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  1. #1
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    Tropeço: Jeep Willys CJ-5 (1961)




    Pessoal;

    Apesar de fazer um pouco mais de um ano que possuo o Jeep, decidi, apenas agora, criar um tópico falando sobre ele.

    Explicar-lhes-ei o porquê.

    Desde pequeno sempre fui fã de jipes, especialmente do Willys, uma vez que ele fora uma das vertentes de sucesso da Segunda Guerra Mundial. Como ex-militar, sou apaixonado por veículos militares. Obviamente, o CJ-5 não poderia deixar de constar em minha lista de prediletos.

    Em meados do início de 2011, adquiri meu primeiro 4x4, um Jeep Willys CJ-5, com as seguintes características (naquela época):

    - Motor: BF-161
    - Câmbio: 4 marchas adaptado dos Cj's mais novos.
    - Pneus: Fate Super Agarre 7.50 - 16.

    Na ocasião, entendia que esta configuração do jipe seria suficiente para aquilo que eu desejava. Vou além: era contra alterações e pretendia manter a originalidade do brinquedo.

    Que engano... em pouco tempo, fui infetado pelo vírus "JáQuebacilus"... e o Tropeço (carinhosamente assim apelidado por ser tão desengonçado para andar no asfalto quando o personagem da Família Adams) começou um processo de mudanças que - hoje tenho noção disto - jamais terminarão.

    Antes tivera comprado um Troller, dando de entrada o dinheiro que investi no meu Willys. Ao menos saberia que as prestações mensais teriam um prazo para terminar...


    Foto de quando o Tropeço virou membro oficial da minha família, em nossa primeira viagem juntos, quando sai de São Paulo e fui até Borborema (SP) com ele e voltei, totalizando quase 1.000 km rodados num feriado, sem nenhuma pane!

    Tropeço: Jeep Willys CJ-5 (1961)-dsc01763.jpgTropeço: Jeep Willys CJ-5 (1961)-photo-0446.jpgTropeço: Jeep Willys CJ-5 (1961)-photo-0448.jpg
    Rodrigo Domingos
    "Barrinho" - Fusca 1.600 (1974) / "Tropeço" - Jeep Willys CJ-5 (1961) / "Camburão"- Explorer XLT (1997)

  2. #2
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    Primeira alteração.

    Após algumas trilhas em Borborema, na ocasião daquela viagem inaugural, entendi que precisava dos cabos protetores de pára-brisa, uma vez que fora surpreendido por fortes galhadas no vidro em incursões em matas fechadas.

    Tropeço: Jeep Willys CJ-5 (1961)-photo-0622.jpg
    Rodrigo Domingos
    "Barrinho" - Fusca 1.600 (1974) / "Tropeço" - Jeep Willys CJ-5 (1961) / "Camburão"- Explorer XLT (1997)

  3. #3
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    Rodrigo, Parabéns pelo jeep! Que ano é mesmo? eu observei alguns detalhes mas não deu pra identificar... primeira viagem com jeep quase 1000km?!!???! é de tirar o chapéu, assinando o tópico, muito bacana a viatura...
    []´s
    Tuna
    Cj-5 1966 - "Tsunami"

  4. #4
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    É isso ai Rodrigo,estarei acompanhando seu topico.
    F75 4100 6 cilindros (TOBY) CJ5 motor ranger cambio mazda 5 marchas (BOMBEIRINHO) RURAL 4X4 1977 (INTRIGA) F75 6 cilindros vortec (LAIKA)

  5. #5
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    Direção Hidráulica: vida nova ao Willys!


    Durante um passeio entre Mairiporã e Atibaia, a caixa de direção original do Tropeço estourou. Não existindo alternativas viáveis, a carcaça da caixa foi amarrada ao chassi através de cordas e o CJ-5 retornou a São Paulo, pela Fernão Dias, com a caixa de direção amarrada, e com a aceleração sendo controlada pelo co-piloto através de um barbante.

    Num misto de loucura e valentia - comprovando que os Jeeps são realmente capazes de grandes proezas - chegamos intactos em casa.

