da opinião que, antes de fazermos pré-julgamentos e tirarmos conclusões definitivas, é preciso conhecer primeiro.
    Eu tenho muita convicção que a Nissan não vai decepcionar o seu público, e estou apenas esperando este novo modelo chegar finalmente por aqui (acho que atrasou demais) para trocar a minha e já aproveitar e me livrar desta S10 nojenta.

    Abraços a todos.
    Depois dessa bela dissertação, estou tão sensibilizado, que penso em mudar meus conceitos sobre fabricação automotiva. E viva os anos 70!!!
    Espero que as grandes fabricantes, que investiram e,investem tanto em tecnologia de montagem automotiva, te ouça...
    Mas enquanto isso...deleite-se no que você acredita ser problemática.


  4. #28
    Equipe de Apoio Avatar de Sergio c
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    01/08/2012
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    Após ver esse vídeo, fiquei na dúvida se é melhor a montagem manual ou robotizada heheheheh

  5. #29
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    Citação Postado originalmente por Sergio c Ver Post
    Após ver esse vídeo, fiquei na dúvida se é melhor a montagem manual ou robotizada heheheheh
    Choca mesmo! É muito lindo...é muita perfeição...é muita interação entre máquina e homem... é disso que eu falo...é disso que os apaixonados por carros querem ver...ver até onde chega o estado da arte e, se for para filosofar, isso é a quintessência na fabricação de um carro.

    Mas se quiser voltar aos anos 70...está tudo bem!!!

  6. #30
    Usuário Avatar de GiovanniP
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    22/03/2010
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    Vamos lá....
    Para se rodar em asfalto a altura da frontier só trará benefícios como foi dito aí. Quando estamos em estradas precárias isso atrapalha. A altura do solo que se dizem ser apenas meio cm a menos e na altura do diferencial( ponto mais baixo) que realmente e só um ponto mesmo. Pare uma frontier ao lado de uma hilux e olhem o ângulo de ataque, de saída e sua altura do solo na barrigada ( meio) dela dai se você continuar pensando que e apenas 0,5 cm. Em um atoleiro, facao ou obstáculo a transpor quem você acha que fica preso pela barriga e faz um X mais fácil?
    Rodo neste sertaozao por aqui direto e principalmente quando vamos a pescarias pegamos os mais off rodas dos trajetos e sempre vamos em várias picapes. A frontier sempre chegou undécima as outras chegam sem grandes problemas (inclusive faz bonito) mas precisa de mais cuidados e raspa mais fácil que as outras. Como sempre alguém vai mostrar mil e um gráficos estudos e sei lá o que mas na prática, no meio do nada isso não vale de nada
    Ranger XLT 2017, Ex Hilux SRV 2016, Ex-Frontier 13/14 SL AT 4x4 e Ranger XLT 2010 4x4

  7. #31
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    comprar um veiculo de luxo fabricado na alemanha com outro de trabalho feito no mexico, de marcas com concepcoes diferentes e orçamentos diferentes tem o mesmo sentido que comparar alhos com bugalhos só pq rimam...

  8. #32
    Equipe de Apoio Avatar de Sergio c
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    Tem coisas que só olhos humanos conseguem ver e tarefas que só mãos humanas conseguem fazer, mas, em contrapartida, tem tarefas que só máquinas podem "ver" e, posteriormente executá-las. Vai restar sempre uma pequena dúvida.....

  9. #33
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    Citação Postado originalmente por vidgal Ver Post
    Depois dessa bela dissertação, estou tão sensibilizado, que penso em mudar meus conceitos sobre fabricação automotiva. E viva os anos 70!!!
    Espero que as grandes fabricantes, que investiram e,investem tanto em tecnologia de montagem automotiva, te ouça...
    Mas enquanto isso...deleite-se no que você acredita ser problemática.
    Mas a minha intenção não foi sensibilizá-lo, mas tão somente tentar fornecer um pouco de conhecimento que tenho sobre processo industrial e colaborar com o tema.
    Mas, pelo que percebo, ou não fui muito feliz nesse objetivo, ou não há realmente a intensão de compreender o exposto.

    Como diz um amigo meu da área de publicidade: "É mais fácil convencer o leigo do que o bem informado".
    Digo isso porque percebo que há uma confusão geral aqui, proposital ou não, as coisas estão sendo misturadas dentro do mesmo pacote.
    Um ponto é o processo produtivo, outro é o produto em si. Também devemos separar o papel da montadora daquele do fornecedor de peças. Devemos também compreender mercados e filosofias de produção, além de muitos outros pontos que eu poderia também explorar aqui mas que tornaria o texto muito extenso (ainda mais... acreditem... ).

