Aristides e Maggion, o melhor a fazer é "não dar moleza pro azar nem pro governo". Aqui na cidade houve o emprego de radar móvel por alguns meses, durante uma administração municipal de ideologia extremada. A revolta foi grande e os operadores de radar precisaram ser protegidos por seguranças. Acredito que isto encareceu ainda mais o radar, além de ser um marketing político extremamente negativo. Agora só temos os radares fixos e nestes pouca gente cai. A solução foi manter ativos apenas 3 radares fazendo um rodízio (não divulgado). Tudo para diminuir custos. Nas estradas é mais complicado, pois é possível o agente ficar de tocaia, pegando desde pequenos erros até absurdos.
Infelizmente parte dos motoristas é imprudente e irresponsável e a fiscalização precisa existir, senão seria o caos. O problema está no exagero, tanto de quem erra como de quem pune.