    A partir daí, iniciou-se a procura pela melhor solução para o conserto. Naquela época, começo de 2012, ainda acreditava que manter o jipe original seria o melhor caminho. Contudo, o Eduardo da Auto Mecânica Tsuzuki, e o Leonardo, convenceram-me a partir para a instalação de uma direção hidráulica.

    O sistema adaptado foi o do Omega, com os devidos reforços de fixação, e com o auxílio de um amortecedor de direção de Kombi.

    O resultado foi esplêndido! O antigo jipe virou outra viatura, com muito mais conforto, prazer ao dirigir, capacidade e facilidade de manobra. Enfim, cada centavo gasto foi compensado pelo ganho de qualidades de "handling" do Tropeço.

    Tropeço: Jeep Willys CJ-5 (1961)-photo-0651.jpgTropeço: Jeep Willys CJ-5 (1961)-photo-0652.jpgTropeço: Jeep Willys CJ-5 (1961)-photo-0653.jpgTropeço: Jeep Willys CJ-5 (1961)-photo-0655.jpg
    Rodrigo Domingos
    "Barrinho" - Fusca 1.600 (1974) / "Tropeço" - Jeep Willys CJ-5 (1961) / "Camburão"- Explorer XLT (1997)

  6. #6
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    Citação Postado originalmente por tuna Ver Post
    Rodrigo, Parabéns pelo jeep! Que ano é mesmo? eu observei alguns detalhes mas não deu pra identificar... primeira viagem com jeep quase 1000km?!!???! é de tirar o chapéu, assinando o tópico, muito bacana a viatura...
    []´s

    Tuna!

    Obrigado pelo elogio. De forma geral, as pessoas gostam do estado de conservação do Tropeço, ainda mais sendo ele do ano de 1961, e ainda ostentando o valente BF-161.

    Sobre a viagem: Foram 400 km de São Paulo - Borborema (SP), rodando por rodovias como a Bandeirantes, Washington Luiz, SP-333. Já naquela cidade, aproveitei e coloquei o CJ no seu habitat natural: mato. Muitos passeios na fazenda da minha vó, algumas trilhas com amigos da cidade e, após tudo isso, o retorno com mais 400 km. Ida + passeios + volta = aprox. 1000 km!

    Agora, se eu contar que o jipe foi e voltou, sem baixar praticamente nada de água, e precisando de apenas 500 ml de óleo para manter o nível máximo, é coisa para se duvidar, não é hehehe?

    Só achei o consumo dele elevado demais, posteriormente descobri que o distribuidor estava em pane, e não fazia o adianto do ponto de ignição!

    A propósito, já olhei com muita atenção o seu tópico do Tsunami. Certamente, influenciar-me-á em futuras melhorias no Tropeço!

    []'s!
    Rodrigo Domingos
    "Barrinho" - Fusca 1.600 (1974) / "Tropeço" - Jeep Willys CJ-5 (1961) / "Camburão"- Explorer XLT (1997)

  7. #7
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    Citação Postado originalmente por PALA Ver Post
    É isso ai Rodrigo,estarei acompanhando seu topico.
    Pala! Muito bacana encontrá-lo por aqui!

    Inclusive conversei esses dias com o Bruno sobre o que fazer com a suspensão do Tropeço, pois os meus atuais pneus estão pegando muito em erosões mais bravas!
    Rodrigo Domingos
    "Barrinho" - Fusca 1.600 (1974) / "Tropeço" - Jeep Willys CJ-5 (1961) / "Camburão"- Explorer XLT (1997)

  8. #8
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    Trocando os sapatinhos!

    Apesar dos Fate 7.50 - 16 serem pneus muito bacanas, passei a vislumbrar a possibilidade de, ao invés de originalidade, encabeçar um pequeno processo de sutil - digamos - evolução do Tropeço.

    Após muitas pesquisas, decidi pela compra dos novos pneus. Por infindas razões, mensuradas e ponderadas de acordo com o meu uso/necessidade/capital, adquiri um jogo de quatro pneus VJ-900 265/75R16 do Marcos Kondz, da Kondz Tires.

    A propósito, o Marcos é um cara muitíssimo bacana, prestando total apoio antes, durante e após a compra dos pneus em sua loja.