    Porque envolvi este comentário publicitário? Porque os mais atentos vão perceber que os vídeos institucionais seguem duas orientações diferentes, onde o da BMW tenta associar ao produto uma ideia de tecnologia, enquanto o outro busca "humanizar" o processo de produção.
    O vídeo da BMW apresenta seu objetivo exagerando em imagens de automatização em etapas até desnecessárias. Mas, tenta num momento mostrar a importância do "olhar criterioso humano" ao colocar um funcionário examinando peças estampadas. Reparem que as peças são produzidas em série, mas mesmo assim estão disponíveis numa esteira onde o funcionário examina uma a uma, mas, não contente com a precisão de seu olhar, ele faz contato com a mão na superfície das peças... de luvas !!! Curioso não?
    Mais do que isso... eles exploram o processo de soldagem e pintura robotizados, mas depois o veículo aparece com o cockpit, bancos, espelhos, portas, etc... tudo montado. Porque? Porque não são robôs que montam tudo isso, e sim humanos. Como a intenção era mostrar um parque tecnológico "moderno", estas etapas restaram suprimidas.
    Aliás, invertem novamente a intenção ao colocar a capinha plástica no teto, com um cuidado e o requinte de quem coloca o emblema no capô de um Rolls-Royce.
    Essa "modernidade", diga-se, não é uma exclusividade deste fabricante, já que quando trabalhei em montadoras, há mais de 20 anos já se fazia no Brasil processos de soldagem, pintura, colagem de vidros, etc... por robôs.

    Já o vídeo da Nissan vai em outro extremo. Reparem as tomadas das "equipes" de trabalho, dos sorrisos sempre presentes, dos enquadramentos individuais, e notem detalhes curiosos como um ou dois funcionários trabalhando e meia dúzia em volta olhando ou "perdido" na imagem, apenas compondo o grupo de pessoas.
    Há uma exagerada valorização do papel humano na produção dos veículos.

    São duas propostas diferentes e basicamente voltadas às características individuais das políticas econômicas de cada país.
    Na Alemanha se usam robôs até para coçar as costas do funcionário... é um equipamento barato e a mão de obra lá é caríssima.
    Insisto que a utilização de robôs apresenta vantagens e desvantagens, como corretamente alguns colegas aqui citaram, mas o papel econômico pesa muito mais na decisão. Robôs não cansam, não param para almoçar ou ir ao banheiro, são muito mais baratos, não fazem greve, não ficam doentes, não faltam, não reclamam, não entram com ações trabalhistas, não são sindicalizados e não engravidam. Vou trazer depois o nome de um livro que li e que mostra o desenvolvimento do processo robótico na produção industrial, sob o aspecto "lucro", afastando um pouco aquela velha idéia de isolar o trabalhador de atividades mais "desgastantes".

    Agora, pergunto: Qual a intenção de querer desvalorizar a montagem manual? Seria tentar colocar em suspeição a qualidade do produto? Se for este o objetivo, novamente outro erro é cometido.
    Fabricar um produto por processo manual, ou até mesmo "artesanal", ou produzí-lo de forma automatizada não diz absolutamente nada sobre a sua qualidade.
    Como eu já disse aqui, toca-discos artesanais que custam centenas de milhares de reais estão em nível hi-end de qualidade, enquanto produtos fabricados em série estão bem distantes do desempenho apresentado pelos primeiros.
    Será que as máquinas fotográficas profissionais da Nikon, que custam mais de 30 mil reais, produzidas uma a uma a mão não são confiáveis? Será que não devo comprar relógio suíços porque são fabricados a mão? E são produtos seriados.

    Qual a relação da qualidade do produto com a robotização da fábrica?
    Estão colocando em cheque a qualidade de um veículo aqui somente porque ele não é fabricado por robôs. Que maravilha !
    Já podemos julgar a qualidade de um produto sem tê-lo em mãos, sem conhecê-lo, sem testá-lo, apenas estabelecendo como critério a "suposta incapacidade humana" de fabricá-lo. Interessante !
    Talvez uma bola de cristal também ajudasse neste caso.

    Como eu já comentei anteriormente, a minha S10 2013 veio soldada torta (por um robô), e não teve jeito de ser consertada. Vendi assim mesmo, sem peso na consciência, pois conto com a possibilidade dela ter sido adquirida por um apreciador de montagens robotizadas, e assim ela estará de acordo com o seu padrão de exigência.

    Outro exemplo? Talvez poucos tenham notado, mas se observarem com cuidado vão perceber que a antiga Ranger tinha um desalinhamento na tampa traseira com as suas laterais. Quando meu sócio comprou a dele, comentei isso antes de ver o que ele havia comprado, e quando fomos confirmar, lá estava o desalinhamento. Ela é montada por robôs.

    Quando comprei uma briga com a GM por conta de uma S10 2014 que comprei e apresentava problemas de qualidade, e que culminou com a sua troca depois de mais de 7 meses parada na garagem (foi embora com menos de 500 km rodados), fui retirar a "nova" que me enviaram para troca, uma 2015 linda, mas com uma porta deformada. O carro ficou lá para reparos. Este modelo também é produzido por robôs.