    Como já era previsto, após a colocação dos novos sapatinhos apareceram os problemas dos pneus maiores: pegavam facilmente na estrutura (chassi, suspensão, etc) do jipe.

    Problema solucionado com a colocação de espaçadores de roda AVM com 38 mm. Friso, inclusive, que a colocação destes espaçadores foi auxiliado pelo Marco Kondz, sem qualquer custo adicional - e cuja publicidade aqui faço sem qualquer comissão

    Até o presente momento, tenho gostado muito dos VJ. Apenas fica uma leve ressalva: eles são muito ruins para se pegar balanceamento, como já relatado no fórum por diversos colegas que fazem uso de pneus recapados.

    Para adequar o jipe à legislação, foram instalados os alargadores de pára-lamas de borracha, de forma e deixá-los rente à parte externa do pneu, evitando confusões com os colegas da polícia. Futuramente, pretendo substituir esses alargadores por outros de fibra de vidro, mais atraentes.

    Ah, sim, não poderia deixar de mencionar: um escapamento duplo cromado, para um visual mais bonito e um ronco mais interessante (diga-se de passagem, "interessante" demais na estrada a partir dos 80 km/h )

    Tropeço: Jeep Willys CJ-5 (1961)-photo-0679.jpgTropeço: Jeep Willys CJ-5 (1961)-photo-0680.jpgTropeço: Jeep Willys CJ-5 (1961)-photo-0681.jpgTropeço: Jeep Willys CJ-5 (1961)-photo-0682.jpg
    Rodrigo Domingos
    "Barrinho" - Fusca 1.600 (1974) / "Tropeço" - Jeep Willys CJ-5 (1961) / "Camburão"- Explorer XLT (1997)

  9. #9
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    Muito legal o jipão!.. Meu pai tem um willys também (acho que é 71 ou 69). A única coisa que ele não tem de original é a cor, que é um azul metálico. Aquele pneu fininho, roda de ferro, o volantão gigantesco... É uma viagem no tempo, dar uma volta nele.

    No asfalto, é uma maravilha, o tanto que se gira o volante pra lá e pra cá na tentativa de manter ele em linha reta! rsrs

  10. #10
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    Muito bonito teu Jeep. Continue com ele, e jamais pense em se arrepender de te-lo comprado ao invés de um Troller, quer um Troller, compre um, mas não se desfaça do willys.

  11. #11
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    Citação Postado originalmente por avenger Ver Post
    Muito legal o jipão!.. Meu pai tem um willys também (acho que é 71 ou 69). A única coisa que ele não tem de original é a cor, que é um azul metálico. Aquele pneu fininho, roda de ferro, o volantão gigantesco... É uma viagem no tempo, dar uma volta nele.

    No asfalto, é uma maravilha, o tanto que se gira o volante pra lá e pra cá na tentativa de manter ele em linha reta! rsrs
    Avenger;

    De fato, andar no Willys é algo nostálgico. Em breve, pretendo pensar em algum pequeno projeto de som para poder aproveitar melhor os passeios com umas musiquinhas de época. Afinal, nem tudo na vida é lama e pauleira

    A propósito, seu apelido no fórum é alguma homenagem ao avião de ataque McDonnell Douglas A-12 Avenger, utilizando pela US Navy na Segunda Guerra?
    Rodrigo Domingos
    "Barrinho" - Fusca 1.600 (1974) / "Tropeço" - Jeep Willys CJ-5 (1961) / "Camburão"- Explorer XLT (1997)

  12. #12
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    Citação Postado originalmente por Mauricio Rotta Ver Post
    Muito bonito teu Jeep. Continue com ele, e jamais pense em se arrepender de te-lo comprado ao invés de um Troller, quer um Troller, compre um, mas não se desfaça do willys.
    Mauricio;

    Certamente, o Jeep ficará para meus herdeiros.

    Primeiramente porque é algo interessante. Adquiri-se sentimento pelo jipe. Segundo, porque do ponto de vista econômico, seria jogar dinheiro no lixo vendê-lo, pois, todos nós amantes do CJ, jamais recuperaremos o que foi investido nele.

    Em tempo: acompanhei o tópico do seu Jeep Cabeça de Leitoa. Muito bacana os relatos.

    []'s
    Rodrigo Domingos
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