    Em uma das minhas idas à uma autorizada de Itu para tentar consertar os problemas da 2013, estava lá um proprietário de um Colbalt. Ele foi várias vezes na autorizada para reclamar de ruídos na traseira do veículo. Segundo o próprio mecânico que estava junto, o carro teve todo o interior desmontado atrás, e foi identificado que algumas soldas da estrutura (feita por robôs) estavam faltando. Eles estavam ali aguardando o engenheiro da fábrica para avaliar a extensão do problema e a possibilidade de outras unidades terem sido afetadas pela falha de soldagem do robô, que pelo jeito, falhou "em série". Como o robô não tem olhos e sensibilidade para ver o que fez... deu nisso.

    Eu poderia citar aqui muitas outras comparações, mas infelizmente não posso divulgá-las.

    Se é uma questão do velho sentimento de "torcida a favor ou contra" de marcas, já que muitos parecem defender suas marcas como quem defende seu time de futebol, até aceito (mas não compreendo). Eu, pelo menos, não me prendo a marcas. Tive S10 desde o modelo 1996, mas depois que estragaram ela, não quero mais saber do modelo.
    Estou adorando a Frontier, com quase 50.000 km, sem nenhum defeito, nenhum ruído e com inúmeras qualidades que faltam na S10. Mas, isso não me prende sentimentalmente à ela. Gosto mais da Hilux, mas não compro por conta de apenas alguns fatores que nada tem a ver com a exemplar qualidade do produto (principalmente a questão de roubos).
    Acho que a Triton deve seguir a mesma linha, e me parece que os japoneses sabem o que faz.
    Se a Frontier me decepcionar, vai dançar também. Troco logo por outro modelo. Isso para mim não importa.

    Portanto, não estou vendo qualquer sentido lógico de querer associar a questão da montagem robotizada de uma BMW com o resultado final do produto Frontier concebido numa fábrica predominantemente manual.
    Para mim, o que interessa é o resultado final.

    Quanto à altura da Nissan, eu continuo afirmando que não tenho problemas com isso.
    Quem acompanha as minhas postagens há algum tempo, sabe que entrei nesse fórum justamente buscando opiniões para vencer ruas cheias de lama, erosões e buracos que enfrento para chegar na chácara onde moro. E, neste quesito, a Nissan tem se mostrado bem melhor do que a S10. Ela não pega em nada, enquanto a S10 sofre para passar (ou nem passa) em alguns locais.
    Mesmo para acessar uma entrada de caminhões aqui da empresa, a Frontier o faz sem raspar nada, enquanto a S10, mesmo mais alta que a Nissan até por conta dos pneus que coloquei, não passa, e se tentar, fica pendurada.
    Talvez em outras condições mais específicas, possa haver uma inversão dos papéis. Por isso, acredito nas experiências individuais, até porque foram vividas, e não deduzidas por folhas de dados ou vídeos do youtube.

    Um grande abraço a todos.

  10. #34
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    em relacao a altura da nova frontier, entrando no assunto que esta.. segue fotos de uma aqui no paraguai, tem uma s10 do lado da pra perceber que ela esta mais alta que a s10 pela caixa de roda. ela parece estar mais alta na suspensao e ate mesmo na cabine, ela esta em um porte da ranger ou ate mesmo maior que a ranger(pelo menos de lataria). em relacao a fabricacao dela, é de desanimar mesmo! se na fabrica é desse jeito(mao de obra braçal sem tecnologia nenhuma), acredito que oq vem na camionete tambem é oq a fabrica lhe proporciona.. vou esperar fabricar na argentina pra ver oq sai, ja que no paraguai o pos venda da nissan é praticamente 0 e com uma fabricaçao desse jeito nao da nem pra confiar muito.
    Miniaturas de Anexos Miniaturas de Anexos Nova Frontier 2016-img_6010.jpg  

  11. #35
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    Bacana esta foto.

    Outro detalhe: a diferença de altura dela de 5 milímetros não tem ligação com a sua estabilidade nas curvas.
    É uma diferença muito pequena para dar algum efeito nestas circunstâncias.
    Esta característica vem do acerto de suspensão.

    "mao de obra braçal sem tecnologia nenhuma" ... gostei dessa... está cada vez melhor...
    Não esqueçam que a montadora é... uma montadora. As partes que são colocadas nela vem de terceiros que normalmente fornecem para GM, Ford, Toyota, Fiat, Honda, Jeep e todas as outras marcas.
    O mais importante é o projeto e as especificações de fabricação, e nisso os japoneses são cuidadosos (e chatos demais...)...

  12. #36
    Usuário Avatar de Edumar
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    MEXICO CITY, Mexico – Nissan Mexico has achieved the significant milestone of exporting five million vehicles since the start of its exports operations in 1972, confirming again Nissan Mexico's position as the company's largest vehicle exporter worldwide. The five-millionth unit was a red Nissan NP300 Frontier pickup shipped from Veracruz and destined for Colombia, one of the top export markets for Nissan from Mexico.
    The all-new Nissan NP300 Frontier, launched last March in Mexico, offers a bold driving experience, tough exterior styling and a unique interior with outstanding technology and comfort.
    The quality of Mexican labor is reflected in the vehicles exported to over 50 countries.

    Nada mal para quem fabrica lixo....
    4X4 Brasil

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